P162F Ford – Motor de Partida – Tempo de Giro do Motor Muito Longo.
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Starter Motor Disabled – Engine Crank Time Too Long
Definição em Português: Motor de Partida – Tempo de Giro do Motor Muito Longo.
Definição em Português: Motor de Partida – Tempo de Giro do Motor Muito Longo.
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora. P162F indica que a ECU da Ford detectou que, no evento de partida, o motor de partida girou o virabrequim por tempo excessivo antes de atingir a rotação mínima esperada.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Ao girar a chave para START, a ECU energiza o relé de partida e simultaneamente inicia um temporizador interno.
– A cada instante ela monitora o sinal do sensor de posição do virabrequim (CKP).
– Se, ao fim do tempo máximo pré-programado (por exemplo, entre 3 e 6 segundos, conforme calibração Ford), o rpm ainda estiver abaixo do threshold definido (ex.: 150–200 rpm), a ECU conclui que o tempo de giro do motor foi muito longo e grava o código P162F.
– A validação só ocorre com tensão de alimentação dentro da faixa de operação, garantindo que o registro não seja por subalimentação da rede.
Condições para ativação
1. Comando de partida mantido por mais tempo que o limite configurado.
2. Leitura de rotação insuficiente durante todo o período do evento de partida.
3. Rede elétrica (tensão bateria/alternador) dentro dos parâmetros que permitem a leitura confiável do CKP.
O que gera reflexo nessa DTC
– Atraso na transição do sinal CKP, fazendo o contador externo exceder o tempo de cranking.
– Ruído eletromagnético ou mau contato no chicote elétrico do sensor de posição do virabrequim, provocando leitura irregular ou perdida.
– Flutuações de tensão na ECU que alterem a velocidade interna do clock ou a comparação de rpm.
– Pulso de comando de partida excessivamente longo pelo módulo de partida, mesmo sem resposta de aumento de rpm, levando à ultrapassagem do tempo limite.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Ao girar a chave para START, a ECU energiza o relé de partida e simultaneamente inicia um temporizador interno.
– A cada instante ela monitora o sinal do sensor de posição do virabrequim (CKP).
– Se, ao fim do tempo máximo pré-programado (por exemplo, entre 3 e 6 segundos, conforme calibração Ford), o rpm ainda estiver abaixo do threshold definido (ex.: 150–200 rpm), a ECU conclui que o tempo de giro do motor foi muito longo e grava o código P162F.
– A validação só ocorre com tensão de alimentação dentro da faixa de operação, garantindo que o registro não seja por subalimentação da rede.
Condições para ativação
1. Comando de partida mantido por mais tempo que o limite configurado.
2. Leitura de rotação insuficiente durante todo o período do evento de partida.
3. Rede elétrica (tensão bateria/alternador) dentro dos parâmetros que permitem a leitura confiável do CKP.
O que gera reflexo nessa DTC
– Atraso na transição do sinal CKP, fazendo o contador externo exceder o tempo de cranking.
– Ruído eletromagnético ou mau contato no chicote elétrico do sensor de posição do virabrequim, provocando leitura irregular ou perdida.
– Flutuações de tensão na ECU que alterem a velocidade interna do clock ou a comparação de rpm.
– Pulso de comando de partida excessivamente longo pelo módulo de partida, mesmo sem resposta de aumento de rpm, levando à ultrapassagem do tempo limite.
Sintomas Possíveis
– Motor demora a girar ao dar partida
– RPM de partida abaixo do normal
– Demora para o motor ligar
– Luz de injeção acesa
– Ruído de arraste ou rosnado no motor de partida
– Bateria fraca ou descarregada
– RPM de partida abaixo do normal
– Demora para o motor ligar
– Luz de injeção acesa
– Ruído de arraste ou rosnado no motor de partida
– Bateria fraca ou descarregada
Causas Possíveis
– Bateria com defeito ou com baixa carga
– Chicote elétrico danificado entre bateria e motor de partida
– Conector elétrico oxidado ou frouxo no terminal do motor de partida
– Motor de partida com defeito (solenoide travado ou engrenagem desgastada)
– Relé de partida com defeito causando alimentação intermitente
– Módulo de comando de motor (PCM) com defeito
– Mau contato no cabo de aterramento do motor
– Chave de ignição com defeito não acionando corretamente o solenoide
– Sistema antifurto (PATS) com defeito interrompendo o sinal de partida
– Sensor de posição do virabrequim com defeito ou chicote elétrico rompido
– Volante motor com dentes danificados impedindo o engate da engrenagem
– Módulo BCM com defeito afetando o controle do circuito de partida
– Capacitor de filtragem ou fusível no chicote com defeito reduzindo a tensão
– Sobrecarga elétrica por acessórios após várias tentativas de partida
– Chicote elétrico danificado entre bateria e motor de partida
– Conector elétrico oxidado ou frouxo no terminal do motor de partida
– Motor de partida com defeito (solenoide travado ou engrenagem desgastada)
– Relé de partida com defeito causando alimentação intermitente
– Módulo de comando de motor (PCM) com defeito
– Mau contato no cabo de aterramento do motor
– Chave de ignição com defeito não acionando corretamente o solenoide
– Sistema antifurto (PATS) com defeito interrompendo o sinal de partida
– Sensor de posição do virabrequim com defeito ou chicote elétrico rompido
– Volante motor com dentes danificados impedindo o engate da engrenagem
– Módulo BCM com defeito afetando o controle do circuito de partida
– Capacitor de filtragem ou fusível no chicote com defeito reduzindo a tensão
– Sobrecarga elétrica por acessórios após várias tentativas de partida
By Madalozzo



