P2573 – “Sensor de Deterioração do Catalisador de Redução Direta de Ozônio – Falha de Faixa ou Desempenho”

Descrição da falha

“Sensor de Deterioração do Catalisador de Redução Direta de Ozônio – Falha de Faixa ou Desempenho”

O que significa?

Essa é uma DTC Universal controlada pelo ISO/SAE, isso significa que seu significado é praticamente igual para qualquer montadora. P2573 indica que o sensor de deterioração do catalisador de redução direta de ozônio não está operando dentro da faixa esperada ou seu desempenho está fora dos parâmetros programados pela ECU. A central só avalia esse circuito após o motor atingir temperatura de funcionamento e o sistema de controle de emissões entrar em regime fechado, com carga e rotação estáveis, geralmente em duas viagens de condução consecutivas.

A ECU monitora o sinal de tensão ou corrente do sensor de ozônio localizado à montante e a jusante do catalisador SCR (Selective Catalytic Reduction). Ela compara as diferenças de leitura para verificar a eficiência de conversão do catalisador. Se o valor medido ficar muito alto (sinal indica pouca ou nenhuma redução de ozônio) ou muito baixo (sinal fora de alcance) por tempo além do limite programado, a DTC é ativada.

A ativação pode refletir:
• Sensor sem resposta adequada em relação à referência interna da ECU.
• Sinal fora da faixa de tensão ou corrente esperada.
• Tempo de resposta do sensor muito lento ou inconsistente.

DTCS que costumam aparecer junto a P2573 incluem P2572 (falha de circuito do sensor pré-catalisador de ozônio), P2576 (falha de circuito do sensor pós-catalisador de ozônio) e P2578 (erro de desempenho do módulo de aquecimento do sensor de ozônio).

Sintomas Possíveis

– Luz de injeção acesa
– Redução de potência do motor
– Aumento no consumo de combustível
– Falha na aprovação do teste de emissões
– Odor forte de enxofre ou amônia no escapamento
– Emissão de fumaça escura ou azulada

Causas Possíveis

– Sensor de deterioração do catalisador de redução direta de ozônio com defeito
– Catalisador de redução direta de ozônio com deterioração interna ou obstrução
– Chicote elétrico do sensor de ozônio danificado ou em curto
– Conector elétrico do sensor de ozônio com mau contato ou contaminado
– Sensor de oxigênio (O2) com defeito causando leitura incorreta de gases
– Fugas no sistema de escapamento antes ou depois do módulo catalítico
– Exaustão restrita por catalisador secundário entupido
– Sensor de temperatura de gases de escape (EGT) com defeito
– Válvula de recirculação de gases de escape (EGR) presa aberta ou fechada
– Injetores de combustível sujos causando mistura rica persistente
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito ou software corrompido
– Terra da ECU ou do sensor de ozônio mal ligado
– Uso de combustível com contaminantes (silicone, enxofre) que envenenam o catalisador
– Válvula de alívio de pressão do escapamento com defeito
– Sensor de pressão de escape (DPF) com leituras incorretas

By Madalozzo

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