P2480 – “Sensor de Temperatura dos Gases de Escape – Circuito Aberto (Banco 1 Sensor 5)”
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
“Sensor de Temperatura dos Gases de Escape – Circuito Aberto (Banco 1 Sensor 5)”
O que significa?
Essa é uma DTC Universal controlada pelo ISO/SAE, isso significa que seu significado é praticamente igual para qualquer montadora. Trata-se de indicação de circuito aberto no sensor de temperatura dos gases de escape (EGT) localizado após o sistema de tratamento de emissões (Banco 1 Sensor 5). A ECU monitora continuamente a tensão ou resistência desse sensor e espera valores dentro de uma faixa pré-definida para gerenciar corretamente a regeneração do filtro de partículas e manter emissões dentro dos limites.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– A ECU faz leituras regulares do sensor EGT e compara com limites internos.
– Se o sinal estiver ausente (tensão muito baixa ou flutuante indicando circuito aberto) ou resistência infinita por tempo suficiente, a ECU registra P2480.
– Para confirmação, a condição deve se repetir em vários ciclos curto–longo ou em duas viagens de condução, garantindo que não seja falha momentânea.
Condições para ativação
– Tensão de sinal acima de 5,5 V ou abaixo de 0,1 V por mais de alguns segundos.
– Falta de resposta do sensor durante etapas de aquecimento e resfriamento programadas.
– Variação abrupta e persistente fora da faixa de operação (tipicamente 200 °C a 800 °C convertido em tensão).
O que gera reflexo nessa DTC
– Circuito interrompido entre sensor e ECU (quebra no chicote elétrico).
– Má conexão no conector elétrico (pinos corroídos ou frouxos).
– Sensor com defeito internamente (elemento quebrado, termopar aberto).
– Curto interno do sensor que impede leitura de tensão adequada.
DTCs frequentemente registrados junto a P2480
– P2002 (eficiência do catalisador baixa)
– P242F/P2430 (falha no sistema DPF)
– P24C2/P24C7 (outros erros no circuito do sensor EGT)
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– A ECU faz leituras regulares do sensor EGT e compara com limites internos.
– Se o sinal estiver ausente (tensão muito baixa ou flutuante indicando circuito aberto) ou resistência infinita por tempo suficiente, a ECU registra P2480.
– Para confirmação, a condição deve se repetir em vários ciclos curto–longo ou em duas viagens de condução, garantindo que não seja falha momentânea.
Condições para ativação
– Tensão de sinal acima de 5,5 V ou abaixo de 0,1 V por mais de alguns segundos.
– Falta de resposta do sensor durante etapas de aquecimento e resfriamento programadas.
– Variação abrupta e persistente fora da faixa de operação (tipicamente 200 °C a 800 °C convertido em tensão).
O que gera reflexo nessa DTC
– Circuito interrompido entre sensor e ECU (quebra no chicote elétrico).
– Má conexão no conector elétrico (pinos corroídos ou frouxos).
– Sensor com defeito internamente (elemento quebrado, termopar aberto).
– Curto interno do sensor que impede leitura de tensão adequada.
DTCs frequentemente registrados junto a P2480
– P2002 (eficiência do catalisador baixa)
– P242F/P2430 (falha no sistema DPF)
– P24C2/P24C7 (outros erros no circuito do sensor EGT)
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Regeneração do DPF não iniciada ou interrompida
– Redução de potência (modo de segurança)
– Ausência de leitura de temperatura de escape no scanner
– Aumento no consumo de combustível
– Regeneração do DPF não iniciada ou interrompida
– Redução de potência (modo de segurança)
– Ausência de leitura de temperatura de escape no scanner
– Aumento no consumo de combustível
Causas Possíveis
– Sensor de temperatura dos gases de escape (Banco 1 Sensor 5) com defeito
– Chicote elétrico rompido ou danificado entre o sensor e a ECU
– Conector elétrico solto, corroído ou com pinos danificados
– Resistência interna do sensor queimada (circuito aberto)
– Fusível ou relé do circuito de aquecimento do sensor aberto
– ECU (Módulo de Controle do Motor) com defeito no driver de aquecimento
– DPF saturado causando sobreaquecimento e abertura do circuito do sensor
– Vazamento de escapamento antes do sensor provocando choque térmico
– Catalisador ou silencioso entupido gerando calor excessivo no sensor
– Solda fria na placa da ECU na saída de aquecimento do sensor
– Cabo de aterramento do motor ou do sensor com defeito
– Suporte ou abraçadeira do sensor danificada provocando mau contato térmico
– Sensor de pressão diferencial do DPF com defeito gerando leitura de temperatura inconsistente
– Superaquecimento da seção do escapamento devido a turbo ou restrição de fluxo
– Chicote elétrico rompido ou danificado entre o sensor e a ECU
– Conector elétrico solto, corroído ou com pinos danificados
– Resistência interna do sensor queimada (circuito aberto)
– Fusível ou relé do circuito de aquecimento do sensor aberto
– ECU (Módulo de Controle do Motor) com defeito no driver de aquecimento
– DPF saturado causando sobreaquecimento e abertura do circuito do sensor
– Vazamento de escapamento antes do sensor provocando choque térmico
– Catalisador ou silencioso entupido gerando calor excessivo no sensor
– Solda fria na placa da ECU na saída de aquecimento do sensor
– Cabo de aterramento do motor ou do sensor com defeito
– Suporte ou abraçadeira do sensor danificada provocando mau contato térmico
– Sensor de pressão diferencial do DPF com defeito gerando leitura de temperatura inconsistente
– Superaquecimento da seção do escapamento devido a turbo ou restrição de fluxo
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