P2336 – “Cilindro 1 – Sensor de Detonação acima do Limite Esperado”
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
“Cilindro 1 – Sensor de Detonação acima do Limite Esperado”
O que significa?
Essa é uma DTC Universal controlada pelo ISO/SAE, isso significa que seu significado é praticamente igual para qualquer montadora.
Significado técnico
O código P2336 indica que o sinal do sensor de detonação do cilindro 1 ultrapassou o nível máximo previsto pela ECU. Esse sensor converte vibrações de alta frequência (ondas de choque geradas por pré-ignição ou detonação) em um sinal elétrico; a ECU compara esse sinal com curvas de referência e, se exceder o limite em condições normais de operação, dispara a DTC.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Motor em funcionamento e temperatura estabilizada.
– Faixa de rotações e carga do motor onde a estratégia de detecção está habilitada (normalmente entre 1.200 e 3.500 rpm).
– Verificação sequencial: se o nível de tensão do sensor excede o valor calibrado por algumas medições consecutivas, a ECU entende que houve vibração anormal (detonação) no cilindro 1 e armazena P2336.
Condições necessárias para ativação
1. Sensor corretamente alimentado e referenciado pela unidade de controle.
2. Circuito de baixa interferência: a ECU faz filtragem de ruídos e sincroniza medições com o ponto morto superior do cilindro 1.
3. Sinal acima do “envelope” de referência em toda essa janela de varredura.
Reflexos na ECU
Quando detecta valor excessivo, a ECU entra em estratégia de proteção (redução de avanço de ignição, enriquecimento temporário) e mantém o código até que as condições de controle sejam restabelecidas.
DTCs que costumam aparecer junto a P2336: P0325 (sensor de detonação 1 circuito), P0334/P0335 (sensor de posição do virabrequim), P1300 (adaptação de avanço de ignição fora de faixa).
Significado técnico
O código P2336 indica que o sinal do sensor de detonação do cilindro 1 ultrapassou o nível máximo previsto pela ECU. Esse sensor converte vibrações de alta frequência (ondas de choque geradas por pré-ignição ou detonação) em um sinal elétrico; a ECU compara esse sinal com curvas de referência e, se exceder o limite em condições normais de operação, dispara a DTC.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Motor em funcionamento e temperatura estabilizada.
– Faixa de rotações e carga do motor onde a estratégia de detecção está habilitada (normalmente entre 1.200 e 3.500 rpm).
– Verificação sequencial: se o nível de tensão do sensor excede o valor calibrado por algumas medições consecutivas, a ECU entende que houve vibração anormal (detonação) no cilindro 1 e armazena P2336.
Condições necessárias para ativação
1. Sensor corretamente alimentado e referenciado pela unidade de controle.
2. Circuito de baixa interferência: a ECU faz filtragem de ruídos e sincroniza medições com o ponto morto superior do cilindro 1.
3. Sinal acima do “envelope” de referência em toda essa janela de varredura.
Reflexos na ECU
Quando detecta valor excessivo, a ECU entra em estratégia de proteção (redução de avanço de ignição, enriquecimento temporário) e mantém o código até que as condições de controle sejam restabelecidas.
DTCs que costumam aparecer junto a P2336: P0325 (sensor de detonação 1 circuito), P0334/P0335 (sensor de posição do virabrequim), P1300 (adaptação de avanço de ignição fora de faixa).
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Ruído de batida de pino no motor
– Perda de potência
– Aceleração irregular
– Consumo de combustível aumentado
– Emissão de fumaça escura
– Sobreaquecimento do motor
– Ruído de batida de pino no motor
– Perda de potência
– Aceleração irregular
– Consumo de combustível aumentado
– Emissão de fumaça escura
– Sobreaquecimento do motor
Causas Possíveis
– Sensor de detonação do cilindro 1 com defeito
– Chicote elétrico do sensor de detonação danificado ou em curto
– Conector elétrico do sensor de detonação corrompido ou com mau contato
– Parafuso ou suporte do sensor solto, gerando falso sinal
– Módulo de ignição ou bobina com defeito provocando picos de calor
– Vela de ignição com folga incorreta ou eletrodo desgastado
– Avanço de ignição muito adiantado ajustado incorretamente
– Mistura ar/combustível muito pobre devido a bico injetor sujo
– Pressão de combustível baixa por bomba ou filtro entupido
– Sistema de arrefecimento com falha gerando superaquecimento
– Válvula EGR travada gerando detonação residual
– Injetor com vazamento provocando pré-ignição
– Sensor MAP ou MAF com defeito afetando ajuste da mistura
– Sensor de temperatura do ar ou do líquido de arrefecimento com defeito
– Catalisador parcialmente entupido causando retropressão
– Módulo de controle do motor (ECM) com defeito
– Chicote elétrico do sensor de detonação danificado ou em curto
– Conector elétrico do sensor de detonação corrompido ou com mau contato
– Parafuso ou suporte do sensor solto, gerando falso sinal
– Módulo de ignição ou bobina com defeito provocando picos de calor
– Vela de ignição com folga incorreta ou eletrodo desgastado
– Avanço de ignição muito adiantado ajustado incorretamente
– Mistura ar/combustível muito pobre devido a bico injetor sujo
– Pressão de combustível baixa por bomba ou filtro entupido
– Sistema de arrefecimento com falha gerando superaquecimento
– Válvula EGR travada gerando detonação residual
– Injetor com vazamento provocando pré-ignição
– Sensor MAP ou MAF com defeito afetando ajuste da mistura
– Sensor de temperatura do ar ou do líquido de arrefecimento com defeito
– Catalisador parcialmente entupido causando retropressão
– Módulo de controle do motor (ECM) com defeito
By Madalozzo



