P2301 – “Bobina de Ignição ‘A’ – Circuito de Controle Primário Alto”
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
“Bobina de Ignição ‘A’ – Circuito de Controle Primário Alto”
O que significa?
Essa é uma DTC Universal controlada pelo ISO/SAE, isso significa que seu significado é praticamente igual para qualquer montadora.
Significado técnico simples: indica que o circuito de controle primário da bobina de ignição “A” apresenta tensão mais alta do que o esperado quando a ECU tenta ativá-la.
Quando e por que a ECU ativa esse DTC
– Durante o comando de centelha, a ECU fecha o transistor de saída (driver) para aterrar o primário da bobina e criar campo magnético.
– Ao mesmo tempo ela monitora a tensão nesse ponto de saída. Em condições normais, essa tensão fica próxima de zero volt (nível baixo).
– Se o sinal permanecer acima do limiar definido (tensão “alta”) em várias tentativas de disparo seguidas, a ECU conclui que há abertura de circuito, curto ao positivo ou o driver interno está sem resposta e registra P2301.
Condições de detecção
1. Motor em rotação acima do valor mínimo de monitoramento (normalmente acima de 300 rpm).
2. Tensão de bateria dentro dos limites (ex.: 11 – 16 V).
3. Comando de ignição efetivamente acionado (dwell ativo).
4. Leitura de tensão no ponto de saída da bobina maior que o limiar de falha (geralmente próximo à tensão de bateria) durante número mínimo de eventos consecutivos (por exemplo, 3 disparos seguidos).
Possíveis reflexos na ECU que geram esse DTC
– Driver interno da ECU aberto ou com defeito, não conseguindo fechar o circuito ao aterramento.
– Abertura no chicote elétrico entre ECU e bobina na linha de comando primário.
– Curto ao positivo no chicote ou no conector elétrico do primário da bobina.
DTCs que costumam aparecer junto a P2301
– P0351 (Bobina 1 primário/secundário – circuito).
– P0300 (Falha de ignição aleatória múltipla), se a centelha não ocorrer de fato.
– P2302 a P2306 (mesma lógica para outras bobinas).
Significado técnico simples: indica que o circuito de controle primário da bobina de ignição “A” apresenta tensão mais alta do que o esperado quando a ECU tenta ativá-la.
Quando e por que a ECU ativa esse DTC
– Durante o comando de centelha, a ECU fecha o transistor de saída (driver) para aterrar o primário da bobina e criar campo magnético.
– Ao mesmo tempo ela monitora a tensão nesse ponto de saída. Em condições normais, essa tensão fica próxima de zero volt (nível baixo).
– Se o sinal permanecer acima do limiar definido (tensão “alta”) em várias tentativas de disparo seguidas, a ECU conclui que há abertura de circuito, curto ao positivo ou o driver interno está sem resposta e registra P2301.
Condições de detecção
1. Motor em rotação acima do valor mínimo de monitoramento (normalmente acima de 300 rpm).
2. Tensão de bateria dentro dos limites (ex.: 11 – 16 V).
3. Comando de ignição efetivamente acionado (dwell ativo).
4. Leitura de tensão no ponto de saída da bobina maior que o limiar de falha (geralmente próximo à tensão de bateria) durante número mínimo de eventos consecutivos (por exemplo, 3 disparos seguidos).
Possíveis reflexos na ECU que geram esse DTC
– Driver interno da ECU aberto ou com defeito, não conseguindo fechar o circuito ao aterramento.
– Abertura no chicote elétrico entre ECU e bobina na linha de comando primário.
– Curto ao positivo no chicote ou no conector elétrico do primário da bobina.
DTCs que costumam aparecer junto a P2301
– P0351 (Bobina 1 primário/secundário – circuito).
– P0300 (Falha de ignição aleatória múltipla), se a centelha não ocorrer de fato.
– P2302 a P2306 (mesma lógica para outras bobinas).
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Motor falhando em marcha lenta
– Engasgos na aceleração
– Perda de potência
– Dificuldade para ligar o motor
– Motor não pega
– Aumento no consumo de combustível
– Motor falhando em marcha lenta
– Engasgos na aceleração
– Perda de potência
– Dificuldade para ligar o motor
– Motor não pega
– Aumento no consumo de combustível
Causas Possíveis
– Bobina de ignição “A” com defeito
– Chicote elétrico da bobina de ignição “A” danificado ou aberto
– Conector elétrico da bobina de ignição “A” com mau contato ou pinos corroídos
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito na saída de controle da bobina
– Fusível de ignição queimado ou relé de ignição com defeito
– Bateria com tensão insuficiente afetando o primário da bobina
– Terra do módulo de ignição ou da ECU com mau contato
– Alta resistência interna na bobina de ignição “A”
– Sensor de posição do virabrequim com defeito ou chicote danificado
– Interferência eletromagnética no chicote elétrico da bobina
– Interruptor de ignição com contato intermitente
– Regulador de voltagem do alternador com defeito gerando sobretensão
– Acessório elétrico em curto no mesmo circuito de ignição (fusível)
– Módulo imobilizador com defeito bloqueando o comando de ignição
– ECU com software corrompido ou bug no mapeamento de ignição
– Chicote elétrico da bobina de ignição “A” danificado ou aberto
– Conector elétrico da bobina de ignição “A” com mau contato ou pinos corroídos
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito na saída de controle da bobina
– Fusível de ignição queimado ou relé de ignição com defeito
– Bateria com tensão insuficiente afetando o primário da bobina
– Terra do módulo de ignição ou da ECU com mau contato
– Alta resistência interna na bobina de ignição “A”
– Sensor de posição do virabrequim com defeito ou chicote danificado
– Interferência eletromagnética no chicote elétrico da bobina
– Interruptor de ignição com contato intermitente
– Regulador de voltagem do alternador com defeito gerando sobretensão
– Acessório elétrico em curto no mesmo circuito de ignição (fusível)
– Módulo imobilizador com defeito bloqueando o comando de ignição
– ECU com software corrompido ou bug no mapeamento de ignição
By Madalozzo



