P2206 – “Aquecedor do Sensor NOx – Circuito de Controle Baixo (Banco 1 Sensor 1)”
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
“Aquecedor do Sensor NOx – Circuito de Controle Baixo (Banco 1 Sensor 1)”
O que significa?
Essa é uma DTC Universal controlada pelo ISO/SAE, isso significa que seu significado é praticamente igual para qualquer montadora. Refere-se ao circuito de comando do aquecedor do sensor NOx do banco 1 sensor 1. A ECU aciona um transistor interno para enviar corrente ao aquecedor e monitora a tensão de feedback desse circuito.
Condições de monitoramento:
– Motor na temperatura de operação
– Rotação estável (ex.: >800 rpm)
– Tensão de bordo normal (≈11,5 V a 16 V)
– Sensor NOx quente o suficiente para ativar o aquecedor (por volta de 200 °C)
Critério de disparo:
1. ECU gera corrente de referência e mede tensão de retorno no circuito do aquecedor.
2. Se a tensão ficar abaixo do setpoint interno (tipicamente ≈2 V) por tempo programado (200–500 ms) em dois eventos consecutivos, a ECU interpreta controle baixo.
3. A condição deve se repetir em ciclos de ignição sucessivos para evitar falsos disparos.
4. Após confirmação, grava-se o DTC P2206 e, se mantido, acende-se a luz MIL.
Estratégia de validação:
– Comparação interna entre sinal gerado e tensão real
– Checagem de parâmetros como tempo de injeção, temperatura do escape e potência de saída do transistor
– Tolerâncias de tempo e tensão definidas em tabela interna
Códigos frequentemente associados:
– P2203 (Circuito de Controle Alto B1S1)
– P2204/P2205 (Banco 1 Sensor 2 Circuito Baixo/Alto)
– P2210, P2213
Em resumo, P2206 indica que o comando de aquecimento do NOx em B1S1 não atingiu o nível mínimo de tensão esperado pela ECU dentro dos parâmetros de monitoramento.
Condições de monitoramento:
– Motor na temperatura de operação
– Rotação estável (ex.: >800 rpm)
– Tensão de bordo normal (≈11,5 V a 16 V)
– Sensor NOx quente o suficiente para ativar o aquecedor (por volta de 200 °C)
Critério de disparo:
1. ECU gera corrente de referência e mede tensão de retorno no circuito do aquecedor.
2. Se a tensão ficar abaixo do setpoint interno (tipicamente ≈2 V) por tempo programado (200–500 ms) em dois eventos consecutivos, a ECU interpreta controle baixo.
3. A condição deve se repetir em ciclos de ignição sucessivos para evitar falsos disparos.
4. Após confirmação, grava-se o DTC P2206 e, se mantido, acende-se a luz MIL.
Estratégia de validação:
– Comparação interna entre sinal gerado e tensão real
– Checagem de parâmetros como tempo de injeção, temperatura do escape e potência de saída do transistor
– Tolerâncias de tempo e tensão definidas em tabela interna
Códigos frequentemente associados:
– P2203 (Circuito de Controle Alto B1S1)
– P2204/P2205 (Banco 1 Sensor 2 Circuito Baixo/Alto)
– P2210, P2213
Em resumo, P2206 indica que o comando de aquecimento do NOx em B1S1 não atingiu o nível mínimo de tensão esperado pela ECU dentro dos parâmetros de monitoramento.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Modo de emergência com potência reduzida
– Aumento no consumo de combustível
– Falha na regeneração do DPF
– Emissão de códigos de erro adicionais relacionados ao sensor NOx
– Modo de emergência com potência reduzida
– Aumento no consumo de combustível
– Falha na regeneração do DPF
– Emissão de códigos de erro adicionais relacionados ao sensor NOx
Causas Possíveis
– Sensor NOx banco 1 sensor 1 com defeito
– Chicote elétrico do aquecedor do sensor com fios rompidos ou em curto
– Conector elétrico do sensor corroído ou mal encaixado
– Fusível do circuito de aquecedor queimado ou de valor incorreto
– Aterramento do sensor NOx com resistência alta ou mal instalado
– Saída de controle do aquecedor na ECU com defeito
– Tensão de alimentação do sensor abaixo do valor mínimo (bateria fraca ou alternador ruim)
– Emenda no chicote elétrico com resistência elevada ou contato intermitente
– Elemento de aquecimento interno do sensor com soldas frias ou quebradas
– Sobrecarga do circuito por uso de scanner sem resistor de carga (reflexo indireto)
– Válvula EGR travada gerando excesso de soot e danificando o sensor NOx (reflexo indireto)
– Catalisador entupido elevando temperatura e afetando o aquecedor do sensor NOx (reflexo indireto)
– Ruído eletromagnético de bobinas de ignição ou alternador próximo ao sensor (reflexo indireto)
– Módulo de emissões da ECU com defeito bloqueando a alimentação do aquecedor
– Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento com leitura errada, levando a ECU a cortar corrente do aquecedor (reflexo indireto)
– Chicote elétrico do aquecedor do sensor com fios rompidos ou em curto
– Conector elétrico do sensor corroído ou mal encaixado
– Fusível do circuito de aquecedor queimado ou de valor incorreto
– Aterramento do sensor NOx com resistência alta ou mal instalado
– Saída de controle do aquecedor na ECU com defeito
– Tensão de alimentação do sensor abaixo do valor mínimo (bateria fraca ou alternador ruim)
– Emenda no chicote elétrico com resistência elevada ou contato intermitente
– Elemento de aquecimento interno do sensor com soldas frias ou quebradas
– Sobrecarga do circuito por uso de scanner sem resistor de carga (reflexo indireto)
– Válvula EGR travada gerando excesso de soot e danificando o sensor NOx (reflexo indireto)
– Catalisador entupido elevando temperatura e afetando o aquecedor do sensor NOx (reflexo indireto)
– Ruído eletromagnético de bobinas de ignição ou alternador próximo ao sensor (reflexo indireto)
– Módulo de emissões da ECU com defeito bloqueando a alimentação do aquecedor
– Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento com leitura errada, levando a ECU a cortar corrente do aquecedor (reflexo indireto)
By Madalozzo



