P2086 – “Sensor de Temperatura dos Gases de Escape – Circuito com Falha de Faixa ou Desempenho (Banco 2 Sensor 2)”
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
“Sensor de Temperatura dos Gases de Escape – Circuito com Falha de Faixa ou Desempenho (Banco 2 Sensor 2)”
O que significa?
Essa é uma DTC Universal controlada pelo ISO/SAE, isso significa que seu significado é praticamente igual para qualquer montadora. P2086 indica que o sensor de temperatura dos gases de escape (EGTS) do banco 2, posição sensor 2, está apresentando leitura fora da faixa esperada ou desempenho anômalo.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– A ECU monitora continuamente a tensão (ou resistência) do EGTS e compara com perfis de temperatura pré-programados.
– Se o sinal ficar persistente acima do limite máximo, abaixo do mínimo ou não acompanhar a rampa de aquecimento e resfriamento prevista em determinado número de ciclos (ignição ligada/desligada ou percursos-missão), a falha é detectada.
– São avaliadas, por exemplo, a estabilidade do sinal em ociosidade, aceleração e retorno à marcha-lenta, além de cruzar dados com o sensor de oxigênio e sinal do catalisador.
Condições para ativação
– Sinal constante sem variação dentro de faixas aceitáveis por tempo definido.
– Oscilações fora de limiares bivalentes (ex.: abaixo de 0,1 V ou acima de 4,9 V).
– Resposta muito lenta ao aumento ou queda de temperatura, mesmo sem queda total do circuito.
Possíveis reflexos na DTC (sem detalhar causa)
– Leituras que não acompanham o perfil de temperatura do gás pós-cat.
– Discrepância entre banco 1 sensor 2 e banco 2 sensor 2.
– Sinal estacionário indicando “travamento” eletroquímico do sensor.
DTCS correlacionados que podem surgir junto
P2196 (EGTS banco 1 sensor 2 fora de faixa),
P0138/P0148 (sensor O2 alto sinal),
P2463 (controle de aquecimento EGTS com defeito).
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– A ECU monitora continuamente a tensão (ou resistência) do EGTS e compara com perfis de temperatura pré-programados.
– Se o sinal ficar persistente acima do limite máximo, abaixo do mínimo ou não acompanhar a rampa de aquecimento e resfriamento prevista em determinado número de ciclos (ignição ligada/desligada ou percursos-missão), a falha é detectada.
– São avaliadas, por exemplo, a estabilidade do sinal em ociosidade, aceleração e retorno à marcha-lenta, além de cruzar dados com o sensor de oxigênio e sinal do catalisador.
Condições para ativação
– Sinal constante sem variação dentro de faixas aceitáveis por tempo definido.
– Oscilações fora de limiares bivalentes (ex.: abaixo de 0,1 V ou acima de 4,9 V).
– Resposta muito lenta ao aumento ou queda de temperatura, mesmo sem queda total do circuito.
Possíveis reflexos na DTC (sem detalhar causa)
– Leituras que não acompanham o perfil de temperatura do gás pós-cat.
– Discrepância entre banco 1 sensor 2 e banco 2 sensor 2.
– Sinal estacionário indicando “travamento” eletroquímico do sensor.
DTCS correlacionados que podem surgir junto
P2196 (EGTS banco 1 sensor 2 fora de faixa),
P0138/P0148 (sensor O2 alto sinal),
P2463 (controle de aquecimento EGTS com defeito).
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Modo de segurança ativado (perda de potência)
– Consumo de combustível elevado
– Aceleração irregular ou hesitação
– Regeneração do DPF falhando
– Fumaça escura no escapamento
– Temperatura dos gases de escape alta ou variável
– Modo de segurança ativado (perda de potência)
– Consumo de combustível elevado
– Aceleração irregular ou hesitação
– Regeneração do DPF falhando
– Fumaça escura no escapamento
– Temperatura dos gases de escape alta ou variável
Causas Possíveis
– Sensor de temperatura dos gases de escape (EGT) banco 2 sensor 2 com defeito
– Chicote elétrico do sensor EGT banco 2 sensor 2 danificado ou com mau contato
– Conector elétrico do sensor EGT banco 2 sensor 2 corroído ou mal encaixado
– Catalisador do banco 2 entupido ou danificado
– Turbocompressor com defeito no selo causando superaquecimento dos gases
– Válvula de recirculação de gases de escape (EGR) com defeito
– Sensor de pressão do coletor (MAP) com leitura incorreta
– Sensor de oxigênio do banco 2 sensor 1 com defeito influenciando controle térmico
– Injetores de combustível do banco 2 com defeito provocando mistura rica e calor excessivo
– Sistema de arrefecimento com baixo fluxo ou termostato com defeito causando superaquecimento
– Módulo de controle do motor (ECU) com falha de software ou hardware
– Fusível ou relé de alimentação do sensor EGT banco 2 sensor 2 queimado ou com mau contato
– Chicote elétrico do sensor EGT banco 2 sensor 2 danificado ou com mau contato
– Conector elétrico do sensor EGT banco 2 sensor 2 corroído ou mal encaixado
– Catalisador do banco 2 entupido ou danificado
– Turbocompressor com defeito no selo causando superaquecimento dos gases
– Válvula de recirculação de gases de escape (EGR) com defeito
– Sensor de pressão do coletor (MAP) com leitura incorreta
– Sensor de oxigênio do banco 2 sensor 1 com defeito influenciando controle térmico
– Injetores de combustível do banco 2 com defeito provocando mistura rica e calor excessivo
– Sistema de arrefecimento com baixo fluxo ou termostato com defeito causando superaquecimento
– Módulo de controle do motor (ECU) com falha de software ou hardware
– Fusível ou relé de alimentação do sensor EGT banco 2 sensor 2 queimado ou com mau contato
By Madalozzo



