P2035 – “Sensor de Temperatura dos Gases de Escape – Circuito Baixo (Banco 2 Sensor 2)”
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
“Sensor de Temperatura dos Gases de Escape – Circuito Baixo (Banco 2 Sensor 2)”
O que significa?
Essa é uma DTC Universal controlada pelo ISO/SAE, isso significa que seu significado é praticamente igual para qualquer montadora. P2035 indica que o módulo de controle (ECU) detectou leitura de temperatura dos gases de escape muito baixa no circuito do sensor 2 do banco 2.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
– Motor alcançou temperatura normal de operação (acima de ~80 °C).
– Condições de condução e ciclo de diagnóstico OBD completos (RPM e carga adequados).
– Sensor de temperatura dos gases (localizado após o catalisador do banco 2) envia sinal inferior ao valor mínimo previsto (ex.: tensão abaixo de ~0,3 V ou resistência muito baixa).
– Leitura permanece fora do limite por tempo programado (segundos suficientes para confirmação).
Condições para acionamento:
1. Monitor OBD pronto (autoteste ativo).
2. Sensor entra em modo de diagnóstico.
3. ECU compara tensão/resistência recebida com tabela interna.
4. Valor constante abaixo do limiar, sem flutuação válida, gera flag de circuito baixo.
5. Persistindo, acende o MIL e grava P2035.
O que reflete nessa DTC em geral:
– Valor de temperatura dos gases registrado muito inferior ao esperado em operação quente.
– Curto interno no sensor que reduz resistência de termistor.
– Ruptura ou desgaste do termistor que mantém leitura baixa.
– Interferência no chicote elétrico ou mau contato no conector elétrico provocando atenuação do sinal.
– Loops de controle O2 ou catalisador inativos podem influenciar a caracterização do sensor.
DTCs que costumam aparecer junto: P2036 (Circuito Alto – mesmo sensor), P0157/P0037 (circuitos de temperatura ou O₂ de banco 1 ou banco 2), P0420/P0430 (eficiência de catalisador).
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
– Motor alcançou temperatura normal de operação (acima de ~80 °C).
– Condições de condução e ciclo de diagnóstico OBD completos (RPM e carga adequados).
– Sensor de temperatura dos gases (localizado após o catalisador do banco 2) envia sinal inferior ao valor mínimo previsto (ex.: tensão abaixo de ~0,3 V ou resistência muito baixa).
– Leitura permanece fora do limite por tempo programado (segundos suficientes para confirmação).
Condições para acionamento:
1. Monitor OBD pronto (autoteste ativo).
2. Sensor entra em modo de diagnóstico.
3. ECU compara tensão/resistência recebida com tabela interna.
4. Valor constante abaixo do limiar, sem flutuação válida, gera flag de circuito baixo.
5. Persistindo, acende o MIL e grava P2035.
O que reflete nessa DTC em geral:
– Valor de temperatura dos gases registrado muito inferior ao esperado em operação quente.
– Curto interno no sensor que reduz resistência de termistor.
– Ruptura ou desgaste do termistor que mantém leitura baixa.
– Interferência no chicote elétrico ou mau contato no conector elétrico provocando atenuação do sinal.
– Loops de controle O2 ou catalisador inativos podem influenciar a caracterização do sensor.
DTCs que costumam aparecer junto: P2036 (Circuito Alto – mesmo sensor), P0157/P0037 (circuitos de temperatura ou O₂ de banco 1 ou banco 2), P0420/P0430 (eficiência de catalisador).
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Redução de potência
– Marcha lenta irregular
– Consumo de combustível maior
– Dificuldade na regeneração do filtro de partículas (DPF)
– Emissão de fumaça escura no escapamento
– Odor de combustível no escapamento
– Redução de potência
– Marcha lenta irregular
– Consumo de combustível maior
– Dificuldade na regeneração do filtro de partículas (DPF)
– Emissão de fumaça escura no escapamento
– Odor de combustível no escapamento
Causas Possíveis
– Sensor de temperatura dos gases de escape (banco 2 sensor 2) com defeito
– Aquecedor interno do sensor com defeito
– Chicote elétrico com curto ou rompimento no circuito do sensor
– Conector elétrico mal encaixado, corroído ou danificado
– ECU/PCM com defeito ou falha de software
– Falha de aterramento no circuito do sensor
– Emendas ou reparos mal feitos no chicote elétrico
– Excesso de fuligem ou depósitos de carbono abafando o sensor
– Catalisador entupido causando sobretemperatura
– Trinca no coletor de escapamento permitindo entrada de ar frio
– Sensor de oxigênio (banco 2 sensor 1) com defeito refletindo na leitura
– Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento com defeito afetando compensação térmica
– Comunicação CAN defeituosa entre módulos refletindo erro no sensor
– Aquecedor interno do sensor com defeito
– Chicote elétrico com curto ou rompimento no circuito do sensor
– Conector elétrico mal encaixado, corroído ou danificado
– ECU/PCM com defeito ou falha de software
– Falha de aterramento no circuito do sensor
– Emendas ou reparos mal feitos no chicote elétrico
– Excesso de fuligem ou depósitos de carbono abafando o sensor
– Catalisador entupido causando sobretemperatura
– Trinca no coletor de escapamento permitindo entrada de ar frio
– Sensor de oxigênio (banco 2 sensor 1) com defeito refletindo na leitura
– Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento com defeito afetando compensação térmica
– Comunicação CAN defeituosa entre módulos refletindo erro no sensor
By Madalozzo



