P1DDC Jeep – Desempenho do Processador de Monitoramento da TCM – Engate de Ré Não Permitido.
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: TCM Monitoring Processor Performance Unallowed Reverse Engagement
Definição em Português: Desempenho do Processador de Monitoramento da TCM – Engate de Ré Não Permitido.
Definição em Português: Desempenho do Processador de Monitoramento da TCM – Engate de Ré Não Permitido.
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Significado técnico
O código P1DDC indica que o processador de monitoramento da TCM detectou uma solicitação de engate de ré em um momento em que o sistema não permite essa operação ou falhou no processamento desse engate. A unidade de controle da transmissão (TCM) executa uma rotina de verificação sempre que o condutor seleciona a marcha à ré. Nessa rotina, ela compara o sinal do seletor de marchas (posição “R”) com várias variáveis internas antes de liberar o fluxo hidráulico e engrenar fisicamente a ré.
Condições para ativação
1) Sinal de posição “R” recebido pelo TCM.
2) Verificação de velocidade do veículo: acima do limite programado para engate de ré.
3) Confirmação de pressão hidráulica adequada para sincronização das engrenagens.
4) Confirmação de feedback do sensor de saída ou do sensor de velocidade interna correspondente à marcha ré.
5) Tempo máximo de resposta para todas as checagens definido pelo software da TCM.
Quando a ECU executa a rotina, se algum destes passos ficar fora de especificação ou se a confirmação do engate de ré não ocorrer dentro do intervalo de tempo previsto, o processador considera que houve falha no desempenho do monitor de ré e gera o P1DDC, inibindo qualquer comando de marcha ré até que a condição seja revista.
Significado técnico
O código P1DDC indica que o processador de monitoramento da TCM detectou uma solicitação de engate de ré em um momento em que o sistema não permite essa operação ou falhou no processamento desse engate. A unidade de controle da transmissão (TCM) executa uma rotina de verificação sempre que o condutor seleciona a marcha à ré. Nessa rotina, ela compara o sinal do seletor de marchas (posição “R”) com várias variáveis internas antes de liberar o fluxo hidráulico e engrenar fisicamente a ré.
Condições para ativação
1) Sinal de posição “R” recebido pelo TCM.
2) Verificação de velocidade do veículo: acima do limite programado para engate de ré.
3) Confirmação de pressão hidráulica adequada para sincronização das engrenagens.
4) Confirmação de feedback do sensor de saída ou do sensor de velocidade interna correspondente à marcha ré.
5) Tempo máximo de resposta para todas as checagens definido pelo software da TCM.
Quando a ECU executa a rotina, se algum destes passos ficar fora de especificação ou se a confirmação do engate de ré não ocorrer dentro do intervalo de tempo previsto, o processador considera que houve falha no desempenho do monitor de ré e gera o P1DDC, inibindo qualquer comando de marcha ré até que a condição seja revista.
Sintomas Possíveis
– Veículo não engata marcha à ré
– Marcha à ré não disponível
– Luz de injeção acesa
– Câmbio entra em modo de emergência
– Retardo ou falha na resposta ao comando de ré
– Funcionamento irregular do câmbio ao trocar para ré
– Marcha à ré não disponível
– Luz de injeção acesa
– Câmbio entra em modo de emergência
– Retardo ou falha na resposta ao comando de ré
– Funcionamento irregular do câmbio ao trocar para ré
Causas Possíveis
– Chicote elétrico do sensor de posição da alavanca de câmbio com defeito
– Conector elétrico da alavanca de câmbio com mau contato
– Sensor de posição da alavanca de câmbio PRNDL com defeito
– Módulo TCM com defeito ou falha interna
– Programação da TCM desatualizada ou corrompida
– Solenoide de ré da transmissão com defeito
– Chicote elétrico do solenoide de ré danificado ou com curto
– Sensor de velocidade do veículo (VSS) com defeito ou chicote danificado
– Nível de fluido de transmissão baixo ou contaminado
– Discos de embreagem de ré internos desgastados ou mal ajustados
– Engrenagens de ré internas danificadas ou com desgaste excessivo
– Fusível da TCM queimado ou mal encaixado
– Aterramento do TCM com mau contato
– Interferência no barramento CAN por módulo ABS com defeito
– Alternador com tensão instável afetando alimentação da TCM
– Chave de ignição com mau contato na alimentação do TCM
– Conector elétrico do TCM com pinos corroídos ou mal encaixados
– Módulo ECM com falha de comunicação com o TCM
– Conector elétrico da alavanca de câmbio com mau contato
– Sensor de posição da alavanca de câmbio PRNDL com defeito
– Módulo TCM com defeito ou falha interna
– Programação da TCM desatualizada ou corrompida
– Solenoide de ré da transmissão com defeito
– Chicote elétrico do solenoide de ré danificado ou com curto
– Sensor de velocidade do veículo (VSS) com defeito ou chicote danificado
– Nível de fluido de transmissão baixo ou contaminado
– Discos de embreagem de ré internos desgastados ou mal ajustados
– Engrenagens de ré internas danificadas ou com desgaste excessivo
– Fusível da TCM queimado ou mal encaixado
– Aterramento do TCM com mau contato
– Interferência no barramento CAN por módulo ABS com defeito
– Alternador com tensão instável afetando alimentação da TCM
– Chave de ignição com mau contato na alimentação do TCM
– Conector elétrico do TCM com pinos corroídos ou mal encaixados
– Módulo ECM com falha de comunicação com o TCM
By Madalozzo



