P1DAA Jeep – Temperatura da Transmissão – Indeterminada
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Trans Temp Undetermined
Definição em Português: Temperatura da Transmissão – Indeterminada
Definição em Português: Temperatura da Transmissão – Indeterminada
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Sua explicação:
A DTC P1DAA informa que a ECU de transmissão não obteve uma leitura válida da temperatura do fluido. Internamente, a unidade controla esse parâmetro por meio de um sensor (termistor ou transmissor de temperatura) cujos dados chegam em forma de tensão ou sinal digital. A ECU compara esse sinal a faixas pré-definidas de validade (normalmente tensão entre 0,2 V e 4,8 V ou protocolo CAN).
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Se por um certo número de ciclos a tensão lida no pino de sensor ficar fora da janela de validação ou permanecer estável (sem variação esperada com a mudança de temperatura).
– Se houver interrupção de comunicação digital (no caso de sensor via rede CAN ou LIN) por tempo maior que o limite interno.
– Se ocorrer resistência infinita ou curto-circuito no chicote elétrico ou no sensor, levando a sinal ausente ou preso em nível alto/baixo.
Condições para ativação
1. Teste de circuito detecta valor de temperatura “indeterminado” por três leituras consecutivas.
2. Timeout de recepção de dados (sensor digital) ultrapassa o limite estabelecido.
3. Verificação de plausibilidade interna falha, ou seja, o valor não muda apesar do aquecimento da transmissão em funcionamento normal.
O que reflete essa DTC no controle da transmissão
– A ECU assume um valor de temperatura padrão de segurança para proteger engrenagens e embreagem.
– Limita estratégia de troca de marchas, retardando pontos de mudança para reduzir aquecimento adicional.
– Desabilita modos de operação mais agressivos (kick-down, trocas rápidas) até a falha ser sanada.
– Registra falha como “permanente” após ciclo completo de ignição até solução do problema.
Sua explicação:
A DTC P1DAA informa que a ECU de transmissão não obteve uma leitura válida da temperatura do fluido. Internamente, a unidade controla esse parâmetro por meio de um sensor (termistor ou transmissor de temperatura) cujos dados chegam em forma de tensão ou sinal digital. A ECU compara esse sinal a faixas pré-definidas de validade (normalmente tensão entre 0,2 V e 4,8 V ou protocolo CAN).
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Se por um certo número de ciclos a tensão lida no pino de sensor ficar fora da janela de validação ou permanecer estável (sem variação esperada com a mudança de temperatura).
– Se houver interrupção de comunicação digital (no caso de sensor via rede CAN ou LIN) por tempo maior que o limite interno.
– Se ocorrer resistência infinita ou curto-circuito no chicote elétrico ou no sensor, levando a sinal ausente ou preso em nível alto/baixo.
Condições para ativação
1. Teste de circuito detecta valor de temperatura “indeterminado” por três leituras consecutivas.
2. Timeout de recepção de dados (sensor digital) ultrapassa o limite estabelecido.
3. Verificação de plausibilidade interna falha, ou seja, o valor não muda apesar do aquecimento da transmissão em funcionamento normal.
O que reflete essa DTC no controle da transmissão
– A ECU assume um valor de temperatura padrão de segurança para proteger engrenagens e embreagem.
– Limita estratégia de troca de marchas, retardando pontos de mudança para reduzir aquecimento adicional.
– Desabilita modos de operação mais agressivos (kick-down, trocas rápidas) até a falha ser sanada.
– Registra falha como “permanente” após ciclo completo de ignição até solução do problema.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Trocas de marcha demoradas
– Trocas de marcha duras
– Câmbio trava em uma única marcha (modo de segurança)
– Retardo na resposta ao acelerar
– Marcha ré com atraso ou não engata
– Velocidade máxima limitada
– Trocas de marcha demoradas
– Trocas de marcha duras
– Câmbio trava em uma única marcha (modo de segurança)
– Retardo na resposta ao acelerar
– Marcha ré com atraso ou não engata
– Velocidade máxima limitada
Causas Possíveis
– Sensor de temperatura da transmissão com defeito
– Chicote elétrico da transmissão danificado (curto ou interrupção)
– Conector elétrico do sensor oxidado ou folgado
– Módulo de controle de transmissão (TCM) com defeito
– Mau contato no aterramento do TCM
– Fusível do circuito de temperatura da transmissão queimado
– Radiador de óleo de transmissão entupido ou com vazamento
– Nível de fluido da transmissão muito baixo
– Bomba de óleo interna da transmissão com defeito
– ECU/PCM com software corrompido ou falha interna
– Alternador com saída de tensão instável
– Termostato do circuito de arrefecimento da transmissão com defeito
– Contaminação do fluido de transmissão por partículas metálicas afetando leitura do sensor
– Chicote elétrico da transmissão danificado (curto ou interrupção)
– Conector elétrico do sensor oxidado ou folgado
– Módulo de controle de transmissão (TCM) com defeito
– Mau contato no aterramento do TCM
– Fusível do circuito de temperatura da transmissão queimado
– Radiador de óleo de transmissão entupido ou com vazamento
– Nível de fluido da transmissão muito baixo
– Bomba de óleo interna da transmissão com defeito
– ECU/PCM com software corrompido ou falha interna
– Alternador com saída de tensão instável
– Termostato do circuito de arrefecimento da transmissão com defeito
– Contaminação do fluido de transmissão por partículas metálicas afetando leitura do sensor
By Madalozzo



