P1886 Honda – Sensor de Velocidade da Polia Motriz da Transmissão Automática – Mau Funcionamento do Circuito
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: A/T Driven Pulley Speed Sensor Circuit Malfunction
Definição em Português: Sensor de Velocidade da Polia Motriz da Transmissão Automática – Mau Funcionamento do Circuito
Definição em Português: Sensor de Velocidade da Polia Motriz da Transmissão Automática – Mau Funcionamento do Circuito
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Significado técnico: indica mau funcionamento do circuito do sensor de velocidade da polia motriz (sensor de velocidade de entrada) da transmissão automática Honda. A ECU espera receber um sinal pulsado cujo nível de tensão e frequência reflita a rotação do eixo de entrada da caixa.
Quando e por que a ECU ativa a DTC P1886:
1. Ignção ligada e motor em funcionamento acima de um determinado giro (por exemplo, >500 rpm) com seleção de marcha em D, 3, 2 ou L.
2. A ECU monitora a tensão de saída do sensor (normalmente entre ≈0,5 V e ≈4,5 V) e a frequência de pulsos.
3. Se o sinal permanecer ausente ou fixo, ou se o valor de tensão ficar abaixo do limiar mínimo (por exemplo, <0,2 V) ou acima do máximo (por exemplo, >4,8 V) por tempo superior ao programado (tipicamente >0,5 a 2 s), a ECU detecta circuito aberto, curto a +B ou a terra, ou leitura fora de parâmetros.
4. Após confirmação do defeito em ciclos repetidos (normalmente 2 testes consecutivos), a ECU grava o código P1886 e acende o MIL.
Condições de ativação detalhadas:
– Falta de pulsos (frequência zero) durante tempo de verificação.
– Tensão de sensor constante acima ou abaixo dos thresholds estabelecidos.
– Resistência de circuito fora da faixa esperada medida internamente.
– Sinais instáveis ou ruídos que impeçam a ECU de decodificar corretamente a velocidade.
Reflexo na DTC:
A detecção desse padrão (ausência de frequência ou voltagem anormal) é interpretada como falha do circuito do sensor, levando à interrupção do uso daquela leitura para gestão de marchas e torque, e ao registro do P1886 no histórico de falhas.
Significado técnico: indica mau funcionamento do circuito do sensor de velocidade da polia motriz (sensor de velocidade de entrada) da transmissão automática Honda. A ECU espera receber um sinal pulsado cujo nível de tensão e frequência reflita a rotação do eixo de entrada da caixa.
Quando e por que a ECU ativa a DTC P1886:
1. Ignção ligada e motor em funcionamento acima de um determinado giro (por exemplo, >500 rpm) com seleção de marcha em D, 3, 2 ou L.
2. A ECU monitora a tensão de saída do sensor (normalmente entre ≈0,5 V e ≈4,5 V) e a frequência de pulsos.
3. Se o sinal permanecer ausente ou fixo, ou se o valor de tensão ficar abaixo do limiar mínimo (por exemplo, <0,2 V) ou acima do máximo (por exemplo, >4,8 V) por tempo superior ao programado (tipicamente >0,5 a 2 s), a ECU detecta circuito aberto, curto a +B ou a terra, ou leitura fora de parâmetros.
4. Após confirmação do defeito em ciclos repetidos (normalmente 2 testes consecutivos), a ECU grava o código P1886 e acende o MIL.
Condições de ativação detalhadas:
– Falta de pulsos (frequência zero) durante tempo de verificação.
– Tensão de sensor constante acima ou abaixo dos thresholds estabelecidos.
– Resistência de circuito fora da faixa esperada medida internamente.
– Sinais instáveis ou ruídos que impeçam a ECU de decodificar corretamente a velocidade.
Reflexo na DTC:
A detecção desse padrão (ausência de frequência ou voltagem anormal) é interpretada como falha do circuito do sensor, levando à interrupção do uso daquela leitura para gestão de marchas e torque, e ao registro do P1886 no histórico de falhas.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Mudanças de marcha irregulares
– Marchas duras ou com solavancos
– Veículo em modo de emergência (travado em marcha única)
– Falha no engate do conversor de torque
– Aceleração retardada ou sem resposta
– Aumento no consumo de combustível
– Controle de cruzeiro desativado
– Mudanças de marcha irregulares
– Marchas duras ou com solavancos
– Veículo em modo de emergência (travado em marcha única)
– Falha no engate do conversor de torque
– Aceleração retardada ou sem resposta
– Aumento no consumo de combustível
– Controle de cruzeiro desativado
Causas Possíveis
– Sensor de Velocidade da Polia Motriz com defeito
– Chicote elétrico danificado ou com curto
– Conector elétrico corrodido ou solto
– Reluctor da polia motriz deformado ou quebrado
– Falha no aterramento do módulo de câmbio
– Módulo de Controle de Transmissão (TCM) com defeito ou falha de software
– Nível de fluido de transmissão muito baixo causando vibrações no sensor
– Interferência eletromagnética de componentes de ignição próximos
– Solenóides internos da transmissão contaminados gerando ruídos elétricos
– Bateria ou alternador com tensão instável afetando leitura do sensor
– Freio de conversor de torque travado gerando sobrecarga no sensor
– Acúmulo de detritos metálicos na polia motriz distorcendo o sinal
– Chicote elétrico danificado ou com curto
– Conector elétrico corrodido ou solto
– Reluctor da polia motriz deformado ou quebrado
– Falha no aterramento do módulo de câmbio
– Módulo de Controle de Transmissão (TCM) com defeito ou falha de software
– Nível de fluido de transmissão muito baixo causando vibrações no sensor
– Interferência eletromagnética de componentes de ignição próximos
– Solenóides internos da transmissão contaminados gerando ruídos elétricos
– Bateria ou alternador com tensão instável afetando leitura do sensor
– Freio de conversor de torque travado gerando sobrecarga no sensor
– Acúmulo de detritos metálicos na polia motriz distorcendo o sinal
By Madalozzo



