P1839 Toyota – Sensor de Velocidade Traseiro Direito – Mau Funcionamento
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Rear Right Speed Sensor Malfunction
Definição em Português: Sensor de Velocidade Traseiro Direito – Mau Funcionamento
Definição em Português: Sensor de Velocidade Traseiro Direito – Mau Funcionamento
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Sua explicação:
O P1839 indica que a Unidade de Controle Eletrônico (ECU) detectou anomalia no sinal do sensor de velocidade da roda traseira direita. Esse sensor, do tipo indutivo ou Hall, gera pulsos cuja frequência corresponde à rotação da roda. A ECU fornece tensão de referência ao sensor e mede a voltagem de retorno como ondas quadradas ou senoidais.
Condições para ativação da DTC:
1. Ignição ligada e sistema ABS/Controle de Estabilidade ativo.
2. Veículo em movimento acima de baixa velocidade (tipicamente > 5–10 km/h).
3. Ausência de pulsos ou pulsos com amplitude/frequência fora dos limites programados por tempo contínuo (normalmente alguns segundos).
4. Diferença entre a velocidade registrada pelo sensor traseiro direito e a média das demais rodas excede o limiar interno por período definido pela ECU.
Quando todas essas condições se repetem dentro de ciclos de varredura, a ECU entende que o sinal está com mau funcionamento e registra o P1839, acendendo a lâmpada de alerta e gravando o código.
O “reflexo” desse comportamento na ECU se dá por:
• Sinal estático (nível contínuo) ou ausência total de pulso.
• Pulsos intermitentes, com frequência irregular ou amplitude abaixo do especificado.
• Descompasso persistente entre frequência do sensor traseiro direito e dos demais sensores de roda.
A DTC permanece ativa enquanto a anomalia de sinal for detectada em condição de rodagem.
Sua explicação:
O P1839 indica que a Unidade de Controle Eletrônico (ECU) detectou anomalia no sinal do sensor de velocidade da roda traseira direita. Esse sensor, do tipo indutivo ou Hall, gera pulsos cuja frequência corresponde à rotação da roda. A ECU fornece tensão de referência ao sensor e mede a voltagem de retorno como ondas quadradas ou senoidais.
Condições para ativação da DTC:
1. Ignição ligada e sistema ABS/Controle de Estabilidade ativo.
2. Veículo em movimento acima de baixa velocidade (tipicamente > 5–10 km/h).
3. Ausência de pulsos ou pulsos com amplitude/frequência fora dos limites programados por tempo contínuo (normalmente alguns segundos).
4. Diferença entre a velocidade registrada pelo sensor traseiro direito e a média das demais rodas excede o limiar interno por período definido pela ECU.
Quando todas essas condições se repetem dentro de ciclos de varredura, a ECU entende que o sinal está com mau funcionamento e registra o P1839, acendendo a lâmpada de alerta e gravando o código.
O “reflexo” desse comportamento na ECU se dá por:
• Sinal estático (nível contínuo) ou ausência total de pulso.
• Pulsos intermitentes, com frequência irregular ou amplitude abaixo do especificado.
• Descompasso persistente entre frequência do sensor traseiro direito e dos demais sensores de roda.
A DTC permanece ativa enquanto a anomalia de sinal for detectada em condição de rodagem.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Luz do ABS acesa
– Luz de controle de estabilidade acesa
– Velocímetro instável ou sem marcação
– Sistema de freio ABS sem acionamento
– Perda de tração em curvas orrimento
– Luz do ABS acesa
– Luz de controle de estabilidade acesa
– Velocímetro instável ou sem marcação
– Sistema de freio ABS sem acionamento
– Perda de tração em curvas orrimento
Causas Possíveis
– Chicote elétrico do sensor de velocidade traseiro direito com fios rompidos ou em curto
– Conector elétrico do sensor contaminado, oxidado ou mal encaixado
– Sensor de velocidade traseiro direito com defeito interno
– Anel fônico (relutor) da roda traseira direita com dentes danificados ou sujos
– Rolamento de roda traseira direita com folga excessiva deslocando o sensor
– Sujeira, ferrugem ou detritos presos ao sensor impedindo leitura magnética
– Módulo de ABS com defeito alterando o sinal do sensor de velocidade traseiro
– Módulo de controle da transmissão sem aterramento adequado gerando ruído elétrico
– Rede de dados CAN com interferência eletromagnética afetando o sinal do sensor
– Bateria com baixa tensão ou cabo terra principal solto influenciando a alimentação do sensor
– Disco de freio traseiro direito empenado causando variações na velocidade lida
– Sensor de torque da transmissão com defeito provocando reflexo no sinal de velocidade
– Solenóide do freio de estacionamento eletrônico com defeito interferindo no circuito ABS
– Conector elétrico do sensor contaminado, oxidado ou mal encaixado
– Sensor de velocidade traseiro direito com defeito interno
– Anel fônico (relutor) da roda traseira direita com dentes danificados ou sujos
– Rolamento de roda traseira direita com folga excessiva deslocando o sensor
– Sujeira, ferrugem ou detritos presos ao sensor impedindo leitura magnética
– Módulo de ABS com defeito alterando o sinal do sensor de velocidade traseiro
– Módulo de controle da transmissão sem aterramento adequado gerando ruído elétrico
– Rede de dados CAN com interferência eletromagnética afetando o sinal do sensor
– Bateria com baixa tensão ou cabo terra principal solto influenciando a alimentação do sensor
– Disco de freio traseiro direito empenado causando variações na velocidade lida
– Sensor de torque da transmissão com defeito provocando reflexo no sinal de velocidade
– Solenóide do freio de estacionamento eletrônico com defeito interferindo no circuito ABS
By Madalozzo



