P1785 Honda – Módulo de Controle de Transmissão (TCM) – Mau Funcionamento do Sistema de Transmissão Automática.
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: TCM A/T System Malfunction
Definição em Português: Módulo de Controle de Transmissão (TCM) – Mau Funcionamento do Sistema de Transmissão Automática.
Definição em Português: Módulo de Controle de Transmissão (TCM) – Mau Funcionamento do Sistema de Transmissão Automática.
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora. O P1785 em Honda indica que o Módulo de Controle de Transmissão (TCM) detectou mau funcionamento interno na gestão da transmissão automática. A ECU faz monitoramento contínuo dos seguintes itens:
1. Pressão de linha hidráulica medida pelo sensor interno do conjunto de válvulas.
2. Sinal elétrico dos solenoides de mudança (envolvendo corrente e tempo de ativação).
3. Velocidade de entrada e saída da transmissão via sensores de rotação.
4. Comando do conversor de torque versus feedback de bloqueio.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Condição de teste: motor em funcionamento, transmissão em ponto morto ou em marchas baixas, temperatura de fluido dentro da faixa operacional.
– A ECU envia pulsos de controle aos solenoides para exercer controle de pressão e mudança de marchas em malha fechada.
– Se o valor lido pelos sensores de pressão, rotação ou estado do conversor não corresponder ao mapa de referência interno por três tentativas consecutivas, dentro de limites programados de tempo e amplitude, o TCM entende que há inconsistência no sistema.
– Após confirmação, a ECU grava o código P1785 e mantém o código até que, em três partidas subsequentes, o autodiagnóstico interno detecte retorno dos parâmetros para dentro das faixas esperadas.
Condições para ativação da DTC
– Divergência entre comando e feedback de pressão hidráulica acima do limiar calibrado.
– Diferença sistemática entre velocidade de entrada e saída além do escore de eficiência previsto (relacionado ao conversor de torque).
– Oscilações no sinal dos solenoides (corrente fora do padrão ou tempo de resposta fora do tolerado).
Reflexos gerados nessa DTC
– Armazenamento de freeze-frame contendo pressão de linha, valores de corrente dos solenoides, rotações de entrada/saída e temperatura do fluido.
– Definição de limiares de iluminação da lâmpada MIL (malfunction indicator lamp) com base na gravidade e persistência do erro.
– Bloqueio de alguns modos de torque do conversor de torque em estratégia de proteção, reduzindo esforços internos até a anulação do código pelo reteste bem-sucedido.
1. Pressão de linha hidráulica medida pelo sensor interno do conjunto de válvulas.
2. Sinal elétrico dos solenoides de mudança (envolvendo corrente e tempo de ativação).
3. Velocidade de entrada e saída da transmissão via sensores de rotação.
4. Comando do conversor de torque versus feedback de bloqueio.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Condição de teste: motor em funcionamento, transmissão em ponto morto ou em marchas baixas, temperatura de fluido dentro da faixa operacional.
– A ECU envia pulsos de controle aos solenoides para exercer controle de pressão e mudança de marchas em malha fechada.
– Se o valor lido pelos sensores de pressão, rotação ou estado do conversor não corresponder ao mapa de referência interno por três tentativas consecutivas, dentro de limites programados de tempo e amplitude, o TCM entende que há inconsistência no sistema.
– Após confirmação, a ECU grava o código P1785 e mantém o código até que, em três partidas subsequentes, o autodiagnóstico interno detecte retorno dos parâmetros para dentro das faixas esperadas.
Condições para ativação da DTC
– Divergência entre comando e feedback de pressão hidráulica acima do limiar calibrado.
– Diferença sistemática entre velocidade de entrada e saída além do escore de eficiência previsto (relacionado ao conversor de torque).
– Oscilações no sinal dos solenoides (corrente fora do padrão ou tempo de resposta fora do tolerado).
Reflexos gerados nessa DTC
– Armazenamento de freeze-frame contendo pressão de linha, valores de corrente dos solenoides, rotações de entrada/saída e temperatura do fluido.
– Definição de limiares de iluminação da lâmpada MIL (malfunction indicator lamp) com base na gravidade e persistência do erro.
– Bloqueio de alguns modos de torque do conversor de torque em estratégia de proteção, reduzindo esforços internos até a anulação do código pelo reteste bem-sucedido.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Retardo na troca de marchas
– Escorregamento da transmissão
– Engates bruscos
– Funcionamento em marcha única (modo de emergência)
– Aceleração irregular
– Não engata marchas ou não sai do lugar
– Ruídos na transmissão ao mudar de velocidade
– Retardo na troca de marchas
– Escorregamento da transmissão
– Engates bruscos
– Funcionamento em marcha única (modo de emergência)
– Aceleração irregular
– Não engata marchas ou não sai do lugar
– Ruídos na transmissão ao mudar de velocidade
Causas Possíveis
– Módulo de Controle de Transmissão (TCM) com defeito
– Chicote elétrico danificado ou com mau contato
– Conector elétrico corroído ou mal encaixado
– Solenoide de pressão de mudança com defeito
– Sensor de velocidade do veículo com defeito
– Sensor de temperatura do fluido com defeito
– Baixo nível ou contaminação do fluido de transmissão
– Filtro de óleo de transmissão entupido
– Bomba de óleo interna com defeito
– Corpo de válvulas obstruído por resíduos
– Pressão hidráulica interna abaixo do especificado
– Relé de alimentação do TCM com defeito
– Aterramento ruim no módulo de transmissão
– Falha na comunicação CAN entre TCM e ECM
– Alternador ou bateria com voltagem instável
– Chicote elétrico danificado ou com mau contato
– Conector elétrico corroído ou mal encaixado
– Solenoide de pressão de mudança com defeito
– Sensor de velocidade do veículo com defeito
– Sensor de temperatura do fluido com defeito
– Baixo nível ou contaminação do fluido de transmissão
– Filtro de óleo de transmissão entupido
– Bomba de óleo interna com defeito
– Corpo de válvulas obstruído por resíduos
– Pressão hidráulica interna abaixo do especificado
– Relé de alimentação do TCM com defeito
– Aterramento ruim no módulo de transmissão
– Falha na comunicação CAN entre TCM e ECM
– Alternador ou bateria com voltagem instável
By Madalozzo



