P1749 Jeep – Solenoide de troca A/T ‘C’ – Entrada alta no circuito de controle
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: A/T Shift Solenoid ‘C’ Control Circuit High Input
Definição em Português: Solenoide de troca A/T ‘C’ – Entrada alta no circuito de controle
Definição em Português: Solenoide de troca A/T ‘C’ – Entrada alta no circuito de controle
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Significado técnico da P1749 (Jeep): indica que a Unidade de Controle da Transmissão (TCM/ECU) detectou tensão de entrada mais alta que o esperado no circuito de comando do solenoide de troca A/T “C”. Em vez de receber um sinal variando entre 0 V e aproximadamente 5 V (PWM), o pino de monitoramento mostra nível acima do limite superior definido pelo projeto.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
1. Condições de monitoramento: motor em funcionamento, marcha selecionada em Drive (D) ou indicativo de mudança ativa, velocidade do veículo acima de determinado limiar (ex.: >10 km/h) e temperatura da transmissão dentro da faixa operacional.
2. Durante um ciclo de diagnóstico em tempo real, a TCM comanda o solenoide “C” via PWM de baixa tensão (cerca de 5 V) para modular pressão interna. Simultaneamente, ela lê a tensão no mesmo fio para confirmar operação.
3. Se a tensão lida ultrapassa o valor máximo de projeto (tipicamente > 8 V) por mais de um tempo pré-programado (por exemplo, 100–300 ms), a TCM reconhece uma anomalia no circuito de comando.
4. Ao ocorrer essa condição em dois ou mais testes consecutivos, a DTC P1749 é armazenada na memória e o indicador de falha pode ser acionado.
Condições para ativação:
– Sinal de retorno do solenoide consistentemente maior que o nível de referência.
– Ciclos de diagnóstico repetidos com falha confirmada em sequência.
– Parâmetros de operação (velocidade, temperatura, seleção de marcha) dentro das faixas previstas.
Reflexo na DTC:
Sempre que o monitor interno acusa tensão acima do limite enquanto tenta ativar ou desativar o solenoide “C”, o sistema interpreta que há um “reflexo” de alta tensão no circuito de controle e registra a P1749, mesmo que o solenoide não seja fisicamente inspecionado.
Significado técnico da P1749 (Jeep): indica que a Unidade de Controle da Transmissão (TCM/ECU) detectou tensão de entrada mais alta que o esperado no circuito de comando do solenoide de troca A/T “C”. Em vez de receber um sinal variando entre 0 V e aproximadamente 5 V (PWM), o pino de monitoramento mostra nível acima do limite superior definido pelo projeto.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
1. Condições de monitoramento: motor em funcionamento, marcha selecionada em Drive (D) ou indicativo de mudança ativa, velocidade do veículo acima de determinado limiar (ex.: >10 km/h) e temperatura da transmissão dentro da faixa operacional.
2. Durante um ciclo de diagnóstico em tempo real, a TCM comanda o solenoide “C” via PWM de baixa tensão (cerca de 5 V) para modular pressão interna. Simultaneamente, ela lê a tensão no mesmo fio para confirmar operação.
3. Se a tensão lida ultrapassa o valor máximo de projeto (tipicamente > 8 V) por mais de um tempo pré-programado (por exemplo, 100–300 ms), a TCM reconhece uma anomalia no circuito de comando.
4. Ao ocorrer essa condição em dois ou mais testes consecutivos, a DTC P1749 é armazenada na memória e o indicador de falha pode ser acionado.
Condições para ativação:
– Sinal de retorno do solenoide consistentemente maior que o nível de referência.
– Ciclos de diagnóstico repetidos com falha confirmada em sequência.
– Parâmetros de operação (velocidade, temperatura, seleção de marcha) dentro das faixas previstas.
Reflexo na DTC:
Sempre que o monitor interno acusa tensão acima do limite enquanto tenta ativar ou desativar o solenoide “C”, o sistema interpreta que há um “reflexo” de alta tensão no circuito de controle e registra a P1749, mesmo que o solenoide não seja fisicamente inspecionado.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Câmbio preso em segunda (modo de emergência)
– Trocas de marcha demoradas
– Engates de marcha bruscos
– Falha em subir para marchas superiores
– Câmbio preso em segunda (modo de emergência)
– Trocas de marcha demoradas
– Engates de marcha bruscos
– Falha em subir para marchas superiores
Causas Possíveis
– Solenoide de troca A/T C com defeito interno (curto ou alta resistência)
– Chicote elétrico do solenoide C com curto ao positivo
– Chicote elétrico do solenoide C aberto ou isolação danificada
– Conector elétrico do solenoide C com pinos corroídos, dobrados ou mal encaixados
– Módulo de transmissão (TCM) com transistor de saída do solenoide C com defeito
– Ponto de terra do módulo de controle de transmissão solto ou corroído
– Alimentação de bateria com tensão acima do especificado (overvoltage)
– Interferência eletromagnética no chicote elétrico do solenoide C
– Válvula hidráulica de controle de pressão com impedância incorreta influenciando o circuito
– Firmware do módulo de transmissão corrompido ou parametrização incorreta
– Chicote elétrico do solenoide C com curto ao positivo
– Chicote elétrico do solenoide C aberto ou isolação danificada
– Conector elétrico do solenoide C com pinos corroídos, dobrados ou mal encaixados
– Módulo de transmissão (TCM) com transistor de saída do solenoide C com defeito
– Ponto de terra do módulo de controle de transmissão solto ou corroído
– Alimentação de bateria com tensão acima do especificado (overvoltage)
– Interferência eletromagnética no chicote elétrico do solenoide C
– Válvula hidráulica de controle de pressão com impedância incorreta influenciando o circuito
– Firmware do módulo de transmissão corrompido ou parametrização incorreta
By Madalozzo



