P1725 Toyota – Circuito do Sensor de Revolução NT – Mau Funcionamento (Sensor de Velocidade da Turbina de Entrada)
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: NT Revolution Sensor Circuit Malfunction (Input Turbine Speed Sensor)
Definição em Português: Circuito do Sensor de Revolução NT – Mau Funcionamento (Sensor de Velocidade da Turbina de Entrada)
Definição em Português: Circuito do Sensor de Revolução NT – Mau Funcionamento (Sensor de Velocidade da Turbina de Entrada)
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Sua explicação:
P1725 em Toyota indica que a Unidade de Controle Eletrônico (ECU) detectou anomalia no sinal do sensor de rotação NT (turbina de entrada). Esse sensor gera pulsos proporcionais à velocidade da turbina e envia um sinal digital (nível baixo e alto) para a ECU. A interpretação técnica gira em torno da leitura de frequência, largura de pulso e níveis de tensão do sinal.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC?
– Durante autodiagnóstico com ignição ligada ou motor em funcionamento.
– Se a tensão de alimentação de referência ao sensor ultrapassar o limite superior (≈6 V) ou ficar abaixo do limite mínimo (≈4,5 V) por mais de 300 ms.
– Se o sinal de pulso permanecer travado em nível baixo (<0,5 V) ou alto (>4,5 V) por mais de 300 ms seguidos.
– Se o intervalo entre pulsos ultrapassar o tempo máximo programado (sinal ausente por >0,5 s) ou ficar muito curto gerando frequência acima do máximo esperado.
– Se a frequência medida estiver fora da faixa pré-definida para determinada faixa de rotação do motor (por exemplo, abaixo de ≈20 Hz em marcha lenta ou acima de ≈1.000 Hz em alta rotação).
O que reflete nessa DTC?
Qualquer condição que impeça a ECU de ler o padrão de pulso correto do sensor NT, como oscilações súbitas no nível de tensão, intervalos de pulso irregulares fora do envelope de timing pré-programado ou falhas na referência de alimentação, fará com que o P1725 seja armazenado.
Sua explicação:
P1725 em Toyota indica que a Unidade de Controle Eletrônico (ECU) detectou anomalia no sinal do sensor de rotação NT (turbina de entrada). Esse sensor gera pulsos proporcionais à velocidade da turbina e envia um sinal digital (nível baixo e alto) para a ECU. A interpretação técnica gira em torno da leitura de frequência, largura de pulso e níveis de tensão do sinal.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC?
– Durante autodiagnóstico com ignição ligada ou motor em funcionamento.
– Se a tensão de alimentação de referência ao sensor ultrapassar o limite superior (≈6 V) ou ficar abaixo do limite mínimo (≈4,5 V) por mais de 300 ms.
– Se o sinal de pulso permanecer travado em nível baixo (<0,5 V) ou alto (>4,5 V) por mais de 300 ms seguidos.
– Se o intervalo entre pulsos ultrapassar o tempo máximo programado (sinal ausente por >0,5 s) ou ficar muito curto gerando frequência acima do máximo esperado.
– Se a frequência medida estiver fora da faixa pré-definida para determinada faixa de rotação do motor (por exemplo, abaixo de ≈20 Hz em marcha lenta ou acima de ≈1.000 Hz em alta rotação).
O que reflete nessa DTC?
Qualquer condição que impeça a ECU de ler o padrão de pulso correto do sensor NT, como oscilações súbitas no nível de tensão, intervalos de pulso irregulares fora do envelope de timing pré-programado ou falhas na referência de alimentação, fará com que o P1725 seja armazenado.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Trocas de marchas bruscas
– Demora na troca de marchas
– Transmissão em modo emergência (limp mode)
– Velocímetro oscilante ou sem marcação
– Falha no engate de ré ou primeira marcha
– Trocas de marchas bruscas
– Demora na troca de marchas
– Transmissão em modo emergência (limp mode)
– Velocímetro oscilante ou sem marcação
– Falha no engate de ré ou primeira marcha
Causas Possíveis
– Sensor de velocidade da turbina (sensor de revolução NT) com defeito
– Chicote elétrico rompido, curto ou em mau estado
– Conector elétrico do sensor NT corroído ou mal encaixado
– Módulo de controle de transmissão (TCM/ECU) com defeito
– Aterramento ruim no módulo de transmissão ou no motor
– Interferência eletromagnética (EMI) próxima ao chicote do sensor
– Corrosão ou pinos tortos no conector elétrico do TCM
– Software da ECU desatualizado ou com falha de programação
– Desgaste excessivo nas engrenagens da turbina que afeta leitura
– Solenoide de controle de pressão de óleo da transmissão com defeito
– Pressão de fluido da transmissão abaixo do mínimo por bomba fraca
– Rotor ou estator do sensor NT mal alinhado ou solto
– Bateria fraca ou alternador com saída instável afetando tensão do sensor
– Deslizamento intermitente da embreagem interna causando flutuação de rotação
– Problema de aterramento compartilhado no chicote do motor e da transmissão
– Chicote elétrico rompido, curto ou em mau estado
– Conector elétrico do sensor NT corroído ou mal encaixado
– Módulo de controle de transmissão (TCM/ECU) com defeito
– Aterramento ruim no módulo de transmissão ou no motor
– Interferência eletromagnética (EMI) próxima ao chicote do sensor
– Corrosão ou pinos tortos no conector elétrico do TCM
– Software da ECU desatualizado ou com falha de programação
– Desgaste excessivo nas engrenagens da turbina que afeta leitura
– Solenoide de controle de pressão de óleo da transmissão com defeito
– Pressão de fluido da transmissão abaixo do mínimo por bomba fraca
– Rotor ou estator do sensor NT mal alinhado ou solto
– Bateria fraca ou alternador com saída instável afetando tensão do sensor
– Deslizamento intermitente da embreagem interna causando flutuação de rotação
– Problema de aterramento compartilhado no chicote do motor e da transmissão
By Madalozzo



