P1725 Ford – Velocidade do Motor – Aumento Insuficiente Durante Auto-teste
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Insufficient Engine Speed Increase During Self Test
Definição em Português: Velocidade do Motor – Aumento Insuficiente Durante Auto-teste
Definição em Português: Velocidade do Motor – Aumento Insuficiente Durante Auto-teste
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Essa P1725 em veículo Ford indica que, durante o auto-teste interno de velocidade do motor, o aumento de rotações (rpm) não atingiu o valor que a ECU esperava.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Condições de partida do auto-teste: motor em funcionamento, câmbio em P ou N, temperatura de trabalho do motor dentro da faixa pré-definida, tensão da bateria estável e sinal de posição do virabrequim válido.
– Procedimento: a ECU faz um comando de abertura controlada do corpo de borboleta (via atuador eletrônico) ou ajuste de marcha-lenta para elevar a rotação a um patamar específico.
– Monitoramento: o sinal de rpm vindo do sensor de posição do virabrequim é comparado a um valor-referência interno.
– Critério de falha: se, após determinado intervalo de tempo ou número de pulsos, a rotação medida permanecer abaixo da tolerância estabelecida em relação ao alvo, a DTC P1725 é registrada.
Detalhamento das condições para ativação
1. Sensor de posição do virabrequim gerando pulso estável;
2. Câmbio em ponto morto (P ou N);
3. Motor satisfeito pelo critério térmico e de tensão;
4. Auto-teste de subida de rpm acionado pela ECU;
5. Durante o tempo de verificação, rpm real < rpm de referência menos tolerância.
O que esse código reflete
P1725 reflete um descompasso entre o comando de aumento de rotação e o retorno do sinal de rpm. Ele serve para verificar a integridade do laço de controle de aceleração e do circuito de medição de velocidade do motor durante o auto-teste da ECU.
Essa P1725 em veículo Ford indica que, durante o auto-teste interno de velocidade do motor, o aumento de rotações (rpm) não atingiu o valor que a ECU esperava.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Condições de partida do auto-teste: motor em funcionamento, câmbio em P ou N, temperatura de trabalho do motor dentro da faixa pré-definida, tensão da bateria estável e sinal de posição do virabrequim válido.
– Procedimento: a ECU faz um comando de abertura controlada do corpo de borboleta (via atuador eletrônico) ou ajuste de marcha-lenta para elevar a rotação a um patamar específico.
– Monitoramento: o sinal de rpm vindo do sensor de posição do virabrequim é comparado a um valor-referência interno.
– Critério de falha: se, após determinado intervalo de tempo ou número de pulsos, a rotação medida permanecer abaixo da tolerância estabelecida em relação ao alvo, a DTC P1725 é registrada.
Detalhamento das condições para ativação
1. Sensor de posição do virabrequim gerando pulso estável;
2. Câmbio em ponto morto (P ou N);
3. Motor satisfeito pelo critério térmico e de tensão;
4. Auto-teste de subida de rpm acionado pela ECU;
5. Durante o tempo de verificação, rpm real < rpm de referência menos tolerância.
O que esse código reflete
P1725 reflete um descompasso entre o comando de aumento de rotação e o retorno do sinal de rpm. Ele serve para verificar a integridade do laço de controle de aceleração e do circuito de medição de velocidade do motor durante o auto-teste da ECU.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa com código P1725
– Rotação do motor não aumenta suficiente no teste automático
– Veículo entra em modo de segurança (limp mode)
– Perda de aceleração em baixa e média rotação
– Trocas de marcha tardias ou imprecisas
– Conversor de torque não trava corretamente
– Marcha lenta instável ou falhando
– Aceleração arrastada ou hesitante
– Rotação do motor não aumenta suficiente no teste automático
– Veículo entra em modo de segurança (limp mode)
– Perda de aceleração em baixa e média rotação
– Trocas de marcha tardias ou imprecisas
– Conversor de torque não trava corretamente
– Marcha lenta instável ou falhando
– Aceleração arrastada ou hesitante
Causas Possíveis
– Válvula de controle de marcha lenta (IAC) com defeito
– Sensor de posição do virabrequim (CKP) com defeito
– Corpo de borboleta sujo ou com defeito
– Válvula EGR travada aberta ou com defeito
– Sensor de pressão de admissão (MAP) com defeito
– Chicote elétrico do sensor de rotação danificado
– Conector elétrico do sensor de rotação com mau contato
– Bomba de combustível com defeito reduzindo pressão
– Regulador de pressão de combustível com defeito
– Injetor com vazamento ou entupido
– Bateria com baixa carga ou tensão instável
– Alternador com defeito afetando alimentação elétrica
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito
– Sensor de posição do virabrequim (CKP) com defeito
– Corpo de borboleta sujo ou com defeito
– Válvula EGR travada aberta ou com defeito
– Sensor de pressão de admissão (MAP) com defeito
– Chicote elétrico do sensor de rotação danificado
– Conector elétrico do sensor de rotação com mau contato
– Bomba de combustível com defeito reduzindo pressão
– Regulador de pressão de combustível com defeito
– Injetor com vazamento ou entupido
– Bateria com baixa carga ou tensão instável
– Alternador com defeito afetando alimentação elétrica
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito
By Madalozzo



