P1720 Fiat – Sensor de Velocidade de Saída – Racionalidade da Velocidade da Roda
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Output Speed Sensor-Wheel Speed Rationality
Definição em Português: Sensor de Velocidade de Saída – Racionalidade da Velocidade da Roda
Definição em Português: Sensor de Velocidade de Saída – Racionalidade da Velocidade da Roda
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Sua explicação:
O código P1720 FIAT refere-se ao teste de racionalidade entre o sensor de velocidade de saída da transmissão e os sensores de velocidade das rodas. A ECU espera que o sinal de pulsos gerado pelo sensor de saída acople logicamente ao valor lido nos sensores de roda, mantendo uma razão (velocidade de saída ÷ velocidade da roda) dentro de parâmetros pré-definidos.
Quando a ECU ativa essa DTC
1. Motor em funcionamento.
2. Veículo em marcha (qualquer marcha engatada, inclusive neutro com embreagem puxada) e acima de velocidade mínima (por exemplo, > 8 km/h).
3. Sinal dos sensores estável por tempo predeterminado (por volta de alguns segundos) sem variações bruscas.
4. A razão entre as velocidades permanece fora da faixa tolerada em vários ciclos de leitura consecutivos.
Condições de disparo
• Comparação de frequência de pulsos do sensor de saída versus frequência média dos sensores de roda.
• Desvio acima do limiar estabelecido no software de TCU/ECU em dois ou três testes sequenciais.
• Tempo acumulado de inconsistência superior ao limite configurado (por exemplo, alguns segundos).
Reflexo na DTC
Ao identificar “não racionalidade” entre as duas fontes de velocidade, a ECU conclui que não é possível fiar o valor de referência para mudança de marcha e torque. Ela lança o P1720 para proteger o sistema e manter a lógica de controle de câmbio dentro de parâmetros seguros.
Sua explicação:
O código P1720 FIAT refere-se ao teste de racionalidade entre o sensor de velocidade de saída da transmissão e os sensores de velocidade das rodas. A ECU espera que o sinal de pulsos gerado pelo sensor de saída acople logicamente ao valor lido nos sensores de roda, mantendo uma razão (velocidade de saída ÷ velocidade da roda) dentro de parâmetros pré-definidos.
Quando a ECU ativa essa DTC
1. Motor em funcionamento.
2. Veículo em marcha (qualquer marcha engatada, inclusive neutro com embreagem puxada) e acima de velocidade mínima (por exemplo, > 8 km/h).
3. Sinal dos sensores estável por tempo predeterminado (por volta de alguns segundos) sem variações bruscas.
4. A razão entre as velocidades permanece fora da faixa tolerada em vários ciclos de leitura consecutivos.
Condições de disparo
• Comparação de frequência de pulsos do sensor de saída versus frequência média dos sensores de roda.
• Desvio acima do limiar estabelecido no software de TCU/ECU em dois ou três testes sequenciais.
• Tempo acumulado de inconsistência superior ao limite configurado (por exemplo, alguns segundos).
Reflexo na DTC
Ao identificar “não racionalidade” entre as duas fontes de velocidade, a ECU conclui que não é possível fiar o valor de referência para mudança de marcha e torque. Ela lança o P1720 para proteger o sistema e manter a lógica de controle de câmbio dentro de parâmetros seguros.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Luz do ABS acesa
– Velocímetro irregular ou sem indicação
– Marchas arranhando ou passando com dificuldade
– Deslizamento ao acelerar
– Demora ou tranco nas trocas de marcha
– Câmbio permanece em uma única marcha (modo de segurança)
– Câmbio não engata marchas
– Luz do ABS acesa
– Velocímetro irregular ou sem indicação
– Marchas arranhando ou passando com dificuldade
– Deslizamento ao acelerar
– Demora ou tranco nas trocas de marcha
– Câmbio permanece em uma única marcha (modo de segurança)
– Câmbio não engata marchas
Causas Possíveis
– Sensor de velocidade de saída da transmissão com defeito
– Anel reluctor da transmissão danificado ou com dentes faltando
– Chicote elétrico do sensor de saída aberto, em curto ou com mau contato
– Conector elétrico do sensor solto, corroído ou com pino torto
– Falha de aterramento no módulo de controle da transmissão (ECM)
– Software do módulo de transmissão desatualizado ou com calibração incorreta
– Sensor ABS da roda com defeito gerando sinal de velocidade inconsistente
– Unidade ABS com defeito refletindo dados de velocidade de roda incorretos
– Nível baixo ou fluido de transmissão contaminado causando deslizamento
– Desgaste excessivo de engrenagens internas da transmissão
– Módulo de controle ABS ou transmissão com defeito interno
– Defeito no diferencial causando discrepância de velocidade de saída
– Anel reluctor da transmissão danificado ou com dentes faltando
– Chicote elétrico do sensor de saída aberto, em curto ou com mau contato
– Conector elétrico do sensor solto, corroído ou com pino torto
– Falha de aterramento no módulo de controle da transmissão (ECM)
– Software do módulo de transmissão desatualizado ou com calibração incorreta
– Sensor ABS da roda com defeito gerando sinal de velocidade inconsistente
– Unidade ABS com defeito refletindo dados de velocidade de roda incorretos
– Nível baixo ou fluido de transmissão contaminado causando deslizamento
– Desgaste excessivo de engrenagens internas da transmissão
– Módulo de controle ABS ou transmissão com defeito interno
– Defeito no diferencial causando discrepância de velocidade de saída
By Madalozzo



