P1705 Jeep – Sensor de Velocidade de Entrada 2 – Supervelocidade
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Input Speed Sensor 2 Overspeed
Definição em Português: Sensor de Velocidade de Entrada 2 – Supervelocidade
Definição em Português: Sensor de Velocidade de Entrada 2 – Supervelocidade
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Sua explicação:
• A P1705 monitora o sensor de velocidade de entrada 2, instalado no eixo de entrada da transmissão. Esse sensor gera pulsos magnéticos a cada rotação do eixo.
• A ECU recebe esses pulsos via chicote elétrico, converte a frequência em rotação do eixo e compara com os valores de calibragem internos.
• Quando a frequência de pulsos excede o limite máximo definido (por exemplo, acima de X Hz ou Y rpm no eixo de entrada) por um determinado número de ciclos ou tempo mínimo (tipicamente > 0,3 s), a ECU entende que há supervelocidade e registra P1705.
• Paralelamente, a ECU pode comparar os sinais dos sensores de velocidade de entrada 1 e 2; se um estiver consistentemente acima do outro além da tolerância programada, também aciona o código.
• As condições de ativação envolvem:
– frequência de pulso do sensor 2 fora da faixa de operação (acima do limite de calibragem),
– persistência dessa condição por número de amostras ou período programado,
– discrepância entre sensores de velocidade de entrada 1 e 2 além da tolerância.
• O “reflexo” nessa DTC se dá por qualquer alteração no sinal que faça a frequência sair da escala de operação: saturação magnética do sensor em alta rotação, ruído eletromagnético no chicote elétrico, flutuação na tensão de alimentação do sensor ou mau contato no conector elétrico podem alterar o padrão de pulsos e levar a leitura acima do limite, acionando a P1705.
Sua explicação:
• A P1705 monitora o sensor de velocidade de entrada 2, instalado no eixo de entrada da transmissão. Esse sensor gera pulsos magnéticos a cada rotação do eixo.
• A ECU recebe esses pulsos via chicote elétrico, converte a frequência em rotação do eixo e compara com os valores de calibragem internos.
• Quando a frequência de pulsos excede o limite máximo definido (por exemplo, acima de X Hz ou Y rpm no eixo de entrada) por um determinado número de ciclos ou tempo mínimo (tipicamente > 0,3 s), a ECU entende que há supervelocidade e registra P1705.
• Paralelamente, a ECU pode comparar os sinais dos sensores de velocidade de entrada 1 e 2; se um estiver consistentemente acima do outro além da tolerância programada, também aciona o código.
• As condições de ativação envolvem:
– frequência de pulso do sensor 2 fora da faixa de operação (acima do limite de calibragem),
– persistência dessa condição por número de amostras ou período programado,
– discrepância entre sensores de velocidade de entrada 1 e 2 além da tolerância.
• O “reflexo” nessa DTC se dá por qualquer alteração no sinal que faça a frequência sair da escala de operação: saturação magnética do sensor em alta rotação, ruído eletromagnético no chicote elétrico, flutuação na tensão de alimentação do sensor ou mau contato no conector elétrico podem alterar o padrão de pulsos e levar a leitura acima do limite, acionando a P1705.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Trocas de marcha duras ou atrasadas
– Modo de segurança ativado
– Velocímetro marcando valor incorreto ou instável
– Marcha lenta irregular
– Trocas de marcha duras ou atrasadas
– Modo de segurança ativado
– Velocímetro marcando valor incorreto ou instável
– Marcha lenta irregular
Causas Possíveis
– Sensor de velocidade de entrada 2 com defeito
– Chicote elétrico do sensor de velocidade de entrada 2 danificado ou curto
– Conector elétrico do sensor de velocidade de entrada 2 corroído ou mal encaixado
– Módulo TCM (unidade de controle da transmissão) com defeito
– Engrenagem interna do leitor de velocidade danificada
– Solenoide de pressão de transmissão com defeito causando flutuação de leitura
– Falha de aterramento no módulo de transmissão
– Tensão de alimentação da transmissão baixa por terminais de bateria soltos
– Interferência eletromagnética no chicote elétrico da transmissão
– Software do módulo de transmissão corrompido ou desatualizado
– Sensor de rotação do motor com defeito influenciando cálculo de velocidade
– Filtro de óleo de transmissão obstruído gerando sinais irregulares
– Chicote elétrico do sensor de velocidade de entrada 2 danificado ou curto
– Conector elétrico do sensor de velocidade de entrada 2 corroído ou mal encaixado
– Módulo TCM (unidade de controle da transmissão) com defeito
– Engrenagem interna do leitor de velocidade danificada
– Solenoide de pressão de transmissão com defeito causando flutuação de leitura
– Falha de aterramento no módulo de transmissão
– Tensão de alimentação da transmissão baixa por terminais de bateria soltos
– Interferência eletromagnética no chicote elétrico da transmissão
– Software do módulo de transmissão corrompido ou desatualizado
– Sensor de rotação do motor com defeito influenciando cálculo de velocidade
– Filtro de óleo de transmissão obstruído gerando sinais irregulares
By Madalozzo



