P1695 Hyundai – Erro de EEPROM
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: EEPROM Error
Definição em Português: Erro de EEPROM
Definição em Português: Erro de EEPROM
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Sua explicação:
A DTC P1695 sinaliza erro de EEPROM na ECU, que armazena parâmetros de injeção, tabelas de torque e memórias de adaptação. Ao ligar a ignição e durante a operação, a ECU executa leituras e escritas na EEPROM e calcula um checksum para verificar a integridade dos dados. Se o valor lido não corresponder ao esperado (checksum divergente), ocorrer falha de acesso à memória ou tempo de resposta fora da especificação, a ECU incrementa um contador interno de falhas. Quando esse contador ultrapassa o limite definido (geralmente duas ou três tentativas falhas), a DTC P1695 é registrada na memória de diagnóstico.
A ativação também se dá se, após um procedimento de reprogramação, a verificação final não validar a estrutura interna da EEPROM ou o código de versão.
O reflexo dessa DTC é a marcação de um bit de erro na área de falhas da ECU e o bloqueio temporário da atualização dinâmica de tabelas até que se restaure a integridade da EEPROM via reprogramação correta ou limpeza de códigos.
Sua explicação:
A DTC P1695 sinaliza erro de EEPROM na ECU, que armazena parâmetros de injeção, tabelas de torque e memórias de adaptação. Ao ligar a ignição e durante a operação, a ECU executa leituras e escritas na EEPROM e calcula um checksum para verificar a integridade dos dados. Se o valor lido não corresponder ao esperado (checksum divergente), ocorrer falha de acesso à memória ou tempo de resposta fora da especificação, a ECU incrementa um contador interno de falhas. Quando esse contador ultrapassa o limite definido (geralmente duas ou três tentativas falhas), a DTC P1695 é registrada na memória de diagnóstico.
A ativação também se dá se, após um procedimento de reprogramação, a verificação final não validar a estrutura interna da EEPROM ou o código de versão.
O reflexo dessa DTC é a marcação de um bit de erro na área de falhas da ECU e o bloqueio temporário da atualização dinâmica de tabelas até que se restaure a integridade da EEPROM via reprogramação correta ou limpeza de códigos.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Motor entra em modo de segurança
– Dificuldade para dar partida
– Marcha lenta irregular
– Engasgos ou falhas de aceleração
– Desligamento inesperado do motor
– Configurações resetadas (horário, preferências)
– Trocas de marcha bruscas no câmbio automático
– Motor entra em modo de segurança
– Dificuldade para dar partida
– Marcha lenta irregular
– Engasgos ou falhas de aceleração
– Desligamento inesperado do motor
– Configurações resetadas (horário, preferências)
– Trocas de marcha bruscas no câmbio automático
Causas Possíveis
– EEPROM da ECU principal corrompida
– Conector elétrico da ECU com mau contato
– Chicote elétrico danificado no caminho da ECU
– Baixa tensão na bateria durante a gravação de dados
– Regulador de tensão do alternador com defeito
– Pico de tensão por falha na bobina de ignição
– Módulo Imobilizador com defeito interferindo na comunicação
– Módulo de carroceria (BCM) com defeito no barramento CAN
– Ruído elétrico no barramento CAN/LIN por sensor com defeito
– Excessiva umidade dentro da carcaça da ECU
– Superaquecimento da ECU por ventoinha com defeito
– Conexão OBD-II com mau contato afetando leitura de memória
– Módulo ABS com defeito sobrecarregando o barramento
– Atualização de software incompleta na última calibração
– Bateria sulfata com baixa capacidade de fornecimento momentâneo
– Conector elétrico da ECU com mau contato
– Chicote elétrico danificado no caminho da ECU
– Baixa tensão na bateria durante a gravação de dados
– Regulador de tensão do alternador com defeito
– Pico de tensão por falha na bobina de ignição
– Módulo Imobilizador com defeito interferindo na comunicação
– Módulo de carroceria (BCM) com defeito no barramento CAN
– Ruído elétrico no barramento CAN/LIN por sensor com defeito
– Excessiva umidade dentro da carcaça da ECU
– Superaquecimento da ECU por ventoinha com defeito
– Conexão OBD-II com mau contato afetando leitura de memória
– Módulo ABS com defeito sobrecarregando o barramento
– Atualização de software incompleta na última calibração
– Bateria sulfata com baixa capacidade de fornecimento momentâneo
By Madalozzo



