P1686 Jeep – Circuito de Controle do Atuador EGR – Tensão Baixa no Lado Positivo
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: EGR Actuator Control Circuit Low – Positive Side
Definição em Português: Circuito de Controle do Atuador EGR – Tensão Baixa no Lado Positivo
Definição em Português: Circuito de Controle do Atuador EGR – Tensão Baixa no Lado Positivo
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Essa DTC P1686 indica que, ao comandar o atuador da válvula EGR, a ECU detectou tensão abaixo do valor esperado no terminal positivo do circuito de controle do solenóide.
Descrição técnica:
A estratégia de monitoramento da ECU funciona assim: quando as condições de operação do motor permitem o acionamento da EGR (motor aquecido, rotação adequada, carga leve ou deceleração), a ECU envia +12 V ao solenóide e, simultaneamente, mede essa tensão no lado positivo. Se ela ficar abaixo de aproximadamente 7–9 V por mais de 2 segundos contínuos, a unidade de controle interpreta que o circuito não recebeu alimentação suficiente e dispara o P1686.
Condições para ativação da DTC:
• Ignição ligada e motor em funcionamento.
• Temperatura do líquido de arrefecimento acima de 70 °C.
• Rotação entre cerca de 800 e 3.500 RPM.
• Comando de abertura ou fechamento da válvula EGR ativo (mapa de EGR ativo).
Lógica de registro:
• Medição repetida em cada ciclo de comando EGR.
• Se a tensão permanecer baixa por mais de 2 s em um mesmo ciclo, conta como falha.
• Após três ciclos de falha em ignições diferentes, a DTC é memorizada como ativa.
Significado geral:
O código reflete uma discrepância entre o nível de tensão que a ECU espera receber no positivo do solenóide da válvula EGR e o valor efetivamente medido, indicando que o comando elétrico não está sendo fornecido conforme o mapeamento interno de controle da montadora.
Essa DTC P1686 indica que, ao comandar o atuador da válvula EGR, a ECU detectou tensão abaixo do valor esperado no terminal positivo do circuito de controle do solenóide.
Descrição técnica:
A estratégia de monitoramento da ECU funciona assim: quando as condições de operação do motor permitem o acionamento da EGR (motor aquecido, rotação adequada, carga leve ou deceleração), a ECU envia +12 V ao solenóide e, simultaneamente, mede essa tensão no lado positivo. Se ela ficar abaixo de aproximadamente 7–9 V por mais de 2 segundos contínuos, a unidade de controle interpreta que o circuito não recebeu alimentação suficiente e dispara o P1686.
Condições para ativação da DTC:
• Ignição ligada e motor em funcionamento.
• Temperatura do líquido de arrefecimento acima de 70 °C.
• Rotação entre cerca de 800 e 3.500 RPM.
• Comando de abertura ou fechamento da válvula EGR ativo (mapa de EGR ativo).
Lógica de registro:
• Medição repetida em cada ciclo de comando EGR.
• Se a tensão permanecer baixa por mais de 2 s em um mesmo ciclo, conta como falha.
• Após três ciclos de falha em ignições diferentes, a DTC é memorizada como ativa.
Significado geral:
O código reflete uma discrepância entre o nível de tensão que a ECU espera receber no positivo do solenóide da válvula EGR e o valor efetivamente medido, indicando que o comando elétrico não está sendo fornecido conforme o mapeamento interno de controle da montadora.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Marcha lenta instável
– Engasgos durante aceleração
– Perda de potência / modo de emergência
– Resposta lenta do acelerador
– Marcha lenta instável
– Engasgos durante aceleração
– Perda de potência / modo de emergência
– Resposta lenta do acelerador
Causas Possíveis
– chicote elétrico do atuador EGR danificado ou curto à massa
– conector elétrico do atuador EGR com pinos corroídos ou mal encaixados
– solenóide do atuador EGR com defeito interno aumentando a resistência do circuito
– fusível de alimentação do circuito EGR queimado ou de amperagem incorreta
– relé de alimentação do EGR com contatos gastos ou falha nas bobinas
– saída de alimentação do módulo ECM com defeito reduzindo a tensão de comando
– aterramento do módulo ECM com mau contato gerando queda de tensão de referência
– falha no regulador de voltagem do alternador causando baixa tensão de bordo
– chicote elétrico geral com emendas mal isoladas ou termorretráteis danificados
– sensor MAP com defeito gerando ajustes incorretos na atuação do EGR
– sensor de temperatura do motor com defeito afetando o controle do EGR
– válvula de retenção de vácuo com defeito sobrecarregando o solenóide do EGR
– módulo de vácuo do coletor com defeito impactando o tempo de resposta do atuador
– aterramento do coletor de admissão com mau contato interferindo no circuito de controle
– sensor de rotação do motor (CKP) com defeito afetando a sincronia do comando do EGR
– conector elétrico do atuador EGR com pinos corroídos ou mal encaixados
– solenóide do atuador EGR com defeito interno aumentando a resistência do circuito
– fusível de alimentação do circuito EGR queimado ou de amperagem incorreta
– relé de alimentação do EGR com contatos gastos ou falha nas bobinas
– saída de alimentação do módulo ECM com defeito reduzindo a tensão de comando
– aterramento do módulo ECM com mau contato gerando queda de tensão de referência
– falha no regulador de voltagem do alternador causando baixa tensão de bordo
– chicote elétrico geral com emendas mal isoladas ou termorretráteis danificados
– sensor MAP com defeito gerando ajustes incorretos na atuação do EGR
– sensor de temperatura do motor com defeito afetando o controle do EGR
– válvula de retenção de vácuo com defeito sobrecarregando o solenóide do EGR
– módulo de vácuo do coletor com defeito impactando o tempo de resposta do atuador
– aterramento do coletor de admissão com mau contato interferindo no circuito de controle
– sensor de rotação do motor (CKP) com defeito afetando a sincronia do comando do EGR
By Madalozzo



