P1628 Jeep – Tensão de Referência do Sensor 2 – Comportamento Irregular
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Sensor Reference Voltage 2 Erratic
Definição em Português: Tensão de Referência do Sensor 2 – Comportamento Irregular
Definição em Português: Tensão de Referência do Sensor 2 – Comportamento Irregular
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora. Sua explicação:
A P1628 sinaliza que a tensão de referência de 5 V fornecida ao sensor 2 pelo Módulo de Controle do Motor (ECU) apresentou comportamento fora dos limites esperados. A ECU gera internamente esse sinal e monitora sua integridade por meio de um conversor analógico-digital (ADC).
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
– No “key on” (ignição ligada) e em intervalos pré-programados durante o funcionamento, a ECU testa o circuito de referência do sensor 2.
– Se o ADC interno medir tensão abaixo de 4,75 V ou acima de 5,25 V por mais de X leituras consecutivas (geralmente mais de 5 amostras em sequência) ela considera a referência irregular e armazena a falha.
– Variações rápidas fora da banda de tolerância ou ruídos que ultrapassem o nível de filtragem interno também são detectados como anomalia.
Condições para ativação:
1. Verificação contínua do circuito de referência do sensor 2.
2. Leituras do ADC com valores fora da faixa permitida (>±5% do nominal) por tempo ou número de amostras acima do limiar.
3. Ruído ou flutuação elétrica no chicote elétrico que impeça a manutenção estável da tensão de 5 V.
4. Mau contato ou perda momentânea de conexão no conector elétrico de referência.
O que gera reflexo nessa DTC (cenários de irregularidade de tensão):
– Oscilações abruptas na linha de 5 V detectadas pelo ADC da ECU.
– Interferência eletromagnética sobre o chicote elétrico.
– Queda ou pico de tensão além do tolerado durante a rotina de autodiagnóstico.
– Instabilidade no circuito de referência que impeça o sinal permanecer dentro da faixa de 4,75 V a 5,25 V.
A P1628 sinaliza que a tensão de referência de 5 V fornecida ao sensor 2 pelo Módulo de Controle do Motor (ECU) apresentou comportamento fora dos limites esperados. A ECU gera internamente esse sinal e monitora sua integridade por meio de um conversor analógico-digital (ADC).
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
– No “key on” (ignição ligada) e em intervalos pré-programados durante o funcionamento, a ECU testa o circuito de referência do sensor 2.
– Se o ADC interno medir tensão abaixo de 4,75 V ou acima de 5,25 V por mais de X leituras consecutivas (geralmente mais de 5 amostras em sequência) ela considera a referência irregular e armazena a falha.
– Variações rápidas fora da banda de tolerância ou ruídos que ultrapassem o nível de filtragem interno também são detectados como anomalia.
Condições para ativação:
1. Verificação contínua do circuito de referência do sensor 2.
2. Leituras do ADC com valores fora da faixa permitida (>±5% do nominal) por tempo ou número de amostras acima do limiar.
3. Ruído ou flutuação elétrica no chicote elétrico que impeça a manutenção estável da tensão de 5 V.
4. Mau contato ou perda momentânea de conexão no conector elétrico de referência.
O que gera reflexo nessa DTC (cenários de irregularidade de tensão):
– Oscilações abruptas na linha de 5 V detectadas pelo ADC da ECU.
– Interferência eletromagnética sobre o chicote elétrico.
– Queda ou pico de tensão além do tolerado durante a rotina de autodiagnóstico.
– Instabilidade no circuito de referência que impeça o sinal permanecer dentro da faixa de 4,75 V a 5,25 V.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Motor não pega ou demora para pegar
– Marcha lenta irregular
– Perda de potência
– Hesitação ou tranco na aceleração
– Entrada em modo de segurança (limp mode)
– Corte de torque inesperado
– Apagões momentâneos do motor
– Motor não pega ou demora para pegar
– Marcha lenta irregular
– Perda de potência
– Hesitação ou tranco na aceleração
– Entrada em modo de segurança (limp mode)
– Corte de torque inesperado
– Apagões momentâneos do motor
Causas Possíveis
– Chicote elétrico do sensor 2 com curto interno ou isolação comprometida
– Conector elétrico do sensor 2 com pinos corroídos ou mal encaixados
– Sensor 2 com defeito interno
– Regulador de tensão de referência 5V do PCM com defeito
– Aterramento ruim do PCM afetando estabilidade da tensão de referência
– Fusível do circuito de 5V com mau contato ou intermitente
– Relé de alimentação do PCM com contatos sujos ou desgastados
– Interferência eletromagnética de bobinas de ignição próximas ao chicote
– Curto a 12V em outro sensor ou atuador no mesmo barramento de 5V
– Consumo excessivo de válvula de purga EVAP no circuito de referência
– Sensor IAT com defeito gerando ruído na linha de 5V
– Chicote elétrico danificado por roedores causando falha intermitente
– Conector elétrico do sensor 2 com pinos corroídos ou mal encaixados
– Sensor 2 com defeito interno
– Regulador de tensão de referência 5V do PCM com defeito
– Aterramento ruim do PCM afetando estabilidade da tensão de referência
– Fusível do circuito de 5V com mau contato ou intermitente
– Relé de alimentação do PCM com contatos sujos ou desgastados
– Interferência eletromagnética de bobinas de ignição próximas ao chicote
– Curto a 12V em outro sensor ou atuador no mesmo barramento de 5V
– Consumo excessivo de válvula de purga EVAP no circuito de referência
– Sensor IAT com defeito gerando ruído na linha de 5V
– Chicote elétrico danificado por roedores causando falha intermitente
By Madalozzo



