P161A Chevrolet – Módulo de Controle das Velas de Incandescência – Não Programado
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Glow Plug Control Module Not Programmed
Definição em Português: Módulo de Controle das Velas de Incandescência – Não Programado
Definição em Português: Módulo de Controle das Velas de Incandescência – Não Programado
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Significado técnico: o módulo de controle das velas de incandescência não apresenta um código de programação válido ou não foi reconhecido pela ECU. Ele não responde com a identificação de software/versão que a unidade principal espera.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
– Durante a autoinspeção de sistema, ao ligar a ignição ou durante estado de repouso do motor, a ECU de injeção envia um pedido de status e de identificação ao módulo de velas.
– Se o módulo não devolver o ID de calibração ou retornar um valor fora da faixa esperada, a ECU entende que ele não está propriamente programado ou que o software interno diverge do padrão de fábrica.
– Essa verificação ocorre em ciclos regulares de comunicação CAN, antes do pré-aquecimento e em monitoramentos de segurança interno.
Condições para ativação:
1. Falha na leitura do identificador de software do módulo.
2. Resposta ausente ou incompleta à solicitação de identificação.
3. Divergência entre o código de versão armazenado e o que a ECU possui na memória de configuração.
O que pode gerar esse reflexo na DTC (em termos de sistema):
– Comunicação interrompida ou sem resposta entre ECU e módulo.
– Software ou memória do módulo não carregados com parâmetros de fábrica.
– Inconsistência de dados de calibração entre as unidades eletrônicas.
– Falha no protocolo de confirmação de programação durante atualização de software.
Significado técnico: o módulo de controle das velas de incandescência não apresenta um código de programação válido ou não foi reconhecido pela ECU. Ele não responde com a identificação de software/versão que a unidade principal espera.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
– Durante a autoinspeção de sistema, ao ligar a ignição ou durante estado de repouso do motor, a ECU de injeção envia um pedido de status e de identificação ao módulo de velas.
– Se o módulo não devolver o ID de calibração ou retornar um valor fora da faixa esperada, a ECU entende que ele não está propriamente programado ou que o software interno diverge do padrão de fábrica.
– Essa verificação ocorre em ciclos regulares de comunicação CAN, antes do pré-aquecimento e em monitoramentos de segurança interno.
Condições para ativação:
1. Falha na leitura do identificador de software do módulo.
2. Resposta ausente ou incompleta à solicitação de identificação.
3. Divergência entre o código de versão armazenado e o que a ECU possui na memória de configuração.
O que pode gerar esse reflexo na DTC (em termos de sistema):
– Comunicação interrompida ou sem resposta entre ECU e módulo.
– Software ou memória do módulo não carregados com parâmetros de fábrica.
– Inconsistência de dados de calibração entre as unidades eletrônicas.
– Falha no protocolo de confirmação de programação durante atualização de software.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Luz de pré-aquecimento piscando
– Dificuldade na partida a frio
– Fumaça branca no escapamento na partida
– Marcha lenta irregular até aquecer
– Luz de pré-aquecimento piscando
– Dificuldade na partida a frio
– Fumaça branca no escapamento na partida
– Marcha lenta irregular até aquecer
Causas Possíveis
– Módulo de controle das velas de incandescência sem programação
– Chicote elétrico do módulo danificado ou em curto
– Conector elétrico corroído ou mal encaixado no módulo
– Fusível do circuito de velas queimado ou com mau contato
– Relé de velas de incandescência com defeito
– Bateria com tensão baixa comprometendo programação
– ECM/PCM com defeito ou falha de comunicação via CAN
– Aterramento do módulo oxidado ou mal fixado
– Imobilizador/BCM bloqueando programação do módulo
– Interferência eletromagnética na rede CAN por sensor de pré-aquecimento com defeito
– Alternador com saída instável afetando módulo
– Sensor de temperatura do motor com defeito alterando diagnóstico
– Módulo de distribuição de energia gerando picos de tensão
– Chicote elétrico do módulo danificado ou em curto
– Conector elétrico corroído ou mal encaixado no módulo
– Fusível do circuito de velas queimado ou com mau contato
– Relé de velas de incandescência com defeito
– Bateria com tensão baixa comprometendo programação
– ECM/PCM com defeito ou falha de comunicação via CAN
– Aterramento do módulo oxidado ou mal fixado
– Imobilizador/BCM bloqueando programação do módulo
– Interferência eletromagnética na rede CAN por sensor de pré-aquecimento com defeito
– Alternador com saída instável afetando módulo
– Sensor de temperatura do motor com defeito alterando diagnóstico
– Módulo de distribuição de energia gerando picos de tensão
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