P1565 Volkswagen – Posição do Acelerador de Controle de Marcha Lenta – Limite Inferior Não Alcançado
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Idle Speed Control Throttle Position Lower Limit Not Attainted
Definição em Português: Posição do Acelerador de Controle de Marcha Lenta – Limite Inferior Não Alcançado
Definição em Português: Posição do Acelerador de Controle de Marcha Lenta – Limite Inferior Não Alcançado
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Sua explicação:
Indica que o ângulo do corpo de borboleta ou do motor de marcha lenta não atingiu o ponto mínimo programado pela ECU. Em vez de ser um erro genérico de “acelerador”, refere-se ao controle ativo em marcha lenta. A unidade de controle monitora o sinal do sensor de posição da borboleta (TPS) nos canais A e B, comparando com o valor de referência de limite inferior definido internamente para a condição de marcha lenta.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Ignição ligada e motor em estado de marcha lenta (rpm abaixo do limiar definido).
– Controle de marcha lenta habilitado pelo software.
– Leitura do TPS em ambos os canais permanece abaixo da tensão mínima de referência (limite inferior) por tempo superior ao de filtragem/validação (por exemplo, alguns segundos ou X ciclos de leitura).
– As leituras de TPS canal A e B estão dentro da tolerância entre si (não há grande discrepância que geraria outra DTC).
– Não há interrupção de comunicação no barramento CAN nem erro de CRC.
Condições para ativação
1) Sinal TPS < tensão mínima programada (ex.: ~0,4 V) em ambos os canais.
2) Persistência dessa condição por tempo e ciclos de filtro previstos.
3) Software confirma que o valor mínimo de abertura não foi alcançado, mesmo com comando de marcha lenta ativo.
Reflexos dessa DTC
– Sinal de TPS constantemente muito baixo.
– Leitura estável abaixo do ponto de referência por tempo prolongado.
– Pequenas variações de tensão que não ultrapassam o limite mínimo.
– Quedas momentâneas ou ruídos no chicote elétrico ou no conector elétrico que mantenham a leitura abaixo do limiar.
Sua explicação:
Indica que o ângulo do corpo de borboleta ou do motor de marcha lenta não atingiu o ponto mínimo programado pela ECU. Em vez de ser um erro genérico de “acelerador”, refere-se ao controle ativo em marcha lenta. A unidade de controle monitora o sinal do sensor de posição da borboleta (TPS) nos canais A e B, comparando com o valor de referência de limite inferior definido internamente para a condição de marcha lenta.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Ignição ligada e motor em estado de marcha lenta (rpm abaixo do limiar definido).
– Controle de marcha lenta habilitado pelo software.
– Leitura do TPS em ambos os canais permanece abaixo da tensão mínima de referência (limite inferior) por tempo superior ao de filtragem/validação (por exemplo, alguns segundos ou X ciclos de leitura).
– As leituras de TPS canal A e B estão dentro da tolerância entre si (não há grande discrepância que geraria outra DTC).
– Não há interrupção de comunicação no barramento CAN nem erro de CRC.
Condições para ativação
1) Sinal TPS < tensão mínima programada (ex.: ~0,4 V) em ambos os canais.
2) Persistência dessa condição por tempo e ciclos de filtro previstos.
3) Software confirma que o valor mínimo de abertura não foi alcançado, mesmo com comando de marcha lenta ativo.
Reflexos dessa DTC
– Sinal de TPS constantemente muito baixo.
– Leitura estável abaixo do ponto de referência por tempo prolongado.
– Pequenas variações de tensão que não ultrapassam o limite mínimo.
– Quedas momentâneas ou ruídos no chicote elétrico ou no conector elétrico que mantenham a leitura abaixo do limiar.
Sintomas Possíveis
– Marcha lenta instável
– Motor morrendo em marcha lenta
– RPM abaixo do normal em marcha lenta
– Vibração em marcha lenta
– Resposta retardada ao pisar no acelerador
– Dificuldade de partida em temperatura fria
– Luz de injeção acesa
– Motor morrendo em marcha lenta
– RPM abaixo do normal em marcha lenta
– Vibração em marcha lenta
– Resposta retardada ao pisar no acelerador
– Dificuldade de partida em temperatura fria
– Luz de injeção acesa
Causas Possíveis
– Potenciômetro do corpo de borboleta com defeito
– Sensor de posição do pedal do acelerador (APPS) com defeito
– Chicote elétrico do corpo de borboleta danificado
– Conector elétrico do módulo do acelerador sujo ou danificado
– Válvula de controle de marcha lenta (IAC) com defeito
– Para‐fusos de ajuste do retorno do acelerador fora de posição
– Mangueiras de vácuo com vazamento
– Sensor MAP com defeito
– Sensor MAF com defeito
– Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento com defeito
– Sonda lambda com defeito
– Bomba de combustível com pressão baixa
– Regulador de pressão de combustível com defeito
– Alternador com regulador de voltagem fraco
– ECU/ECM com defeito
– Válvula EGR travada aberta
– Válvula PCV com defeito
– Coletor de admissão com rachaduras
– Sensor de rotação (CKP) com defeito
– Sensor de fase (CMP) com defeito
– Sensor de posição do pedal do acelerador (APPS) com defeito
– Chicote elétrico do corpo de borboleta danificado
– Conector elétrico do módulo do acelerador sujo ou danificado
– Válvula de controle de marcha lenta (IAC) com defeito
– Para‐fusos de ajuste do retorno do acelerador fora de posição
– Mangueiras de vácuo com vazamento
– Sensor MAP com defeito
– Sensor MAF com defeito
– Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento com defeito
– Sonda lambda com defeito
– Bomba de combustível com pressão baixa
– Regulador de pressão de combustível com defeito
– Alternador com regulador de voltagem fraco
– ECU/ECM com defeito
– Válvula EGR travada aberta
– Válvula PCV com defeito
– Coletor de admissão com rachaduras
– Sensor de rotação (CKP) com defeito
– Sensor de fase (CMP) com defeito
By Madalozzo



