P1512 Chevrolet – Módulo de Controle – Desempenho da Posição do Atuador do Acelerador
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Control Module Throttle Actuator Position Performance
Definição em Português: Módulo de Controle – Desempenho da Posição do Atuador do Acelerador
Definição em Português: Módulo de Controle – Desempenho da Posição do Atuador do Acelerador
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Ela aponta que o Módulo de Controle do Motor (ECU) identificou diferença excessiva entre a posição do atuador de acelerador que foi comandada e a posição efetivamente lida pelos sensores integrados ao corpo de borboleta.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
1. A ECU opera em malha fechada, comparando em tempo real o ângulo de borboleta solicitado (como resposta ao pedal de acelerador) com os sinais de dois sensores internos que informam a posição real da borboleta.
2. Se a discrepância entre o valor solicitado e o valor lido ultrapassar o limite predefinido (por exemplo, alguns graus de ângulo ou tensão fora de plausibilidade) e persistir além de um certo tempo de verificação (alguns segundos), a ECU registra o DTC P1512.
3. A condição de controle pode envolver aceleração, desaceleração ou marcha lenta, desde que haja comando de variação de posição do atuador.
Condições para ativação
• Diferença de ângulo superior a tolerância programada.
• Sinais de posição fora da faixa de plausibilidade (tensão mínima ou máxima fora de calibração).
• Tempo de resposta do atuador maior que o valor configurado.
• Inconsistência de leitura entre os dois canais de sensor de posição.
O “reflexo” dessa DTC é justamente o registro de falha de desempenho no circuito de controle do corpo de borboleta, pois a ECU detecta que o conjunto atuador-sensor não está seguindo o perfil de variação exigido pelo comando eletrônico.
Ela aponta que o Módulo de Controle do Motor (ECU) identificou diferença excessiva entre a posição do atuador de acelerador que foi comandada e a posição efetivamente lida pelos sensores integrados ao corpo de borboleta.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
1. A ECU opera em malha fechada, comparando em tempo real o ângulo de borboleta solicitado (como resposta ao pedal de acelerador) com os sinais de dois sensores internos que informam a posição real da borboleta.
2. Se a discrepância entre o valor solicitado e o valor lido ultrapassar o limite predefinido (por exemplo, alguns graus de ângulo ou tensão fora de plausibilidade) e persistir além de um certo tempo de verificação (alguns segundos), a ECU registra o DTC P1512.
3. A condição de controle pode envolver aceleração, desaceleração ou marcha lenta, desde que haja comando de variação de posição do atuador.
Condições para ativação
• Diferença de ângulo superior a tolerância programada.
• Sinais de posição fora da faixa de plausibilidade (tensão mínima ou máxima fora de calibração).
• Tempo de resposta do atuador maior que o valor configurado.
• Inconsistência de leitura entre os dois canais de sensor de posição.
O “reflexo” dessa DTC é justamente o registro de falha de desempenho no circuito de controle do corpo de borboleta, pois a ECU detecta que o conjunto atuador-sensor não está seguindo o perfil de variação exigido pelo comando eletrônico.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Aceleração irregular ou retardada
– Marcha lenta instável
– Perda de potência súbita
– Motor entra em modo de segurança (limp mode)
– Falhas ou cortes na aceleração
– Controle de cruzeiro não funciona
– Apagões momentâneos do motor
– Aceleração irregular ou retardada
– Marcha lenta instável
– Perda de potência súbita
– Motor entra em modo de segurança (limp mode)
– Falhas ou cortes na aceleração
– Controle de cruzeiro não funciona
– Apagões momentâneos do motor
Causas Possíveis
– Sensor de posição do pedal com defeito
– Sensor de posição da borboleta com defeito
– Atuador de borboleta (motor de passo) com defeito
– Chicote elétrico danificado ou com curto
– Conector elétrico corroído ou mal encaixado
– Terra ruim no módulo de controle (ECM)
– Bateria com tensão baixa ou instável
– Módulo de controle (ECM) com defeito ou falha de software
– Válvula EGR travada causando variação de carga
– Filtro de ar entupido gerando resposta lenta
– Sensor de temperatura do ar de admissão (IAT) com defeito
– Sensor de pressão do coletor (MAP) com defeito
– Sensor MAF sujo afetando cálculo de ar
– Válvula PCV bloqueada alterando vácuo
– Bicos injetores com vazamento ou retenção
– Regulador de pressão de combustível com defeito
– Sensor de rotação (CKP/CMP) fora de sincronia
– Sistema de admissão com vazamento de vácuo
– Fusível do circuito do acelerador queimado
– Software do ECM descalibrado após atualização
– Sensor de posição da borboleta com defeito
– Atuador de borboleta (motor de passo) com defeito
– Chicote elétrico danificado ou com curto
– Conector elétrico corroído ou mal encaixado
– Terra ruim no módulo de controle (ECM)
– Bateria com tensão baixa ou instável
– Módulo de controle (ECM) com defeito ou falha de software
– Válvula EGR travada causando variação de carga
– Filtro de ar entupido gerando resposta lenta
– Sensor de temperatura do ar de admissão (IAT) com defeito
– Sensor de pressão do coletor (MAP) com defeito
– Sensor MAF sujo afetando cálculo de ar
– Válvula PCV bloqueada alterando vácuo
– Bicos injetores com vazamento ou retenção
– Regulador de pressão de combustível com defeito
– Sensor de rotação (CKP/CMP) fora de sincronia
– Sistema de admissão com vazamento de vácuo
– Fusível do circuito do acelerador queimado
– Software do ECM descalibrado após atualização
By Madalozzo



