P1506 Ford – Erro de Excesso de Velocidade no Controle de Ar da Marcha Lenta
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Idle Air Control Overspeed Error
Definição em Português: Erro de Excesso de Velocidade no Controle de Ar da Marcha Lenta
Definição em Português: Erro de Excesso de Velocidade no Controle de Ar da Marcha Lenta
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora. Significado técnico: P1506 indica que o sistema de controle de ar da marcha lenta está comandando uma entrada de ar maior que o limite programado, ou seja, a ECU detecta que a rotação em marcha lenta ultrapassa a referência máxima permitida para a condição de borboleta fechada.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Condição de borboleta fechada: o sensor de posição do corpo de borboleta sinaliza valor próximo de zero ângulo.
– Comando de controle: a ECU envia pulsos ao atuador de marcha lenta (válvula IAC ou motor de passo).
– Monitoramento de RPM: a rotação do motor, medida pelo sensor de giro, permanece acima do ponto máximo pré-definido (por exemplo, 1.200 rpm) por tempo contínuo superior ao limite de diagnóstico (geralmente alguns segundos).
– Lógica de supervisão: se o valor de rotação exceder a faixa permitida enquanto o comando de marcha lenta está ativo, a ECU assume que há “excesso de ar” e grava P1506.
Condições para ativação
1. Borboleta registrada como fechada.
2. Comando IAC/motor de passo emitido pela ECU para manter lenta.
3. RPM medida maior que o threshold interno por tempo definido.
4. Todos os sensores de entrada (sensor de giro e TPS) estão em operação estável.
O que gera reflexo nessa DTC
– Desconformidade entre referência de lenta e RPM real detectada em software.
– Sequência de monitoramento: corte de injeção por alguns ciclos e reinterpretação do sinal de rotação.
– Falha lógica: se após nova leitura o excesso persistir, o bit de falha é acionado.
– A DTC fica registrada na memória, mesmo que a condição normaliza depois de reiniciar o ciclo de ignição.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Condição de borboleta fechada: o sensor de posição do corpo de borboleta sinaliza valor próximo de zero ângulo.
– Comando de controle: a ECU envia pulsos ao atuador de marcha lenta (válvula IAC ou motor de passo).
– Monitoramento de RPM: a rotação do motor, medida pelo sensor de giro, permanece acima do ponto máximo pré-definido (por exemplo, 1.200 rpm) por tempo contínuo superior ao limite de diagnóstico (geralmente alguns segundos).
– Lógica de supervisão: se o valor de rotação exceder a faixa permitida enquanto o comando de marcha lenta está ativo, a ECU assume que há “excesso de ar” e grava P1506.
Condições para ativação
1. Borboleta registrada como fechada.
2. Comando IAC/motor de passo emitido pela ECU para manter lenta.
3. RPM medida maior que o threshold interno por tempo definido.
4. Todos os sensores de entrada (sensor de giro e TPS) estão em operação estável.
O que gera reflexo nessa DTC
– Desconformidade entre referência de lenta e RPM real detectada em software.
– Sequência de monitoramento: corte de injeção por alguns ciclos e reinterpretação do sinal de rotação.
– Falha lógica: se após nova leitura o excesso persistir, o bit de falha é acionado.
– A DTC fica registrada na memória, mesmo que a condição normaliza depois de reiniciar o ciclo de ignição.
Sintomas Possíveis
– Rotação de marcha lenta alta acima do normal
– Rotação de marcha lenta instável ou oscilante
– Motor pode morrer ao parar em marcha lenta
– Hesitação ou engasgos em marcha lenta
– Luz de injeção acesa no painel
– Rotação de marcha lenta instável ou oscilante
– Motor pode morrer ao parar em marcha lenta
– Hesitação ou engasgos em marcha lenta
– Luz de injeção acesa no painel
Causas Possíveis
– Válvula de controle de marcha lenta (IAC) com defeito
– Corpo de borboleta sujo ou travado aberto
– Sensor de posição da borboleta (TPS) com defeito
– Sensor de fluxo de massa de ar (MAF) com defeito
– Sensor de pressão absoluta do coletor (MAP) com defeito
– Mangueiras de vácuo com rasgo ou vazando
– Solenóide do sistema EVAP com defeito
– Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento (CTS) com defeito
– Filtro de ar mal encaixado gerando vazamento de ar
– Regulador de pressão de combustível com defeito
– Válvula EGR com defeito ou presa aberta
– Chicote elétrico do IAC ou TPS danificado
– Conector elétrico corroído no corpo de borboleta
– Módulo de controle do motor (PCM) com defeito
– Aterramento inadequado no suporte do motor afetando sensores
– Corpo de borboleta sujo ou travado aberto
– Sensor de posição da borboleta (TPS) com defeito
– Sensor de fluxo de massa de ar (MAF) com defeito
– Sensor de pressão absoluta do coletor (MAP) com defeito
– Mangueiras de vácuo com rasgo ou vazando
– Solenóide do sistema EVAP com defeito
– Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento (CTS) com defeito
– Filtro de ar mal encaixado gerando vazamento de ar
– Regulador de pressão de combustível com defeito
– Válvula EGR com defeito ou presa aberta
– Chicote elétrico do IAC ou TPS danificado
– Conector elétrico corroído no corpo de borboleta
– Módulo de controle do motor (PCM) com defeito
– Aterramento inadequado no suporte do motor afetando sensores
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