P1505 Hyundai – Sinal do Atuador de Carga em Marcha Lenta – Nível Baixo da Bobina #1
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Idle Charge Actuator Signal Low of Coil #1
Definição em Português: Sinal do Atuador de Carga em Marcha Lenta – Nível Baixo da Bobina #1
Definição em Português: Sinal do Atuador de Carga em Marcha Lenta – Nível Baixo da Bobina #1
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Significado técnico: o código P1505 indica que o sinal de retorno do sensor de posição do atuador de carga em marcha lenta (motor de passo) no enrolamento “bobina #1” está com nível de tensão abaixo do limite mínimo esperado.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
– Teste interno de autodiagnóstico: logo após a ignição ligar, antes de dar partida, a ECU aplica uma tensão de referência no sensor de posição e lê o valor de retorno.
– Em funcionamento em marcha lenta estabilizada: com o motor em rotação de controle, a ECU mantém o motor de passo ativo e monitora continuamente o feedback de posição.
– Se, em qualquer um desses momentos, a tensão de retorno do pino do sensor associado à bobina #1 cair abaixo de aproximadamente 0,2 V por um período superior a 0,1 s, a ECU assume falha no circuito de leitura e registra P1505.
Condições para acionamento:
– Tensão de alimentação e aterramento da ECU dentro do limite, porém leitura do sensor muito baixa.
– Comparação entre o valor de feedback medido e o valor de referência calculado pela ECU resulta em discrepância para nível “baixo” além do tempo programado.
Possíveis reflexos que disparam o código:
– Ruídos eletromagnéticos no chicote elétrico que deprimem momentaneamente a tensão do sinal.
– Oscilações ou quedas momentâneas na tensão de alimentação de referência, refletindo como sinal baixo.
– Mau contato ou alta resistência no conector elétrico do sensor de posição, gerando degradação do nível lógico.
– Interferências internas na ECU que interfiram na leitura do pino de feedback da bobina #1.
Significado técnico: o código P1505 indica que o sinal de retorno do sensor de posição do atuador de carga em marcha lenta (motor de passo) no enrolamento “bobina #1” está com nível de tensão abaixo do limite mínimo esperado.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
– Teste interno de autodiagnóstico: logo após a ignição ligar, antes de dar partida, a ECU aplica uma tensão de referência no sensor de posição e lê o valor de retorno.
– Em funcionamento em marcha lenta estabilizada: com o motor em rotação de controle, a ECU mantém o motor de passo ativo e monitora continuamente o feedback de posição.
– Se, em qualquer um desses momentos, a tensão de retorno do pino do sensor associado à bobina #1 cair abaixo de aproximadamente 0,2 V por um período superior a 0,1 s, a ECU assume falha no circuito de leitura e registra P1505.
Condições para acionamento:
– Tensão de alimentação e aterramento da ECU dentro do limite, porém leitura do sensor muito baixa.
– Comparação entre o valor de feedback medido e o valor de referência calculado pela ECU resulta em discrepância para nível “baixo” além do tempo programado.
Possíveis reflexos que disparam o código:
– Ruídos eletromagnéticos no chicote elétrico que deprimem momentaneamente a tensão do sinal.
– Oscilações ou quedas momentâneas na tensão de alimentação de referência, refletindo como sinal baixo.
– Mau contato ou alta resistência no conector elétrico do sensor de posição, gerando degradação do nível lógico.
– Interferências internas na ECU que interfiram na leitura do pino de feedback da bobina #1.
Sintomas Possíveis
– Marcha lenta irregular
– Motor morrendo em marcha lenta
– Aceleração hesitante
– Retardo na resposta do acelerador
– Redução de potência do motor
– Aumento do consumo de combustível
– Luz de injeção acesa no painel
– Motor morrendo em marcha lenta
– Aceleração hesitante
– Retardo na resposta do acelerador
– Redução de potência do motor
– Aumento do consumo de combustível
– Luz de injeção acesa no painel
Causas Possíveis
– Válvula de marcha lenta (IAC) com defeito
– Chicote elétrico da bobina #1 danificado ou interrompido
– Conector elétrico da bobina #1 com mau contato ou corrosão
– ECM com defeito no controle da bobina #1
– Aterramento do motor com resistência elevada
– Bateria com tensão abaixo do especificado
– Fuga de vácuo no coletor de admissão
– Sensor de fluxo de ar (MAF) com defeito
– Sensor de posição da borboleta (TPS) fora de especificação
– Válvula EGR presa aberta ou com defeito
– Catalisador entupido causando sobrepressão no escape
– Regulador de pressão de combustível com defeito
– Solenoide EVAP travado ou com defeito
– Coletor de admissão com rachaduras ou vazamentos de junta
– Chicote elétrico da bobina #1 danificado ou interrompido
– Conector elétrico da bobina #1 com mau contato ou corrosão
– ECM com defeito no controle da bobina #1
– Aterramento do motor com resistência elevada
– Bateria com tensão abaixo do especificado
– Fuga de vácuo no coletor de admissão
– Sensor de fluxo de ar (MAF) com defeito
– Sensor de posição da borboleta (TPS) fora de especificação
– Válvula EGR presa aberta ou com defeito
– Catalisador entupido causando sobrepressão no escape
– Regulador de pressão de combustível com defeito
– Solenoide EVAP travado ou com defeito
– Coletor de admissão com rachaduras ou vazamentos de junta
By Madalozzo



