P1411 Ford – Sistema de Injeção de Ar Secundário – Fluxo Abaixo do Normal
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Secondary Air Injection System Downstream Flow
Definição em Português: Sistema de Injeção de Ar Secundário – Fluxo Abaixo do Normal
Definição em Português: Sistema de Injeção de Ar Secundário – Fluxo Abaixo do Normal
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Sua explicação:
P1411 indica que o módulo de comando (ECU) detectou fluxo de ar secundário abaixo do nível mínimo esperado quando acionou o sistema de injeção de ar secundário (SAIS). Na prática a ECU comanda a válvula solenóide do SAIS e monitora, via sensor de pressão ou via leitura de variação de pressão no coletor, se houve acréscimo de ar suficiente.
Condições para ativação da DTC:
1. Motor em fase de partida a frio (temperatura do líquido de arrefecimento abaixo do valor programado, por exemplo, 20 °C).
2. Solenóide de injeção de ar secundário energizado e comando válido (sinal PWM ou tensão constante conforme estratégia Ford).
3. Sensor de pressão ou leitura de pressão no coletor antes do comando registra um valor base e, após comando, deveria registrar aumento acima de um limiar (por exemplo, ≥2 PSI) num intervalo pré-definido (por exemplo, até 10 s).
4. Se, após o tempo máximo de resposta, a diferença entre leitura antes e depois do comando estiver abaixo do limite programado, a ECU conclui que o fluxo está insuficiente e grava o DTC P1411.
“Reflexo” na DTC significa que toda vez que a ECU faz essa verificação de comando versus variação de pressão e encontra a diferença abaixo do limiar pré-definido, ela repete a estratégia de monitoramento. Se isso ocorrer por ciclos consecutivos ou por tempo contínuo acima do definido nos critérios de confirmação (geralmente dois ciclos de direção fria e quente), a luz de MIL é acionada e o código fica retido.
Sua explicação:
P1411 indica que o módulo de comando (ECU) detectou fluxo de ar secundário abaixo do nível mínimo esperado quando acionou o sistema de injeção de ar secundário (SAIS). Na prática a ECU comanda a válvula solenóide do SAIS e monitora, via sensor de pressão ou via leitura de variação de pressão no coletor, se houve acréscimo de ar suficiente.
Condições para ativação da DTC:
1. Motor em fase de partida a frio (temperatura do líquido de arrefecimento abaixo do valor programado, por exemplo, 20 °C).
2. Solenóide de injeção de ar secundário energizado e comando válido (sinal PWM ou tensão constante conforme estratégia Ford).
3. Sensor de pressão ou leitura de pressão no coletor antes do comando registra um valor base e, após comando, deveria registrar aumento acima de um limiar (por exemplo, ≥2 PSI) num intervalo pré-definido (por exemplo, até 10 s).
4. Se, após o tempo máximo de resposta, a diferença entre leitura antes e depois do comando estiver abaixo do limite programado, a ECU conclui que o fluxo está insuficiente e grava o DTC P1411.
“Reflexo” na DTC significa que toda vez que a ECU faz essa verificação de comando versus variação de pressão e encontra a diferença abaixo do limiar pré-definido, ela repete a estratégia de monitoramento. Se isso ocorrer por ciclos consecutivos ou por tempo contínuo acima do definido nos critérios de confirmação (geralmente dois ciclos de direção fria e quente), a luz de MIL é acionada e o código fica retido.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Marcha lenta irregular
– Dificuldade na partida a frio
– Aumento de emissão de fumaça escura
– Falha no teste de emissões
– Cheiro de combustível no escapamento
– Ruído de sucção no compartimento do motor
– Marcha lenta irregular
– Dificuldade na partida a frio
– Aumento de emissão de fumaça escura
– Falha no teste de emissões
– Cheiro de combustível no escapamento
– Ruído de sucção no compartimento do motor
Causas Possíveis
– Bomba de ar secundário com defeito
– Válvula de retenção do SAI com defeito
– Válvula de controle do SAI travada
– Mangueira de ar secundário obstruída ou rompida
– Tubulação de escapamento obstruída por catalisador entupido
– Catalisador com cerâmica desintegrada causando restrição
– Vazamento de escapamento antes do ponto de injeção de ar
– Conector elétrico ou chicote elétrico da bomba SAI com mau contato
– Sensor de fluxo de massa de ar (MAF) com leitura incorreta
– Válvula EGR entupida afetando pressão de exaustão
– Fuga de vácuo na linha que aciona a válvula SAI
– Software da PCM desatualizado ou com flash incorreto
– Corpo de borboleta sujo afetando pressão e controle de ar
– Sensor de temperatura do motor enviando sinal fora de faixa
– Válvula de retenção do SAI com defeito
– Válvula de controle do SAI travada
– Mangueira de ar secundário obstruída ou rompida
– Tubulação de escapamento obstruída por catalisador entupido
– Catalisador com cerâmica desintegrada causando restrição
– Vazamento de escapamento antes do ponto de injeção de ar
– Conector elétrico ou chicote elétrico da bomba SAI com mau contato
– Sensor de fluxo de massa de ar (MAF) com leitura incorreta
– Válvula EGR entupida afetando pressão de exaustão
– Fuga de vácuo na linha que aciona a válvula SAI
– Software da PCM desatualizado ou com flash incorreto
– Corpo de borboleta sujo afetando pressão e controle de ar
– Sensor de temperatura do motor enviando sinal fora de faixa
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