P140C Chevrolet – Fluxo de Recirculação dos Gases de Escape (EGR) – Excesso Detected
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Exhaust Gas Recirculation (EGR) Flow Excessive
Definição em Português: Fluxo de Recirculação dos Gases de Escape (EGR) – Excesso Detected
Definição em Português: Fluxo de Recirculação dos Gases de Escape (EGR) – Excesso Detected
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Sua explicação:
O código P140C indica que a unidade de controle (ECU) detectou fluxo de recirculação dos gases de escape (EGR) acima do valor máximo permitido para as condições de operação atuais. A ECU monitora, via sensor de pressão diferencial instalado entre a entrada e a saída do circuito de EGR, o volume real de retorno de gases comparado ao valor de referência determinado pelo mapa de injeção.
Quando a ECU ativa essa DTC:
1. Motor em temperatura de funcionamento (acima de ~70 °C).
2. Regime de rotação e carga dentro da faixa em que o sistema EGR é requisitado (normalmente em cruzeiro leve a média carga).
3. Comando de abertura da válvula EGR maior que zero, conforme duty-cycle definido.
4. Sensor de pressão diferencial envia sinal que, após conversão analógico-digital, indica fluxo real superior ao esperado em mapa, ultrapassando um limiar de tolerância.
5. A condição persiste por tempo programado (geralmente alguns segundos) e em ciclos de condução repetidos.
A DTC reflete inconsistência entre comando e medição de pressão no chicote elétrico do sensor, possível interferência de terra, níveis de referência fora do especificado no firmware da ECU ou leituras analógicas acima do ponto máximo de calibração, levando a um diagnóstico de “excesso de fluxo” mesmo sem ação de fechamento total da válvula.
Sua explicação:
O código P140C indica que a unidade de controle (ECU) detectou fluxo de recirculação dos gases de escape (EGR) acima do valor máximo permitido para as condições de operação atuais. A ECU monitora, via sensor de pressão diferencial instalado entre a entrada e a saída do circuito de EGR, o volume real de retorno de gases comparado ao valor de referência determinado pelo mapa de injeção.
Quando a ECU ativa essa DTC:
1. Motor em temperatura de funcionamento (acima de ~70 °C).
2. Regime de rotação e carga dentro da faixa em que o sistema EGR é requisitado (normalmente em cruzeiro leve a média carga).
3. Comando de abertura da válvula EGR maior que zero, conforme duty-cycle definido.
4. Sensor de pressão diferencial envia sinal que, após conversão analógico-digital, indica fluxo real superior ao esperado em mapa, ultrapassando um limiar de tolerância.
5. A condição persiste por tempo programado (geralmente alguns segundos) e em ciclos de condução repetidos.
A DTC reflete inconsistência entre comando e medição de pressão no chicote elétrico do sensor, possível interferência de terra, níveis de referência fora do especificado no firmware da ECU ou leituras analógicas acima do ponto máximo de calibração, levando a um diagnóstico de “excesso de fluxo” mesmo sem ação de fechamento total da válvula.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Marcha lenta irregular
– Perda de potência em acelerações
– Consumo de combustível elevado
– Fumaça escura no escapamento
– Engasgos em baixa rotação
– Marcha lenta irregular
– Perda de potência em acelerações
– Consumo de combustível elevado
– Fumaça escura no escapamento
– Engasgos em baixa rotação
Causas Possíveis
– Válvula EGR presa aberta ou carbonizada
– Tubo de recirculação EGR entupido por carbono
– Sensor de posição da válvula EGR com defeito
– Chicote elétrico da válvula EGR ou conector elétrico com defeito
– Módulo de controle do motor (PCM) com defeito
– Catalisador entupido causando contrapressão elevada
– Vazamento no coletor de admissão ou na junta afetando fluxo
– Sensor MAP com defeito ou leitura de pressão incorreta
– Sonda lambda com defeito impactando ajuste de mistura
– Sensor de temperatura de gases de exaustão (EGT) com defeito
– Válvula Wastegate do turbo com defeito alterando pressão de escape
– Coletor de escape rachado ou respiro obstruído
– Válvula PCV com defeito gerando recirculação indevida
– Tubulação de vácuo ou régua de vácuo com vazamento interferindo no atuador EGR
– Pressão de combustível fora do especificado (regulador ou filtro com defeito)
– Tubo de recirculação EGR entupido por carbono
– Sensor de posição da válvula EGR com defeito
– Chicote elétrico da válvula EGR ou conector elétrico com defeito
– Módulo de controle do motor (PCM) com defeito
– Catalisador entupido causando contrapressão elevada
– Vazamento no coletor de admissão ou na junta afetando fluxo
– Sensor MAP com defeito ou leitura de pressão incorreta
– Sonda lambda com defeito impactando ajuste de mistura
– Sensor de temperatura de gases de exaustão (EGT) com defeito
– Válvula Wastegate do turbo com defeito alterando pressão de escape
– Coletor de escape rachado ou respiro obstruído
– Válvula PCV com defeito gerando recirculação indevida
– Tubulação de vácuo ou régua de vácuo com vazamento interferindo no atuador EGR
– Pressão de combustível fora do especificado (regulador ou filtro com defeito)
By Madalozzo



