P1402 Volkswagen – Válvula Solenoide Reguladora de Vácuo do EGR -N18- Curto-circuito com B+
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: EGR Vacuum Regulator Solenoid Valve -N18- Short circuit to B+
Definição em Português: Válvula Solenoide Reguladora de Vácuo do EGR -N18- Curto-circuito com B+
Definição em Português: Válvula Solenoide Reguladora de Vácuo do EGR -N18- Curto-circuito com B+
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora. Significado técnico: indica que a ECU identificou na linha de comando da válvula solenoide reguladora de vácuo do EGR (N18) uma tensão próxima ou igual à B+ (tensão da bateria), indicando curto ao positivo.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Após partida e com motor em rotação estável (normalmente acima de 800 rpm) e sistema EGR pronto para operação.
– Durante a avaliação periódica do circuito de comando do N18, a ECU aplica pulso de baixa tensão e mede o retorno.
– Se a tensão detectada excede um limiar predefinido (por exemplo, >11,5 V) por tempo contínuo (normalmente >0,4 s), a unidade de controle interpreta como curto a B+ e registra P1402.
Condições de ativação
– Modo de ensaio ativo (malha fechada, temperatura de operação dentro da faixa).
– Demanda de EGR solicitada pelo mapa de carga/rotação.
– Linhas de alimentação e referência sem flutuações fora do padrão eletrônico.
Possíveis reflexos na leitura de tensão (sem indicar sintomas ou causas específicas)
– Pico de tensão gerado por sistemas de ignição ou alternador.
– Ruído elétrico induzido por chicote elétrico próximo a cabos de alta tensão.
– Interferência oriunda de conectores elétricos com mau contato intermitente.
– Comportamento eletrônico do transistor interno de comando (flutuação de driver).
Em resumo, a P1402 surge quando a ECU detecta na saída de comando do solenóide de vácuo do EGR uma tensão que corresponde a curto ao positivo, acionando o diagnóstico de circuito para proteger o módulo e sinalizar a irregularidade.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Após partida e com motor em rotação estável (normalmente acima de 800 rpm) e sistema EGR pronto para operação.
– Durante a avaliação periódica do circuito de comando do N18, a ECU aplica pulso de baixa tensão e mede o retorno.
– Se a tensão detectada excede um limiar predefinido (por exemplo, >11,5 V) por tempo contínuo (normalmente >0,4 s), a unidade de controle interpreta como curto a B+ e registra P1402.
Condições de ativação
– Modo de ensaio ativo (malha fechada, temperatura de operação dentro da faixa).
– Demanda de EGR solicitada pelo mapa de carga/rotação.
– Linhas de alimentação e referência sem flutuações fora do padrão eletrônico.
Possíveis reflexos na leitura de tensão (sem indicar sintomas ou causas específicas)
– Pico de tensão gerado por sistemas de ignição ou alternador.
– Ruído elétrico induzido por chicote elétrico próximo a cabos de alta tensão.
– Interferência oriunda de conectores elétricos com mau contato intermitente.
– Comportamento eletrônico do transistor interno de comando (flutuação de driver).
Em resumo, a P1402 surge quando a ECU detecta na saída de comando do solenóide de vácuo do EGR uma tensão que corresponde a curto ao positivo, acionando o diagnóstico de circuito para proteger o módulo e sinalizar a irregularidade.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Marcha lenta irregular
– Engasgos ou falhas ao acelerar
– Aumento de fumaça no escapamento
– Consumo de combustível elevado
– Dificuldade na partida
– Marcha lenta irregular
– Engasgos ou falhas ao acelerar
– Aumento de fumaça no escapamento
– Consumo de combustível elevado
– Dificuldade na partida
Causas Possíveis
– Chicote elétrico do N18 com curto-circuito à B+
– Conector elétrico do N18 com pino corroído ou rompido
– Válvula solenoide reguladora de vácuo do EGR -N18- com defeito
– Centralina de controle do motor (ECU) saída do pino N18 com defeito
– Relê de alimentação do circuito EGR com contato soldado ou preso
– Aterramento do módulo EGR interrompido ou com alta resistência
– Fusível do circuito EGR com defeito provocando sobrecarga
– Mangueira de vácuo da EGR obstruída gerando sobrepressão no N18
– Bomba de vácuo do motor com defeito causando pressão irregular no sistema EGR
– Coletor de admissão trincado ocasionando fuga de vácuo no sistema EGR
– Sensor MAP com defeito influenciando comando do EGR
– Sensor G42 de temperatura do ar de admissão com leitura errada afetando EGR
– DPF saturado provocando recuperação excessiva e sobrecarga no circuito EGR
– Conector elétrico da ECU na pinagem do N18 com pino torto ou montagem solta
– Conector elétrico do N18 com pino corroído ou rompido
– Válvula solenoide reguladora de vácuo do EGR -N18- com defeito
– Centralina de controle do motor (ECU) saída do pino N18 com defeito
– Relê de alimentação do circuito EGR com contato soldado ou preso
– Aterramento do módulo EGR interrompido ou com alta resistência
– Fusível do circuito EGR com defeito provocando sobrecarga
– Mangueira de vácuo da EGR obstruída gerando sobrepressão no N18
– Bomba de vácuo do motor com defeito causando pressão irregular no sistema EGR
– Coletor de admissão trincado ocasionando fuga de vácuo no sistema EGR
– Sensor MAP com defeito influenciando comando do EGR
– Sensor G42 de temperatura do ar de admissão com leitura errada afetando EGR
– DPF saturado provocando recuperação excessiva e sobrecarga no circuito EGR
– Conector elétrico da ECU na pinagem do N18 com pino torto ou montagem solta
By Madalozzo



