P1351 Toyota – Sensor VVT/Sensor de Posição do Comando de Válvulas – Problema de Faixa/Desempenho (Banco 2)
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: VVT Sensor/Camshaft Position Sensor Circuit Range/Performance Problem (Bank 2)
Definição em Português: Sensor VVT/Sensor de Posição do Comando de Válvulas – Problema de Faixa/Desempenho (Banco 2)
Definição em Português: Sensor VVT/Sensor de Posição do Comando de Válvulas – Problema de Faixa/Desempenho (Banco 2)
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Sua explicação:
Essa DTC indica que o sensor de posição do comando de válvulas (VVT) do banco 2 está entregando um sinal fora da faixa de desempenho programada. A ECU monitora continuamente o ângulo real do comando, comparando-o ao ângulo alvo definido pelo mapeamento interno, que se baseia no ponto morto superior (PMS) do cilindro de referência e na sincronia com o sensor de rotação do virabrequim. A cada ciclo de varredura (aproximadamente a cada 5° de virabrequim), a ECU analisa amplitude, frequência e duty cycle do pulso gerado pelo sensor. Se a diferença entre o ângulo medido e o valor desejado ultrapassar o limite interno (por exemplo, ±10°) por um número predeterminado de ciclos consecutivos (tipicamente três varreduras), e isso ocorrer dentro da faixa de rotação e carga onde o VVT deve atuar (usualmente 800–4000 rpm em carga leve a moderada), a ECU entende que há problema de faixa/desempenho e seta o P1351.
O “reflexo” dessa DTC nasce da validação de correlação fase-a-fase: sempre que o perfil de pulso do sensor não coincide com o cronograma de ângulos esperado no software de controle de válvulas variáveis, a ECU registra a falha de faixa. Essa lógica impede avanço ou atraso excessivo do comando quando o sinal não segue o padrão pré-definido nos mapas da Toyota.
Sua explicação:
Essa DTC indica que o sensor de posição do comando de válvulas (VVT) do banco 2 está entregando um sinal fora da faixa de desempenho programada. A ECU monitora continuamente o ângulo real do comando, comparando-o ao ângulo alvo definido pelo mapeamento interno, que se baseia no ponto morto superior (PMS) do cilindro de referência e na sincronia com o sensor de rotação do virabrequim. A cada ciclo de varredura (aproximadamente a cada 5° de virabrequim), a ECU analisa amplitude, frequência e duty cycle do pulso gerado pelo sensor. Se a diferença entre o ângulo medido e o valor desejado ultrapassar o limite interno (por exemplo, ±10°) por um número predeterminado de ciclos consecutivos (tipicamente três varreduras), e isso ocorrer dentro da faixa de rotação e carga onde o VVT deve atuar (usualmente 800–4000 rpm em carga leve a moderada), a ECU entende que há problema de faixa/desempenho e seta o P1351.
O “reflexo” dessa DTC nasce da validação de correlação fase-a-fase: sempre que o perfil de pulso do sensor não coincide com o cronograma de ângulos esperado no software de controle de válvulas variáveis, a ECU registra a falha de faixa. Essa lógica impede avanço ou atraso excessivo do comando quando o sinal não segue o padrão pré-definido nos mapas da Toyota.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Marcha lenta irregular
– Dificuldade de partida
– Perda de potência
– Aceleração hesitante
– Consumo de combustível elevado
– Ruídos no motor
– Vibração anormal
– Marcha lenta irregular
– Dificuldade de partida
– Perda de potência
– Aceleração hesitante
– Consumo de combustível elevado
– Ruídos no motor
– Vibração anormal
Causas Possíveis
– Sensor VVT banco 2 com defeito
– Chicote elétrico do sensor VVT banco 2 danificado/curto
– Conector elétrico do sensor VVT banco 2 solto ou corroído
– Válvula de controle de óleo do VVT (OCV) com defeito
– Pressão de óleo do motor baixa (bomba de óleo com defeito)
– Filtro de óleo entupido
– Óleo do motor degradado ou viscosidade incorreta
– Cadeia de distribuição frouxa/tensor com defeito
– Comando de válvulas desgastado ou empenado
– Sensor de pressão de óleo com defeito
– Sensor de temperatura do óleo com defeito
– Tensão instável da bateria/alternador com defeito
– Módulo de controle eletrônico (ECM) com defeito
– Válvula PCV entupida (impacto na pressão do óleo)
– Problema no barramento CAN (sinal intermitente)
– Chicote elétrico do sensor VVT banco 2 danificado/curto
– Conector elétrico do sensor VVT banco 2 solto ou corroído
– Válvula de controle de óleo do VVT (OCV) com defeito
– Pressão de óleo do motor baixa (bomba de óleo com defeito)
– Filtro de óleo entupido
– Óleo do motor degradado ou viscosidade incorreta
– Cadeia de distribuição frouxa/tensor com defeito
– Comando de válvulas desgastado ou empenado
– Sensor de pressão de óleo com defeito
– Sensor de temperatura do óleo com defeito
– Tensão instável da bateria/alternador com defeito
– Módulo de controle eletrônico (ECM) com defeito
– Válvula PCV entupida (impacto na pressão do óleo)
– Problema no barramento CAN (sinal intermitente)
By Madalozzo



