P1351 Ford – Circuito do Monitor de Diagnóstico de Ignição – Falha na Entrada
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Ignition Diagnostic Monitor Circuit Input Fault
Definição em Português: Circuito do Monitor de Diagnóstico de Ignição – Falha na Entrada
Definição em Português: Circuito do Monitor de Diagnóstico de Ignição – Falha na Entrada
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Significado técnico: P1351 indica que o Módulo de Comando do Motor (ECU) não recebeu o sinal de feedback de ignição (IGF) após comandar o pulso de disparo de bobina (IGT). Em outras palavras, o circuito de monitoramento de ignição está sem entrada válida.
Quando e por que a ECU ativa esta DTC
1. Condições de rodada do monitor:
– Motor em funcionamento acima de um limite mínimo de rotação (por ex. > 300 rpm).
– Comando de pulso de faísca (sinal IGT) emitido um número suficiente de vezes (por ex. > 5 pulsos).
2. Critério de falha:
– Ausência total de recebimento de sinais IGF no intervalo de tempo esperado após cada IGT.
– Sinal IGF fora das especificações de forma de onda (amplitude ou largura mínimas).
3. Lógica de falha:
– Em dois ciclos de condução consecutivos com as condições acima e sem feedback válido, a ECU acende o MIL e grava P1351.
– Se após limpeza de memória o feedback voltar dentro dos limites por três testes contínuos, o DTC apaga.
O que gera “reflexo” no P1351 (possibilidades de disparo sem apontar causas específicas)
– Falha no nível de tensão do sinal IGF (abaixo do mínimo reconhecido pela ECU)
– Atraso ou distorção excessiva no pulso de feedback, de modo que o tempo entre IGT e IGF ultrapasse o limite interno de timeout
– Interrupção momentânea do circuito de feedback, de forma que o módulo de ignição não consiga converter o comando em sinal de retorno válido
– Ruído elétrico intenso sobre o circuito IGF, levando a leitura “espúria” ou filtragem de pulsos pela ECU
Em suma, P1351 reflete discrepância entre o pulso de comando de ignição e o sinal de retorno de combustão, detectada sempre que o monitor interno confirma repetidamente ausência ou sinal inválido de IGF.
Significado técnico: P1351 indica que o Módulo de Comando do Motor (ECU) não recebeu o sinal de feedback de ignição (IGF) após comandar o pulso de disparo de bobina (IGT). Em outras palavras, o circuito de monitoramento de ignição está sem entrada válida.
Quando e por que a ECU ativa esta DTC
1. Condições de rodada do monitor:
– Motor em funcionamento acima de um limite mínimo de rotação (por ex. > 300 rpm).
– Comando de pulso de faísca (sinal IGT) emitido um número suficiente de vezes (por ex. > 5 pulsos).
2. Critério de falha:
– Ausência total de recebimento de sinais IGF no intervalo de tempo esperado após cada IGT.
– Sinal IGF fora das especificações de forma de onda (amplitude ou largura mínimas).
3. Lógica de falha:
– Em dois ciclos de condução consecutivos com as condições acima e sem feedback válido, a ECU acende o MIL e grava P1351.
– Se após limpeza de memória o feedback voltar dentro dos limites por três testes contínuos, o DTC apaga.
O que gera “reflexo” no P1351 (possibilidades de disparo sem apontar causas específicas)
– Falha no nível de tensão do sinal IGF (abaixo do mínimo reconhecido pela ECU)
– Atraso ou distorção excessiva no pulso de feedback, de modo que o tempo entre IGT e IGF ultrapasse o limite interno de timeout
– Interrupção momentânea do circuito de feedback, de forma que o módulo de ignição não consiga converter o comando em sinal de retorno válido
– Ruído elétrico intenso sobre o circuito IGF, levando a leitura “espúria” ou filtragem de pulsos pela ECU
Em suma, P1351 reflete discrepância entre o pulso de comando de ignição e o sinal de retorno de combustão, detectada sempre que o monitor interno confirma repetidamente ausência ou sinal inválido de IGF.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Dificuldade para dar partida no motor
– Marcha lenta irregular
– Falhas de ignição ou engasgos
– Perda de potência ao acelerar
– Motor desligando inesperadamente
– Dificuldade para dar partida no motor
– Marcha lenta irregular
– Falhas de ignição ou engasgos
– Perda de potência ao acelerar
– Motor desligando inesperadamente
Causas Possíveis
– bobina de ignição com defeito
– chicote elétrico da bobina danificado ou em curto
– conector elétrico da bobina com pinos corroídos ou soltos
– módulo de ignição (ignitor) com defeito
– sensor de posição do virabrequim com defeito
– chicote elétrico do sensor de virabrequim rompido ou em curto
– conector elétrico do sensor de virabrequim solto ou contaminado
– módulo de controle do motor (PCM) com defeito
– aterramento do PCM ou da bobina com mal contato
– chave de ignição com mau contato no circuito de alimentação
– vela de ignição com defeito causando retorno de alta tensão
– sensor de detonação com defeito introduzindo ruído no circuito
– trilha de aterramento no chicote principal danificada
– falha na rede CAN do veículo interrompendo comunicação de diagnóstico
– capacitor de supressão de ruído da bobina com defeito
– chicote elétrico da bobina danificado ou em curto
– conector elétrico da bobina com pinos corroídos ou soltos
– módulo de ignição (ignitor) com defeito
– sensor de posição do virabrequim com defeito
– chicote elétrico do sensor de virabrequim rompido ou em curto
– conector elétrico do sensor de virabrequim solto ou contaminado
– módulo de controle do motor (PCM) com defeito
– aterramento do PCM ou da bobina com mal contato
– chave de ignição com mau contato no circuito de alimentação
– vela de ignição com defeito causando retorno de alta tensão
– sensor de detonação com defeito introduzindo ruído no circuito
– trilha de aterramento no chicote principal danificada
– falha na rede CAN do veículo interrompendo comunicação de diagnóstico
– capacitor de supressão de ruído da bobina com defeito
By Madalozzo



