P1337 Honda – Sensor de Flutuação da Velocidade do Virabrequim – Sem Sinal
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Crankshaft Speed Fluctuation Sensor No Signal
Definição em Português: Sensor de Flutuação da Velocidade do Virabrequim – Sem Sinal
Definição em Português: Sensor de Flutuação da Velocidade do Virabrequim – Sem Sinal
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Significado técnico: Indica que a Unidade de Controle do Motor (ECU) não encontra nenhum sinal de pulso proveniente do sensor de flutuação da velocidade do virabrequim durante a condição de partida ou rotação do motor. O sensor de flutuação emite uma série de pulsos (variação de tensão repetitiva) conforme os dentes da roda fônica do virabrequim passam pelo seu elemento de detecção. A ECU espera ver esses pulsos em forma de onda digital ou analógica dentro de parâmetros de frequência e amplitude pré-definidos.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
– No momento da partida, durante o teste de cranking, a ECU energiza seu circuito de leitura e aguarda detectar uma sequência mínima de pulsos (por exemplo, dezenas de pulsos em poucos segundos).
– Se o motor gira (sinal de giro via relé ou tensão de alimentação confirmada) porém nenhum pulso válido aparece no pino de entrada do módulo, o timer interno de monitoramento estoura.
– A ausência de flanco de subida ou descida no tempo limite faz com que a ECU registre “sem sinal” e a DTC P1337 seja armazenada.
Condições de ativação em detalhe:
– Sensor alimentado e ECU em modo de cranking ou funcionamento ativo.
– Roda fônica em movimento (ECU detecta alimentação do motor).
– Nenhum pulso dentro da janela de tensão permitida (por exemplo, 0,5 V a 5 V) e da frequência esperada para a faixa de rotação.
– Perda de pulso contínua por tempo maior que o programado no software de controle (normalmente alguns milissegundos a poucos segundos).
O que pode gerar reflexo nessa DTC (formato de situações, sem apontar causas específicas):
– Circuito de leitura sem nenhuma transição de tensão entre alto e baixo.
– Pulsos muito espaçados ou com amplitude fora do range de detecção.
– Ruído elétrico intenso mascarando a forma de onda de pulso.
– Sinal estático (nível alto contínuo ou baixo contínuo) sem alternância.
– Sincronismo de rotação sem retorno de pulso ao módulo de gestão.
Significado técnico: Indica que a Unidade de Controle do Motor (ECU) não encontra nenhum sinal de pulso proveniente do sensor de flutuação da velocidade do virabrequim durante a condição de partida ou rotação do motor. O sensor de flutuação emite uma série de pulsos (variação de tensão repetitiva) conforme os dentes da roda fônica do virabrequim passam pelo seu elemento de detecção. A ECU espera ver esses pulsos em forma de onda digital ou analógica dentro de parâmetros de frequência e amplitude pré-definidos.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
– No momento da partida, durante o teste de cranking, a ECU energiza seu circuito de leitura e aguarda detectar uma sequência mínima de pulsos (por exemplo, dezenas de pulsos em poucos segundos).
– Se o motor gira (sinal de giro via relé ou tensão de alimentação confirmada) porém nenhum pulso válido aparece no pino de entrada do módulo, o timer interno de monitoramento estoura.
– A ausência de flanco de subida ou descida no tempo limite faz com que a ECU registre “sem sinal” e a DTC P1337 seja armazenada.
Condições de ativação em detalhe:
– Sensor alimentado e ECU em modo de cranking ou funcionamento ativo.
– Roda fônica em movimento (ECU detecta alimentação do motor).
– Nenhum pulso dentro da janela de tensão permitida (por exemplo, 0,5 V a 5 V) e da frequência esperada para a faixa de rotação.
– Perda de pulso contínua por tempo maior que o programado no software de controle (normalmente alguns milissegundos a poucos segundos).
O que pode gerar reflexo nessa DTC (formato de situações, sem apontar causas específicas):
– Circuito de leitura sem nenhuma transição de tensão entre alto e baixo.
– Pulsos muito espaçados ou com amplitude fora do range de detecção.
– Ruído elétrico intenso mascarando a forma de onda de pulso.
– Sinal estático (nível alto contínuo ou baixo contínuo) sem alternância.
– Sincronismo de rotação sem retorno de pulso ao módulo de gestão.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Motor não pega
– Motor morrendo
– Marcha lenta irregular
– Falhas de ignição
– Perda de potência
– RPM instável
– Motor não pega
– Motor morrendo
– Marcha lenta irregular
– Falhas de ignição
– Perda de potência
– RPM instável
Causas Possíveis
– Sensor de flutuação da velocidade do virabrequim com defeito
– Chicote elétrico do sensor rompido ou em curto
– Conector elétrico do sensor oxidado, solto ou mal encaixado
– Roda fônica da polia do virabrequim com dentes danificados
– ECU com defeito no circuito de processamento do sinal
– Relé de injeção com defeito sem alimentar o sensor
– Fusível do circuito do sensor queimado ou de má qualidade
– Ponto de aterramento do motor mal conectado ou corroído
– Bateria com tensão instável provocando queda de sinal
– Interferência eletromagnética de bobinas de ignição próximas
– Distribuidor com defeito interno (onde aplicável)
– Rolamento do virabrequim desgastado alterando pulso do dente
– Sensor de posição do comando de válvulas com defeito
– Reprogramação incorreta da ECU gerando curva errada
– Chicote elétrico compartilhado com sensor de fase em curto
– Chicote elétrico do sensor rompido ou em curto
– Conector elétrico do sensor oxidado, solto ou mal encaixado
– Roda fônica da polia do virabrequim com dentes danificados
– ECU com defeito no circuito de processamento do sinal
– Relé de injeção com defeito sem alimentar o sensor
– Fusível do circuito do sensor queimado ou de má qualidade
– Ponto de aterramento do motor mal conectado ou corroído
– Bateria com tensão instável provocando queda de sinal
– Interferência eletromagnética de bobinas de ignição próximas
– Distribuidor com defeito interno (onde aplicável)
– Rolamento do virabrequim desgastado alterando pulso do dente
– Sensor de posição do comando de válvulas com defeito
– Reprogramação incorreta da ECU gerando curva errada
– Chicote elétrico compartilhado com sensor de fase em curto
By Madalozzo



