P12B3 Chevrolet – Temporização de Injeção do Cilindro 1 – Atrasada
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Cylinder 1 Injection Timing Retarded
Definição em Português: Temporização de Injeção do Cilindro 1 – Atrasada
Definição em Português: Temporização de Injeção do Cilindro 1 – Atrasada
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Significado técnico da DTC P12B3: atraso na temporização de injeção do cilindro 1. A ECU calcula o instante exato de injeção a partir dos sinais dos sensores de posição do virabrequim e do comando de válvulas, envia pulso elétrico ao chicote elétrico do bico injetor e monitora o perfil de corrente no driver para identificar o início efetivo da abertura do injetor. Quando o ponto de inflexão de corrente — que indica o momento em que o bico começa a injetar — ocorre depois do limite de tolerância programado para o cilindro 1, a ECU entende que houve atraso e registra o código.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
• Injeção sequencial ativada, rotação acima do patamar mínimo configurado e tensão de bateria estável.
• Sensoriamento de posição dos eixos (virabrequim/comando) dentro da janela de operação.
• Comando de pulso de injeção enviado normalmente ao bico 1 via driver interno.
• Perfil de corrente detectado indicativo de abertura do bico ocorre sistematicamente depois do ângulo/tempo desejado por valor superior ao limiar definido.
Condições para ativação:
1. Ciclos de injeção do cilindro 1 analisados em sequência.
2. Diferença entre ângulo de injeção comandado e medido acima do limiar por N ciclos consecutivos.
3. Sinal de sensoriamento de corrente consistente (sem ruído extremo) e driver energizado.
Reflexo dessa DTC na ECU:
• Gravação de freeze frame com dados de ângulo comandado e real, perfil de corrente, rotação e tensão de alimentação.
• Registro permanente do evento na memória de falhas.
• Ativação de estratégia de fallback no controle de injeção, adotando parâmetros de base até normalização do sincronismo.
Significado técnico da DTC P12B3: atraso na temporização de injeção do cilindro 1. A ECU calcula o instante exato de injeção a partir dos sinais dos sensores de posição do virabrequim e do comando de válvulas, envia pulso elétrico ao chicote elétrico do bico injetor e monitora o perfil de corrente no driver para identificar o início efetivo da abertura do injetor. Quando o ponto de inflexão de corrente — que indica o momento em que o bico começa a injetar — ocorre depois do limite de tolerância programado para o cilindro 1, a ECU entende que houve atraso e registra o código.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
• Injeção sequencial ativada, rotação acima do patamar mínimo configurado e tensão de bateria estável.
• Sensoriamento de posição dos eixos (virabrequim/comando) dentro da janela de operação.
• Comando de pulso de injeção enviado normalmente ao bico 1 via driver interno.
• Perfil de corrente detectado indicativo de abertura do bico ocorre sistematicamente depois do ângulo/tempo desejado por valor superior ao limiar definido.
Condições para ativação:
1. Ciclos de injeção do cilindro 1 analisados em sequência.
2. Diferença entre ângulo de injeção comandado e medido acima do limiar por N ciclos consecutivos.
3. Sinal de sensoriamento de corrente consistente (sem ruído extremo) e driver energizado.
Reflexo dessa DTC na ECU:
• Gravação de freeze frame com dados de ângulo comandado e real, perfil de corrente, rotação e tensão de alimentação.
• Registro permanente do evento na memória de falhas.
• Ativação de estratégia de fallback no controle de injeção, adotando parâmetros de base até normalização do sincronismo.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa no painel
– Marcha lenta irregular
– Perda de potência ao acelerar
– Motor falhando ou engasgando
– Vibração ou tremor do motor em marcha lenta
– Dificuldade na partida
– Aumento do consumo de combustível
– Emissão de fumaça preta pelo escapamento
– Marcha lenta irregular
– Perda de potência ao acelerar
– Motor falhando ou engasgando
– Vibração ou tremor do motor em marcha lenta
– Dificuldade na partida
– Aumento do consumo de combustível
– Emissão de fumaça preta pelo escapamento
Causas Possíveis
– Injetor do cilindro 1 com defeito
– Chicote elétrico do injetor com mau contato
– Conector elétrico do injetor com mau contato
– Módulo de injeção/ECM com defeito
– Sensor de posição do virabrequim com defeito
– Sensor de fase (comando de válvulas) com defeito
– Comando de válvulas variável (VVT) com defeito
– Válvula de controle do VVT com defeito
– Entupimento no bico injetor do cilindro 1
– Pressão de combustível baixa por bomba de combustível fraca
– Regulador de pressão de combustível com defeito
– Sensor de temperatura do motor com leitura incorreta
– Sensor de pressão absoluta do coletor (MAP) com defeito
– Sensor de fluxo de ar (MAF) com defeito
– Vazamento de vácuo no coletor de admissão do cilindro 1
– Válvula EGR com defeito causando recirculação excessiva
– Compressão baixa no cilindro 1 por desgaste de anéis ou válvulas
– Software da ECU com mapa de injeção incorreto
– Sensor de oxigênio com leitura incorreta
– Chicote elétrico da bomba de combustível com mau contato
– Falha no relé da bomba de combustível
– Conector elétrico da ECM com mau contato
– Terminal de terra da ECM mal conectado
– Chicote elétrico do injetor com mau contato
– Conector elétrico do injetor com mau contato
– Módulo de injeção/ECM com defeito
– Sensor de posição do virabrequim com defeito
– Sensor de fase (comando de válvulas) com defeito
– Comando de válvulas variável (VVT) com defeito
– Válvula de controle do VVT com defeito
– Entupimento no bico injetor do cilindro 1
– Pressão de combustível baixa por bomba de combustível fraca
– Regulador de pressão de combustível com defeito
– Sensor de temperatura do motor com leitura incorreta
– Sensor de pressão absoluta do coletor (MAP) com defeito
– Sensor de fluxo de ar (MAF) com defeito
– Vazamento de vácuo no coletor de admissão do cilindro 1
– Válvula EGR com defeito causando recirculação excessiva
– Compressão baixa no cilindro 1 por desgaste de anéis ou válvulas
– Software da ECU com mapa de injeção incorreto
– Sensor de oxigênio com leitura incorreta
– Chicote elétrico da bomba de combustível com mau contato
– Falha no relé da bomba de combustível
– Conector elétrico da ECM com mau contato
– Terminal de terra da ECM mal conectado
By Madalozzo



