P123F Ford – Sensor de NOX – Comunicação Intermitente (Banco 1 Sensor 2)
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: NOX Sensor Communication Intermittent (Bank 1 Sensor 2)
Definição em Português: Sensor de NOX – Comunicação Intermitente (Banco 1 Sensor 2)
Definição em Português: Sensor de NOX – Comunicação Intermitente (Banco 1 Sensor 2)
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Significado técnico: indica que a unidade de comando (ECU) detectou variação intermitente no sinal do sensor de NOx localizado no Banco 1, Sensor 2. Esse sensor envia à ECU um valor analógico (tensão ou frequência) correspondente à concentração de óxidos de nitrogênio nos gases de escape após o tratamento.
Quando e por que a ECU ativa:
– A ECU monitora continuamente o circuito de sinal do sensor de NOx.
– Se, em dois ciclos de condução consecutivos, o sinal apresentar interrupções temporárias ou flutuações bruscas fora dos limites de referência (tensão mínima/máxima ou frequência esperada), a ECU entende que há comunicação instável.
– Após ultrapassar o limiar de falhas definidas no software de diagnóstico (padrão Ford), o bit de falha é gravado e o DTC P123F fica ativo.
Condições para ativação:
– Perda momentânea de sinal (zero volt ou ausência de pulso) por tempo maior que o programado.
– Variações abruptas que não seguem a rampa de resposta normal do sensor em acelerações e desacelerações.
– Reaparecimento do sinal sem sequência consistente de leitura, levando a leituras “em branco” ou “saltos” de valor.
Reflexo na estratégia de controle:
– A ECU pode suspender ajustes finos de comando de pós-tratamento, passando a trabalhar com valores fixos pré-programados até a falha ser corrigida.
– A gravação do DTC também suspende temporariamente algumas rotinas de autoadaptação de fluxo e recirculação de gases para proteger o equipamento e reduzir emissões fora de padrão.
Significado técnico: indica que a unidade de comando (ECU) detectou variação intermitente no sinal do sensor de NOx localizado no Banco 1, Sensor 2. Esse sensor envia à ECU um valor analógico (tensão ou frequência) correspondente à concentração de óxidos de nitrogênio nos gases de escape após o tratamento.
Quando e por que a ECU ativa:
– A ECU monitora continuamente o circuito de sinal do sensor de NOx.
– Se, em dois ciclos de condução consecutivos, o sinal apresentar interrupções temporárias ou flutuações bruscas fora dos limites de referência (tensão mínima/máxima ou frequência esperada), a ECU entende que há comunicação instável.
– Após ultrapassar o limiar de falhas definidas no software de diagnóstico (padrão Ford), o bit de falha é gravado e o DTC P123F fica ativo.
Condições para ativação:
– Perda momentânea de sinal (zero volt ou ausência de pulso) por tempo maior que o programado.
– Variações abruptas que não seguem a rampa de resposta normal do sensor em acelerações e desacelerações.
– Reaparecimento do sinal sem sequência consistente de leitura, levando a leituras “em branco” ou “saltos” de valor.
Reflexo na estratégia de controle:
– A ECU pode suspender ajustes finos de comando de pós-tratamento, passando a trabalhar com valores fixos pré-programados até a falha ser corrigida.
– A gravação do DTC também suspende temporariamente algumas rotinas de autoadaptação de fluxo e recirculação de gases para proteger o equipamento e reduzir emissões fora de padrão.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Redução de potência do motor
– Modo de segurança (limp home) ativado
– Marcha lenta irregular
– Resposta lenta ao acelerar
– Consumo de combustível aumentado
– Falha em teste de emissões
– Armazenamento repetido do código P123F
– Oscilação de rotação em baixa carga
– Pico de fumaça no escapamento
– Redução de potência do motor
– Modo de segurança (limp home) ativado
– Marcha lenta irregular
– Resposta lenta ao acelerar
– Consumo de combustível aumentado
– Falha em teste de emissões
– Armazenamento repetido do código P123F
– Oscilação de rotação em baixa carga
– Pico de fumaça no escapamento
Causas Possíveis
– Sensor de NOx com defeito
– Chicote elétrico do sensor de NOx com dano, curto ou isolamento rompido
– Conector elétrico do sensor de NOx com corrosão, pinos tortos ou contato intermitente
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito no circuito de comunicação do sensor
– Aterramento do sistema de pós-tratamento com mal contato ou corrodido
– Alimentação de 12 V do sensor de NOx com variação de tensão ou alta resistência
– Interferência eletromagnética no chicote gerada pela bobina de ignição ou alternador
– Sensor de temperatura dos gases de escape (EGTS) com defeito influenciando a rede de sensores
– Barramento CAN com defeito ou alta resistência causando perda intermitente de sinal
– Aquecedor interno do sensor de NOx com defeito ou circuito aberto
– Chicote elétrico do sensor de NOx com dano, curto ou isolamento rompido
– Conector elétrico do sensor de NOx com corrosão, pinos tortos ou contato intermitente
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito no circuito de comunicação do sensor
– Aterramento do sistema de pós-tratamento com mal contato ou corrodido
– Alimentação de 12 V do sensor de NOx com variação de tensão ou alta resistência
– Interferência eletromagnética no chicote gerada pela bobina de ignição ou alternador
– Sensor de temperatura dos gases de escape (EGTS) com defeito influenciando a rede de sensores
– Barramento CAN com defeito ou alta resistência causando perda intermitente de sinal
– Aquecedor interno do sensor de NOx com defeito ou circuito aberto
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