P11DC Chevrolet – Sensor de NOx 2 – Desempenho atual (Banco 2)
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: NOx Sensor 2 Current Performance
Definição em Português: Sensor de NOx 2 – Desempenho atual (Banco 2)
Definição em Português: Sensor de NOx 2 – Desempenho atual (Banco 2)
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Sua explicação:
Significado técnico
• Monitora o sensor de NOx localizado após o catalisador no Banco 2, incluindo seu circuito de aquecimento.
• A ECU espera um sinal elétrico proporcional à concentração de NOx e compara este valor com parâmetros internos de plausibilidade e com a leitura do sensor de NOx do Banco 1 (antes do catalisador).
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
1. Ciclo de teste: após ligar a ignição e atingir temperatura de operação, a ECU energiza o circuito de aquecimento do sensor para estabilizar a temperatura de trabalho.
2. Condições de regime: motor em rotação e carga pré-definidas (normalmente em marcha lenta e em acelerações controladas).
3. Avaliação de resposta: a ECU verifica se, diante de uma mudança de concentração de NOx no escapamento, o sinal de saída do sensor 2 varia em tempo e amplitude dentro de limites estabelecidos.
4. Plausibilidade cruzada: a diferença entre os sinais dos sensores de NOx (pré e pós catalisador) deve permanecer dentro de faixas definidas. Se essa diferença for maior ou menor que o tolerado, a DTC é acionada.
Condições para ativação
• Tempo de resposta do sensor acima do máximo permitido (sinal muito lento ou estático).
• Sinal de saída fora da faixa de voltagem/programação interna (baixo ou alto demais durante o ensaio).
• Descasamento repetido entre leituras de sensores 1 e 2 em ciclos de verificação.
O que gera reflexo nessa DTC
• Ausência de variação de sinal do sensor de NOx 2 quando o nível de NOx no escapamento muda.
• Sinal fora de faixa de plausibilidade definido pela ECU, apesar de condições de temperatura e regime estarem corretas.
• Inconsistência crônica entre leitura de NOx antes e depois do catalisador, medida em condições tidas como ideais de teste.
Sua explicação:
Significado técnico
• Monitora o sensor de NOx localizado após o catalisador no Banco 2, incluindo seu circuito de aquecimento.
• A ECU espera um sinal elétrico proporcional à concentração de NOx e compara este valor com parâmetros internos de plausibilidade e com a leitura do sensor de NOx do Banco 1 (antes do catalisador).
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
1. Ciclo de teste: após ligar a ignição e atingir temperatura de operação, a ECU energiza o circuito de aquecimento do sensor para estabilizar a temperatura de trabalho.
2. Condições de regime: motor em rotação e carga pré-definidas (normalmente em marcha lenta e em acelerações controladas).
3. Avaliação de resposta: a ECU verifica se, diante de uma mudança de concentração de NOx no escapamento, o sinal de saída do sensor 2 varia em tempo e amplitude dentro de limites estabelecidos.
4. Plausibilidade cruzada: a diferença entre os sinais dos sensores de NOx (pré e pós catalisador) deve permanecer dentro de faixas definidas. Se essa diferença for maior ou menor que o tolerado, a DTC é acionada.
Condições para ativação
• Tempo de resposta do sensor acima do máximo permitido (sinal muito lento ou estático).
• Sinal de saída fora da faixa de voltagem/programação interna (baixo ou alto demais durante o ensaio).
• Descasamento repetido entre leituras de sensores 1 e 2 em ciclos de verificação.
O que gera reflexo nessa DTC
• Ausência de variação de sinal do sensor de NOx 2 quando o nível de NOx no escapamento muda.
• Sinal fora de faixa de plausibilidade definido pela ECU, apesar de condições de temperatura e regime estarem corretas.
• Inconsistência crônica entre leitura de NOx antes e depois do catalisador, medida em condições tidas como ideais de teste.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Desempenho reduzido do motor
– Aumento no consumo de combustível
– Falha no teste de emissões
– Modo de emergência (limp mode)
– Cheiro forte de gases no escapamento
– Resposta lenta ao acelerar
– Desempenho reduzido do motor
– Aumento no consumo de combustível
– Falha no teste de emissões
– Modo de emergência (limp mode)
– Cheiro forte de gases no escapamento
– Resposta lenta ao acelerar
Causas Possíveis
– Sensor de NOx 2 com defeito
– Chicote elétrico do sensor de NOx 2 danificado, interrompido ou em curto
– Conector elétrico do sensor de NOx 2 corroído ou com mau contato
– Aterramento do sensor de NOx 2 insuficiente ou com mau contato
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito no circuito de leitura de NOx
– Sistema SCR entupido ou com baixa eficiência (catalisador de redução com obstrução)
– Bomba de AdBlue com defeito causando dosagem incorreta de ureia
– Vazamento de gases de escape a montante do sensor de NOx 2
– Sensor de temperatura de gases de escape com defeito influenciando cálculo de NOx
– Software da ECU desatualizado ou calibrado incorretamente
– Válvula de recirculação de gases (EGR) com defeito alterando a composição dos gases
– Pressão de turbo irregular afetando a formação de NOx no motor
– Chicote elétrico do sensor de NOx 2 danificado, interrompido ou em curto
– Conector elétrico do sensor de NOx 2 corroído ou com mau contato
– Aterramento do sensor de NOx 2 insuficiente ou com mau contato
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito no circuito de leitura de NOx
– Sistema SCR entupido ou com baixa eficiência (catalisador de redução com obstrução)
– Bomba de AdBlue com defeito causando dosagem incorreta de ureia
– Vazamento de gases de escape a montante do sensor de NOx 2
– Sensor de temperatura de gases de escape com defeito influenciando cálculo de NOx
– Software da ECU desatualizado ou calibrado incorretamente
– Válvula de recirculação de gases (EGR) com defeito alterando a composição dos gases
– Pressão de turbo irregular afetando a formação de NOx no motor
By Madalozzo



