P1196 Hyundai – Corpo de Borboleta Eletrônico – Travado em Marcha Lenta de Emergência
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: ETS Limp home Closed Throttle Stuck
Definição em Português: Corpo de Borboleta Eletrônico – Travado em Marcha Lenta de Emergência
Definição em Português: Corpo de Borboleta Eletrônico – Travado em Marcha Lenta de Emergência
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
A P1196 informa que o corpo de borboleta eletrônico entrou em modo de emergência de marcha lenta (limp home). A ECU monitora constantemente a posição desejada de borboleta (comando interno) e a posição real lida pelo sensor no corpo de borboleta. Se houver desvio entre os dois valores acima de um limiar predefinido por um tempo determinado, ou se o autodiagnóstico interno do motor de passo/atuador acusar erro, a ECU cancela o controle normal e trava o TB em posição fixa para manter a marcha lenta de segurança.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Durante funcionamento com rotação acima do mínimo programado, a ECU compara em tempo real o ângulo de borboleta comandado e o ângulo informado pelo sensor integrado.
– Se a diferença ultrapassar X° por mais de Y décimos de segundo (valores definidos pela Hyundai), a ECU entende que o circuito de controle PWM do motor de passo não atende e entra em emergência.
– Também é verificada, no momento de chave “ON” e durante a adaptação inicial, se o valor de referência do sensor está dentro da faixa esperada; qualquer anomalia faz ativar o modo de emergência imediato.
Condições de ativação
1. Falha no processo de calibração interna do atuador no arranque (inicialização do motor de passo).
2. Desalinhamento entre posição real e desejada durante aceleração/deaceleração repetida.
3. Atraso ou trava no movimento do mecanismo de borboleta (sem emitir causa).
Reflexos na DTC
– A ECU armazena o código quando detecta o desvio contínuo de posição.
– Esse código permanece ativo até que a condição de erro seja eliminada e o processo de autodiagnóstico interno valide novamente o controle PWM e o sensor de posição.
– Cada vez que a ECU entra em modo de emergência de marcha lenta, o P1196 é registrado e pode exigir tentativa de releitura após ciclo de ignição para confirmação.
A P1196 informa que o corpo de borboleta eletrônico entrou em modo de emergência de marcha lenta (limp home). A ECU monitora constantemente a posição desejada de borboleta (comando interno) e a posição real lida pelo sensor no corpo de borboleta. Se houver desvio entre os dois valores acima de um limiar predefinido por um tempo determinado, ou se o autodiagnóstico interno do motor de passo/atuador acusar erro, a ECU cancela o controle normal e trava o TB em posição fixa para manter a marcha lenta de segurança.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Durante funcionamento com rotação acima do mínimo programado, a ECU compara em tempo real o ângulo de borboleta comandado e o ângulo informado pelo sensor integrado.
– Se a diferença ultrapassar X° por mais de Y décimos de segundo (valores definidos pela Hyundai), a ECU entende que o circuito de controle PWM do motor de passo não atende e entra em emergência.
– Também é verificada, no momento de chave “ON” e durante a adaptação inicial, se o valor de referência do sensor está dentro da faixa esperada; qualquer anomalia faz ativar o modo de emergência imediato.
Condições de ativação
1. Falha no processo de calibração interna do atuador no arranque (inicialização do motor de passo).
2. Desalinhamento entre posição real e desejada durante aceleração/deaceleração repetida.
3. Atraso ou trava no movimento do mecanismo de borboleta (sem emitir causa).
Reflexos na DTC
– A ECU armazena o código quando detecta o desvio contínuo de posição.
– Esse código permanece ativo até que a condição de erro seja eliminada e o processo de autodiagnóstico interno valide novamente o controle PWM e o sensor de posição.
– Cada vez que a ECU entra em modo de emergência de marcha lenta, o P1196 é registrado e pode exigir tentativa de releitura após ciclo de ignição para confirmação.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Motor preso em marcha lenta de emergência
– Resposta do acelerador lenta ou inexistente
– Aceleração limitada a baixa rotação
– Marcha lenta oscilante
– Engasgo ou corte ao acelerar
– Motor preso em marcha lenta de emergência
– Resposta do acelerador lenta ou inexistente
– Aceleração limitada a baixa rotação
– Marcha lenta oscilante
– Engasgo ou corte ao acelerar
Causas Possíveis
– Carbonização no corpo de borboleta
– Motor do corpo de borboleta com defeito
– Sensor da posição da borboleta (TPS) com defeito
– Chicote elétrico do corpo de borboleta danificado
– Conector elétrico do corpo de borboleta com mau contato
– ECU com defeito ou software desatualizado
– Mangueira de vácuo com vazamento
– Válvula PCV travada
– Sensor de pressão do coletor (MAP) com defeito
– Sensor de fluxo de ar (MAF) com defeito
– Sensor de posição do virabrequim (CKP) com defeito
– Sensor de posição do comando de válvulas (CMP) com defeito
– Bateria com baixa tensão
– Alternador com defeito
– Filtro de ar entupido
– EGR travada aberta ou fechada
– Bomba de vácuo de freio com defeito
– Sonda lambda com defeito
– Motor do corpo de borboleta com defeito
– Sensor da posição da borboleta (TPS) com defeito
– Chicote elétrico do corpo de borboleta danificado
– Conector elétrico do corpo de borboleta com mau contato
– ECU com defeito ou software desatualizado
– Mangueira de vácuo com vazamento
– Válvula PCV travada
– Sensor de pressão do coletor (MAP) com defeito
– Sensor de fluxo de ar (MAF) com defeito
– Sensor de posição do virabrequim (CKP) com defeito
– Sensor de posição do comando de válvulas (CMP) com defeito
– Bateria com baixa tensão
– Alternador com defeito
– Filtro de ar entupido
– EGR travada aberta ou fechada
– Bomba de vácuo de freio com defeito
– Sonda lambda com defeito
By Madalozzo



