P1195 Hyundai – ETS – Atraso no Acompanhamento da Meta de Função de Emergência
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: ETS Limp home Target Following Delay
Definição em Português: ETS – Atraso no Acompanhamento da Meta de Função de Emergência
Definição em Português: ETS – Atraso no Acompanhamento da Meta de Função de Emergência
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora. Essa DTC P1195 indica que o sistema de controle eletrônico de acelerador não conseguiu acompanhar, dentro do prazo esperado, a meta de posição definida pela função de emergência (ETS – Emergency Torque Shutoff).
Quando a ECU recebe um sinal que exige uma resposta de emergência (por exemplo, limitação de torque por segurança ou emissões), ela emite um comando de posição do corpo de borboleta. Paralelamente, dois sensores de posição do acelerador medem onde a borboleta realmente está. A ECU monitora a diferença entre o valor alvo e o valor real. Se essa diferença ultrapassar um limite predefinido e persistir por um tempo determinado (normalmente alguns centésimos de segundo) em várias varreduras de ciclo, a ECU entende que houve atraso no acompanhamento da meta de posição e registra a P1195.
Condições para ativação da DTC P1195:
1. Chave na ignição ligada e motor em funcionamento;
2. Modo de operação de emergência ou limp home ativado;
3. Comando de ângulo de borboleta válido enviado pela ECU;
4. Feedback de ângulo medido pelos sensores em desacordo com o comando por tempo superior ao estipulado no mapa de tolerância;
5. Quantidade mínima de ciclos de verificação atingida (garante que não seja um pico isolado).
O reflexo desse monitoramento ocorre quando a ECU compara continuamente o ângulo desejado com o ângulo real. Se o erro de rastreamento (target minus feedback) se mantiver acima do limiar por X ciclos, a DTC entra em latch ou ativo, dependendo de ter sido registrada antes ou não. A lógica de fechamento de ciclo do corpo de borboleta entra em estratégia de segurança, reduzindo o torque e mantendo o motor em condição de operação restrita até a correção do parâmetro.
Quando a ECU recebe um sinal que exige uma resposta de emergência (por exemplo, limitação de torque por segurança ou emissões), ela emite um comando de posição do corpo de borboleta. Paralelamente, dois sensores de posição do acelerador medem onde a borboleta realmente está. A ECU monitora a diferença entre o valor alvo e o valor real. Se essa diferença ultrapassar um limite predefinido e persistir por um tempo determinado (normalmente alguns centésimos de segundo) em várias varreduras de ciclo, a ECU entende que houve atraso no acompanhamento da meta de posição e registra a P1195.
Condições para ativação da DTC P1195:
1. Chave na ignição ligada e motor em funcionamento;
2. Modo de operação de emergência ou limp home ativado;
3. Comando de ângulo de borboleta válido enviado pela ECU;
4. Feedback de ângulo medido pelos sensores em desacordo com o comando por tempo superior ao estipulado no mapa de tolerância;
5. Quantidade mínima de ciclos de verificação atingida (garante que não seja um pico isolado).
O reflexo desse monitoramento ocorre quando a ECU compara continuamente o ângulo desejado com o ângulo real. Se o erro de rastreamento (target minus feedback) se mantiver acima do limiar por X ciclos, a DTC entra em latch ou ativo, dependendo de ter sido registrada antes ou não. A lógica de fechamento de ciclo do corpo de borboleta entra em estratégia de segurança, reduzindo o torque e mantendo o motor em condição de operação restrita até a correção do parâmetro.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Motor entra em modo de segurança (limp mode)
– Aceleração com resposta retardada
– Marcha lenta irregular ou oscilante
– Motor pode apagar em baixa rotação
– Perda de potência ao acelerar
– Consumo de combustível elevado
– Pedal do acelerador com resposta lenta
– Motor entra em modo de segurança (limp mode)
– Aceleração com resposta retardada
– Marcha lenta irregular ou oscilante
– Motor pode apagar em baixa rotação
– Perda de potência ao acelerar
– Consumo de combustível elevado
– Pedal do acelerador com resposta lenta
Causas Possíveis
– Sensor de posição da borboleta (TPS) com defeito
– Atuador do motor de borboleta com defeito
– Chicote elétrico danificado no corpo de borboleta
– Conector elétrico corroído no sensor TPS
– Aterramento intermitente no módulo da ECU
– Bateria com tensão baixa ou instável
– Software da ECU corrompido ou desatualizado
– Acúmulo de sujeira no corpo de borboleta
– Mola de retorno da borboleta desgastada
– Sensor do pedal do acelerador com defeito
– Chicote elétrico danificado entre pedal e ECU
– Válvula EGR travada ou com defeito
– Vazamento de vácuo no coletor de admissão
– Modificação de admissão/escape alterando fluxo de ar
– ECU principal com defeito
– Ruído elétrico gerado por componente externo (bobina de ignição)
– Atuador de marcha lenta com defeito
– Restrição no filtro de ar causando resposta lenta
– Carga excessiva do ar condicionado sobre o sistema
– Atuador do motor de borboleta com defeito
– Chicote elétrico danificado no corpo de borboleta
– Conector elétrico corroído no sensor TPS
– Aterramento intermitente no módulo da ECU
– Bateria com tensão baixa ou instável
– Software da ECU corrompido ou desatualizado
– Acúmulo de sujeira no corpo de borboleta
– Mola de retorno da borboleta desgastada
– Sensor do pedal do acelerador com defeito
– Chicote elétrico danificado entre pedal e ECU
– Válvula EGR travada ou com defeito
– Vazamento de vácuo no coletor de admissão
– Modificação de admissão/escape alterando fluxo de ar
– ECU principal com defeito
– Ruído elétrico gerado por componente externo (bobina de ignição)
– Atuador de marcha lenta com defeito
– Restrição no filtro de ar causando resposta lenta
– Carga excessiva do ar condicionado sobre o sistema
By Madalozzo



