P1186 Volkswagen – Sensor de O2 Linear – Curto no Fio de Terra Comum para B+
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Linear O2 Sensor/Common Ground Wire Short to B+
Definição em Português: Sensor de O2 Linear – Curto no Fio de Terra Comum para B+
Definição em Português: Sensor de O2 Linear – Curto no Fio de Terra Comum para B+
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Sua explicação:
O P1186 sinaliza que a unidade de controle (ECU) identificou um curto entre o fio de terra comum do sensor de O2 linear e o positivo da bateria (B+). Esse sensor gera um sinal entre 0-1 V, retornado ao terra de referência interna da ECU. Se o terra do sensor se elevar para valores próximos aos 12 V da B+ ou acima dos limites esperados, a ECU entende que houve um desvio elétrico grave.
Quando a ECU ativa essa DTC:
1. Motor em funcionamento e sistema em ciclo fechado (após tempo de aquecimento do catalisador).
2. Sensor de O2 aquecido (interno ou por aquecedor externo) operando na faixa nominal.
3. Monitoramento contínuo do circuito: a ECU aplica tensão de referência e verifica a queda de tensão no retorno.
4. Se o retorno de terra do sensor ultrapassar ~0,8 V (limite definido pela VW) por mais que ~0,5 s, a DTC é registrada.
Condições para acionamento:
– Monitor ativo de curto-circuito no chicote elétrico do sensor.
– Tempo mínimo de 30 s de funcionamento após a partida a frio.
– Faixa de temperatura do catalisador acima de ~300 °C.
Reflexos que geram a DTC (em termos de circuito):
– Elevação anormal da tensão no fio de terra do sensor, acima do nível de referência.
– Ruídos ou impulsos de alta tensão vindos de circuitos adjacentes que compartilham terra comum.
– Sobreposição de B+ em malha de terra (curto interno de ECU ou backfeed pela rede de alimentação).
Em resumo, o P1186 é um alerta de desvio elétrico grave no retorno de terra do sensor de oxigênio linear, disparado sempre que a tensão de referência de terra se aproxima da tensão de bateria por tempo contínuo, indicando um curto na malha de terra comum.
Sua explicação:
O P1186 sinaliza que a unidade de controle (ECU) identificou um curto entre o fio de terra comum do sensor de O2 linear e o positivo da bateria (B+). Esse sensor gera um sinal entre 0-1 V, retornado ao terra de referência interna da ECU. Se o terra do sensor se elevar para valores próximos aos 12 V da B+ ou acima dos limites esperados, a ECU entende que houve um desvio elétrico grave.
Quando a ECU ativa essa DTC:
1. Motor em funcionamento e sistema em ciclo fechado (após tempo de aquecimento do catalisador).
2. Sensor de O2 aquecido (interno ou por aquecedor externo) operando na faixa nominal.
3. Monitoramento contínuo do circuito: a ECU aplica tensão de referência e verifica a queda de tensão no retorno.
4. Se o retorno de terra do sensor ultrapassar ~0,8 V (limite definido pela VW) por mais que ~0,5 s, a DTC é registrada.
Condições para acionamento:
– Monitor ativo de curto-circuito no chicote elétrico do sensor.
– Tempo mínimo de 30 s de funcionamento após a partida a frio.
– Faixa de temperatura do catalisador acima de ~300 °C.
Reflexos que geram a DTC (em termos de circuito):
– Elevação anormal da tensão no fio de terra do sensor, acima do nível de referência.
– Ruídos ou impulsos de alta tensão vindos de circuitos adjacentes que compartilham terra comum.
– Sobreposição de B+ em malha de terra (curto interno de ECU ou backfeed pela rede de alimentação).
Em resumo, o P1186 é um alerta de desvio elétrico grave no retorno de terra do sensor de oxigênio linear, disparado sempre que a tensão de referência de terra se aproxima da tensão de bateria por tempo contínuo, indicando um curto na malha de terra comum.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Consumo de combustível alto
– Marcha lenta instável
– Falha de aceleração
– Retardo na resposta do acelerador
– Emissões elevadas no teste de gases
– Ciclos de combustão irregulares
– Potência reduzida do motor
– Consumo de combustível alto
– Marcha lenta instável
– Falha de aceleração
– Retardo na resposta do acelerador
– Emissões elevadas no teste de gases
– Ciclos de combustão irregulares
– Potência reduzida do motor
Causas Possíveis
– Curto no chicote elétrico do sensor de O2 linear no fio de terra comum
– Curto interno no conector elétrico do sensor de O2 aterrando no B+
– Aterramento do coletor de escape com defeito provocando caminho de terra inadequado
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito no driver de terra do sensor
– Chicote elétrico em contato com uma parte energizada do motor causando ponte para B+
– Bobina de ignição com defeito gerando interferência no terra comum
– Alternador com regulador de tensão com defeito provocando picos que afetam o sensor
– Bateria ou ponto de aterramento da bateria no chassi com defeito
– Ventoinha do radiador com defeito causando queda de tensão no barramento de terra
– Sensor de temperatura do coletor de admissão com defeito interferindo no circuito de sinal
– Curto interno no conector elétrico do sensor de O2 aterrando no B+
– Aterramento do coletor de escape com defeito provocando caminho de terra inadequado
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito no driver de terra do sensor
– Chicote elétrico em contato com uma parte energizada do motor causando ponte para B+
– Bobina de ignição com defeito gerando interferência no terra comum
– Alternador com regulador de tensão com defeito provocando picos que afetam o sensor
– Bateria ou ponto de aterramento da bateria no chassi com defeito
– Ventoinha do radiador com defeito causando queda de tensão no barramento de terra
– Sensor de temperatura do coletor de admissão com defeito interferindo no circuito de sinal
By Madalozzo



