P1150 Toyota – Sensor A/F-21 – Mau funcionamento do circuito (Banco 2 Sensor 1)
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: A/F Sensor-21 (Bank 2 Sensor 1) Circuit Malfunction
Definição em Português: Sensor A/F-21 – Mau funcionamento do circuito (Banco 2 Sensor 1)
Definição em Português: Sensor A/F-21 – Mau funcionamento do circuito (Banco 2 Sensor 1)
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora. Essa DTC indica que a Unidade de Controle (ECU) identificou um mau funcionamento no circuito do Sensor A/F do Banco 2, posição Sensor 1 (pré-catalisador). Em termos práticos, a ECU espera do sensor uma faixa de corrente ou tensão que corresponda à mistura ar/combustível em ciclo fechado. Quando essa faixa fica fora dos limites definidos pelo software de gerenciamento, a falha P1150 é registrada.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
1. Pré-condições de monitoramento:
• Motor em funcionamento após pré-aquecimento (temperatura de operação alcançada).
• Sistema de mistura ar/combustível operando em malha fechada.
• Tensão da bateria e alimentação dos componentes dentro da faixa.
2. Lógica de diagnóstico:
• A ECU aplica um sinal de referência (corrente de aquecimento e sinal de excitação) ao sensor A/F.
• Mede a resposta elétrica (corrente ou tensão de saída) em intervalos regulares.
• Compara esses valores com curvas-padrão pré-carregadas (rich/lean alternância, tempo de resposta).
3. Condições para acionamento do P1150:
• Saída do sensor fora das margens superior ou inferior por um período contínuo programado.
• Falha em alternar entre estados “rico” e “pobre” dentro do tempo máximo permitido.
• Sinal ausente (circuito aberto) ou permanente (curto à alimentação ou terra), mesmo que momentâneo, conforme número mínimo de eventos.
Após detectar três ciclos consecutivos com os critérios acima, a ECU seta a falha P1150 e acende o MIL (luz de injeção). A DTC ficará armazenada na memória de falhas até ser apagada via scanner ou depois de vários ciclos de condução com todos os parâmetros dentro das faixas definidas.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
1. Pré-condições de monitoramento:
• Motor em funcionamento após pré-aquecimento (temperatura de operação alcançada).
• Sistema de mistura ar/combustível operando em malha fechada.
• Tensão da bateria e alimentação dos componentes dentro da faixa.
2. Lógica de diagnóstico:
• A ECU aplica um sinal de referência (corrente de aquecimento e sinal de excitação) ao sensor A/F.
• Mede a resposta elétrica (corrente ou tensão de saída) em intervalos regulares.
• Compara esses valores com curvas-padrão pré-carregadas (rich/lean alternância, tempo de resposta).
3. Condições para acionamento do P1150:
• Saída do sensor fora das margens superior ou inferior por um período contínuo programado.
• Falha em alternar entre estados “rico” e “pobre” dentro do tempo máximo permitido.
• Sinal ausente (circuito aberto) ou permanente (curto à alimentação ou terra), mesmo que momentâneo, conforme número mínimo de eventos.
Após detectar três ciclos consecutivos com os critérios acima, a ECU seta a falha P1150 e acende o MIL (luz de injeção). A DTC ficará armazenada na memória de falhas até ser apagada via scanner ou depois de vários ciclos de condução com todos os parâmetros dentro das faixas definidas.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Motor falhando ou engasgando
– Ralenti irregular
– Consumo de combustível aumentado
– Dificuldade na partida a frio
– Cheiro forte de combustível no escape
– Desempenho reduzido ou falta de potência
– Motor falhando ou engasgando
– Ralenti irregular
– Consumo de combustível aumentado
– Dificuldade na partida a frio
– Cheiro forte de combustível no escape
– Desempenho reduzido ou falta de potência
Causas Possíveis
– Sensor A/F-21 com defeito
– Chicote elétrico aberto ou curto entre sensor e ECU
– Conector elétrico corroído ou mal encaixado
– Fusível do circuito de aquecedor do sensor queimado
– Aterramento do sensor ruim
– ECU com defeito no driver do sensor
– Contaminação do sensor por óleo, silicone ou combustível
– Pressão de combustível alta por regulador com defeito
– Pressão de combustível baixa por bomba ou filtro com defeito
– Vazamento de vácuo no coletor de admissão
– Sensor MAF com defeito
– Injetores com defeito ou sujos
– Catalisador entupido causando reflexo no sensor
– Vazamento de escapamento antes do sensor
– Bobina de ignição com defeito causando combustão irregular
– Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento com defeito alterando mistura
– Acúmulo de carbono na válvula de admissão
– Software da ECU corrompido ou desatualizado
– Chicote elétrico aberto ou curto entre sensor e ECU
– Conector elétrico corroído ou mal encaixado
– Fusível do circuito de aquecedor do sensor queimado
– Aterramento do sensor ruim
– ECU com defeito no driver do sensor
– Contaminação do sensor por óleo, silicone ou combustível
– Pressão de combustível alta por regulador com defeito
– Pressão de combustível baixa por bomba ou filtro com defeito
– Vazamento de vácuo no coletor de admissão
– Sensor MAF com defeito
– Injetores com defeito ou sujos
– Catalisador entupido causando reflexo no sensor
– Vazamento de escapamento antes do sensor
– Bobina de ignição com defeito causando combustão irregular
– Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento com defeito alterando mistura
– Acúmulo de carbono na válvula de admissão
– Software da ECU corrompido ou desatualizado
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