P1128 Nissan – Circuito do Atuador de Controle Eletrônico do Acelerador – Funcionamento Incorreto
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Electronic Throttle Control Actuator Motor Circuit Malfunction
Definição em Português: Circuito do Atuador de Controle Eletrônico do Acelerador – Funcionamento Incorreto
Definição em Português: Circuito do Atuador de Controle Eletrônico do Acelerador – Funcionamento Incorreto
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Sua explicação:
A P1128 indica que a ECU detectou inconsistência no circuito do motor de passo (atuador) do controle eletrônico do acelerador. Tecnicamente isso significa que, em determinado momento, o comando que a ECU envia ao atuador — via sinal PWM e referência de 5 V — não retorna o status esperado pelo sensor de posição interno.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Durante rotina de partida ou marcha lenta, após ligar o motor, a ECU faz autoteste do corpo de borboleta.
– Ao acelerar, a ECU compara a posição solicitada (via sensor do pedal) com a posição real informada pelo potenciómetro do corpo de borboleta.
– Se o valor de tensão do potenciómetro do acelerador (entre ~0,5 V e ~4,5 V em operação) sair desse intervalo ou variar de forma abrupta fora do tempo permitido (por exemplo, demora acima de 100 ms na resposta do motor de passo), a DTC é acionada.
– Em condução, se houver salto de tensão no sinal PWM ou interrupção de comunicação no barramento CAN entre módulos, a ECU entende que o atuador não está operando corretamente e registra a P1128.
Condições verificadas pela ECU para disparo
1. Tensão de alimentação do atuador estabilizada e dentro de 11–14,5 V.
2. Sinal de referência de 5 V ao sensor de posição do corpo de borboleta presente e estável.
3. Resposta do sensor de posição coerente com o comando enviado (diferença máxima permitida ~10° de abertura).
4. Tempo de variação do ângulo de borboleta dentro de parâmetros de resposta (normalmente <100 ms).
O que pode gerar um reflexo nessa DTC
– Variações anormais de tensão no chicote elétrico ou no conector elétrico do corpo de borboleta.
– Ruído elétrico no barramento CAN que afete o tráfego de dados entre a ECU e o atuador.
– Sensor de posição interno do corpo de borboleta retornando tensão fora da faixa esperada.
– Temporização de resposta do motor de passo fora das janelas definidas pela Nissan (aceleração lenta ou abertura rápida).
– Falha na régua de referência de 5 V dentro da ECU para o sensor de posição.
Sua explicação:
A P1128 indica que a ECU detectou inconsistência no circuito do motor de passo (atuador) do controle eletrônico do acelerador. Tecnicamente isso significa que, em determinado momento, o comando que a ECU envia ao atuador — via sinal PWM e referência de 5 V — não retorna o status esperado pelo sensor de posição interno.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Durante rotina de partida ou marcha lenta, após ligar o motor, a ECU faz autoteste do corpo de borboleta.
– Ao acelerar, a ECU compara a posição solicitada (via sensor do pedal) com a posição real informada pelo potenciómetro do corpo de borboleta.
– Se o valor de tensão do potenciómetro do acelerador (entre ~0,5 V e ~4,5 V em operação) sair desse intervalo ou variar de forma abrupta fora do tempo permitido (por exemplo, demora acima de 100 ms na resposta do motor de passo), a DTC é acionada.
– Em condução, se houver salto de tensão no sinal PWM ou interrupção de comunicação no barramento CAN entre módulos, a ECU entende que o atuador não está operando corretamente e registra a P1128.
Condições verificadas pela ECU para disparo
1. Tensão de alimentação do atuador estabilizada e dentro de 11–14,5 V.
2. Sinal de referência de 5 V ao sensor de posição do corpo de borboleta presente e estável.
3. Resposta do sensor de posição coerente com o comando enviado (diferença máxima permitida ~10° de abertura).
4. Tempo de variação do ângulo de borboleta dentro de parâmetros de resposta (normalmente <100 ms).
O que pode gerar um reflexo nessa DTC
– Variações anormais de tensão no chicote elétrico ou no conector elétrico do corpo de borboleta.
– Ruído elétrico no barramento CAN que afete o tráfego de dados entre a ECU e o atuador.
– Sensor de posição interno do corpo de borboleta retornando tensão fora da faixa esperada.
– Temporização de resposta do motor de passo fora das janelas definidas pela Nissan (aceleração lenta ou abertura rápida).
– Falha na régua de referência de 5 V dentro da ECU para o sensor de posição.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Motor entra em modo de segurança
– Aceleração sem resposta ou demorada
– Marcha lenta irregular ou oscilante
– Perda de potência ao acelerar
– Aceleração hesitante ou brusca
– Estol ou desligamento em baixa rotação
– Motor entra em modo de segurança
– Aceleração sem resposta ou demorada
– Marcha lenta irregular ou oscilante
– Perda de potência ao acelerar
– Aceleração hesitante ou brusca
– Estol ou desligamento em baixa rotação
Causas Possíveis
– Chicote elétrico do atuador de borboleta com curto ou aberto
– Conector elétrico do motor do atuador da borboleta com mau contato ou pinos corroídos
– Motor do atuador de controle eletrônico do acelerador com defeito
– Sensor de posição da borboleta (TPS) com defeito
– Chicote elétrico do sensor de posição da borboleta danificado
– Conector elétrico do sensor de posição do pedal de acelerador com mau contato
– Sensor de posição do pedal de acelerador com defeito
– Módulo de controle do motor (ECM) com defeito
– Baixa tensão da bateria ou alternador com defeito gerando voltagem instável
– Mau contato de massa no módulo de controle do acelerador
– Fusível ou relé do circuito de alimentação do atuador queimado ou com defeito
– Software desatualizado do ECM impedindo calibração correta do atuador
– Contaminação ou obstrução mecânica no corpo de borboleta causando leitura incorreta
– Conector elétrico do motor do atuador da borboleta com mau contato ou pinos corroídos
– Motor do atuador de controle eletrônico do acelerador com defeito
– Sensor de posição da borboleta (TPS) com defeito
– Chicote elétrico do sensor de posição da borboleta danificado
– Conector elétrico do sensor de posição do pedal de acelerador com mau contato
– Sensor de posição do pedal de acelerador com defeito
– Módulo de controle do motor (ECM) com defeito
– Baixa tensão da bateria ou alternador com defeito gerando voltagem instável
– Mau contato de massa no módulo de controle do acelerador
– Fusível ou relé do circuito de alimentação do atuador queimado ou com defeito
– Software desatualizado do ECM impedindo calibração correta do atuador
– Contaminação ou obstrução mecânica no corpo de borboleta causando leitura incorreta
By Madalozzo



