P1120 Honda – Sensor de Posição do Acelerador 1 – Mau Funcionamento do Circuito
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Throttle Position Sensor 1 Circuit Malfunction
Definição em Português: Sensor de Posição do Acelerador 1 – Mau Funcionamento do Circuito
Definição em Português: Sensor de Posição do Acelerador 1 – Mau Funcionamento do Circuito
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora. Essa DTC indica mau funcionamento no circuito do sensor de posição do acelerador 1 (VTA1). A ECU avalia o sinal de voltagem vindo do TPS e espera um valor coerente com a posição da borboleta, tipicamente entre 0,2 V (pedal fechado) e 4,5 V (pedal totalmente acionado).
Quando e por que a ECU ativa a P1120:
1. Ignição ligada (motor parado) e a tensão do TPS 1 não entra na faixa mínima (≈0,2–0,8 V).
2. Motor em funcionamento e a variação de voltagem não corresponde ao movimento do acelerador dentro de um tempo pré-definido (normalmente <0,2 s entre posições extremas).
3. Sinal do TPS 1 permanece estático ou flutua abruptamente, sem relação com o comando do acelerador.
4. Diferença entre o sinal do TPS 1 e do TPS 2 excede a tolerância programada (comparação interna entre dois canais).
Condições de ativação:
– Tensão abaixo de ≈0,15 V por mais de 0,1 s (curto a massa) ou acima de ≈4,6 V por mais de 0,1 s (curto a positivo).
– Falha de leitura em pelo menos duas das três verificações realizadas em rotações distintas (por exemplo: marcha lenta, 1500 rpm e 3000 rpm).
– Sinal fora da rampa esperada ao mover o pedal do repouso à abertura total.
O reflexo dessa DTC ocorre porque, sem um sinal de TPS 1 confiável, a ECU não consegue calcular corretamente a quantidade de ar aspirado nem o controle eletrônico de aceleração, o que impacta diretamente no funcionamento do sistema de controle do motor.
Quando e por que a ECU ativa a P1120:
1. Ignição ligada (motor parado) e a tensão do TPS 1 não entra na faixa mínima (≈0,2–0,8 V).
2. Motor em funcionamento e a variação de voltagem não corresponde ao movimento do acelerador dentro de um tempo pré-definido (normalmente <0,2 s entre posições extremas).
3. Sinal do TPS 1 permanece estático ou flutua abruptamente, sem relação com o comando do acelerador.
4. Diferença entre o sinal do TPS 1 e do TPS 2 excede a tolerância programada (comparação interna entre dois canais).
Condições de ativação:
– Tensão abaixo de ≈0,15 V por mais de 0,1 s (curto a massa) ou acima de ≈4,6 V por mais de 0,1 s (curto a positivo).
– Falha de leitura em pelo menos duas das três verificações realizadas em rotações distintas (por exemplo: marcha lenta, 1500 rpm e 3000 rpm).
– Sinal fora da rampa esperada ao mover o pedal do repouso à abertura total.
O reflexo dessa DTC ocorre porque, sem um sinal de TPS 1 confiável, a ECU não consegue calcular corretamente a quantidade de ar aspirado nem o controle eletrônico de aceleração, o que impacta diretamente no funcionamento do sistema de controle do motor.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Marcha lenta irregular
– Aceleração hesitante
– Perda de potência
– Motor em modo de segurança (limp mode)
– Engasgos ao acelerar
– Resposta lenta ao pisar no acelerador
– Marcha lenta irregular
– Aceleração hesitante
– Perda de potência
– Motor em modo de segurança (limp mode)
– Engasgos ao acelerar
– Resposta lenta ao pisar no acelerador
Causas Possíveis
– Sensor de posição do acelerador com defeito
– Chicote elétrico do TPS cortado, em curto ou com mau contato
– Conector elétrico do sensor de aceleração solto, corroído ou contaminado
– Módulo de acionamento eletrônico da borboleta com defeito
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito
– Válvula IAC (controle de marcha lenta) com defeito gerando ruído no circuito
– Bateria fraca ou alternador com defeito provocando tensão irregular
– Aterramento do corpo de borboleta ou da ECU com mal contato
– Sensor de pressão do coletor (MAP) com defeito afetando compensação do TPS
– Fusível ou relé do circuito do TPS queimado ou intermitente
– Ruído eletromagnético gerado por bobinas de ignição próximo ao chicote do TPS
– Aquecedor de catalisador em curto induzindo interferência no circuito do sensor
– Chicote elétrico danificado por calor excessivo no coletor de escape
– Adaptador de diagnóstico OBD2 com defeito gerando leituras falsas do TPS
– Sensor de temperatura do ar admitido (IAT) com defeito afetando a calibração do TPS
– Chicote elétrico do TPS cortado, em curto ou com mau contato
– Conector elétrico do sensor de aceleração solto, corroído ou contaminado
– Módulo de acionamento eletrônico da borboleta com defeito
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito
– Válvula IAC (controle de marcha lenta) com defeito gerando ruído no circuito
– Bateria fraca ou alternador com defeito provocando tensão irregular
– Aterramento do corpo de borboleta ou da ECU com mal contato
– Sensor de pressão do coletor (MAP) com defeito afetando compensação do TPS
– Fusível ou relé do circuito do TPS queimado ou intermitente
– Ruído eletromagnético gerado por bobinas de ignição próximo ao chicote do TPS
– Aquecedor de catalisador em curto induzindo interferência no circuito do sensor
– Chicote elétrico danificado por calor excessivo no coletor de escape
– Adaptador de diagnóstico OBD2 com defeito gerando leituras falsas do TPS
– Sensor de temperatura do ar admitido (IAT) com defeito afetando a calibração do TPS
By Madalozzo



