P1120 Chevrolet – Sensor de Posição do Acelerador 1 – Mau Funcionamento do Circuito
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: TP Sensor 1 Circuit Malfunction
Definição em Português: Sensor de Posição do Acelerador 1 – Mau Funcionamento do Circuito
Definição em Português: Sensor de Posição do Acelerador 1 – Mau Funcionamento do Circuito
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora. Sua explicação:
Significado técnico da P1120 (Chevrolet): indica que o sinal do Sensor de Posição do Acelerador 1 (TPS1) está fora das faixas ou da rampa esperada pelo módulo de controle (ECU). O TPS1 é um potenciômetro que envia tensão proporcional à abertura da borboleta; a ECU compara esse valor a parâmetros pré-calibrados e ao segundo sensor (TPS2) para validar coerência.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
– No teste de ignição (KOEO – key on engine off) ou logo após a partida, a ECU energiza 5 V de referência e aguarda o sinal do TPS1 dentro de faixas mínimas e máximas pré-definidas.
– Em funcionamento normal, com a rotação acima de um limite e a temperatura estabilizada, a ECU monitora em tempo real a rampa de tensão do TPS1 conforme a variação de ângulo da borboleta.
– Se, durante esses testes, o sinal do pino do TPS1 permanecer abaixo do limite inferior ou acima do limite superior por tempo maior que o programado, ou se a curva de variação não obedecer à rampa de mudança esperada (por exemplo, variação muito lenta, muito rápida ou ausência de variação), a ECU registra P1120 e acende o MIL.
Condições detalhadas de ativação:
– Tensão de sinal inferior a ~0,2 V ou superior a ~4,8 V por mais de 0,5 s no KOEO.
– Durante a condução, variação de tensão que não siga a função de transferência programada (∆V por ∆tempo abaixo do limiar mínimo ou acima do limiar máximo).
– Desvio de plausibilidade entre TPS1 e TPS2 maior que o valor de tolerância (p.ex. diferença acima de 0,5 V).
– Repetição da mesma falha em dois ciclos de ignição consecutivos.
O que “reflete” nessa DTC:
– A ECU entende que a curva de posicionamento da borboleta está desconectada do que foi calibrado em fábrica.
– O comparador interno de níveis (threshold detector) detecta um valor antagonista ao esperado e dispara o flag de mau-funcionamento de circuito.
– O registrador de falhas documenta o momento e as condições (velocidade do motor, tensão do sinal, tempo de duração) para auxiliar na análise posterior.
Significado técnico da P1120 (Chevrolet): indica que o sinal do Sensor de Posição do Acelerador 1 (TPS1) está fora das faixas ou da rampa esperada pelo módulo de controle (ECU). O TPS1 é um potenciômetro que envia tensão proporcional à abertura da borboleta; a ECU compara esse valor a parâmetros pré-calibrados e ao segundo sensor (TPS2) para validar coerência.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
– No teste de ignição (KOEO – key on engine off) ou logo após a partida, a ECU energiza 5 V de referência e aguarda o sinal do TPS1 dentro de faixas mínimas e máximas pré-definidas.
– Em funcionamento normal, com a rotação acima de um limite e a temperatura estabilizada, a ECU monitora em tempo real a rampa de tensão do TPS1 conforme a variação de ângulo da borboleta.
– Se, durante esses testes, o sinal do pino do TPS1 permanecer abaixo do limite inferior ou acima do limite superior por tempo maior que o programado, ou se a curva de variação não obedecer à rampa de mudança esperada (por exemplo, variação muito lenta, muito rápida ou ausência de variação), a ECU registra P1120 e acende o MIL.
Condições detalhadas de ativação:
– Tensão de sinal inferior a ~0,2 V ou superior a ~4,8 V por mais de 0,5 s no KOEO.
– Durante a condução, variação de tensão que não siga a função de transferência programada (∆V por ∆tempo abaixo do limiar mínimo ou acima do limiar máximo).
– Desvio de plausibilidade entre TPS1 e TPS2 maior que o valor de tolerância (p.ex. diferença acima de 0,5 V).
– Repetição da mesma falha em dois ciclos de ignição consecutivos.
O que “reflete” nessa DTC:
– A ECU entende que a curva de posicionamento da borboleta está desconectada do que foi calibrado em fábrica.
– O comparador interno de níveis (threshold detector) detecta um valor antagonista ao esperado e dispara o flag de mau-funcionamento de circuito.
– O registrador de falhas documenta o momento e as condições (velocidade do motor, tensão do sinal, tempo de duração) para auxiliar na análise posterior.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Aceleração irregular
– Marcha lenta instável
– Perda de potência ao acelerar
– Resposta lenta ao pressionar o acelerador
– Ativação do modo de segurança (limp mode)
– Aceleração irregular
– Marcha lenta instável
– Perda de potência ao acelerar
– Resposta lenta ao pressionar o acelerador
– Ativação do modo de segurança (limp mode)
Causas Possíveis
– Sensor de posição do acelerador 1 com defeito
– Chicote elétrico do sensor de posição do acelerador em curto-circuito ou circuito aberto
– Conector elétrico do sensor de posição do acelerador com corrosão ou mau contato
– Módulo de controle do motor (ECM) com defeito
– Falha na alimentação de referência de 5V do sensor pelo ECM
– Aterramento do sensor de posição do acelerador intermitente ou corroído
– Corpo de borboleta com eixo preso ou travamento
– Atuador do corpo de borboleta com defeito
– Módulo de controle do corpo de borboleta com defeito
– Sensor de pedal de acelerador com defeito em sistemas drive-by-wire
– Mau contato no ponto de massa do ECM
– Bobinas de ignição gerando interferência eletromagnética no chicote elétrico do sensor
– Sensor de pressão absoluta do coletor (MAP) com defeito influenciando a lógica do TPS
– Módulo de controle de potência com relé defeituoso causando variação de tensão
– Chicote elétrico do sensor de posição do acelerador em curto-circuito ou circuito aberto
– Conector elétrico do sensor de posição do acelerador com corrosão ou mau contato
– Módulo de controle do motor (ECM) com defeito
– Falha na alimentação de referência de 5V do sensor pelo ECM
– Aterramento do sensor de posição do acelerador intermitente ou corroído
– Corpo de borboleta com eixo preso ou travamento
– Atuador do corpo de borboleta com defeito
– Módulo de controle do corpo de borboleta com defeito
– Sensor de pedal de acelerador com defeito em sistemas drive-by-wire
– Mau contato no ponto de massa do ECM
– Bobinas de ignição gerando interferência eletromagnética no chicote elétrico do sensor
– Sensor de pressão absoluta do coletor (MAP) com defeito influenciando a lógica do TPS
– Módulo de controle de potência com relé defeituoso causando variação de tensão
By Madalozzo



