P1112 Hyundai – Circuito do Sensor de Temperatura do Ar de Entrada – Curto Circuito Intermitente com Sinal Baixo
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Intake Air Temperature Sensor Circuit Short- Intermittent Low Input
Definição em Português: Circuito do Sensor de Temperatura do Ar de Entrada – Curto Circuito Intermitente com Sinal Baixo
Definição em Português: Circuito do Sensor de Temperatura do Ar de Entrada – Curto Circuito Intermitente com Sinal Baixo
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Explicação técnica direta: a P1112 sinaliza que a ECU detectou um sinal intermitente de tensão muito abaixo do esperado no Sensor de Temperatura do Ar de Entrada (IAT), caracterizando um “curto intermitente com sinal baixo”.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
1. Com ignição ligada e motor em rotação acima de 300 rpm, a ECU aplica uma tensão de referência (cerca de 5 V) ao circuito do sensor.
2. Ela monitora a tensão de retorno (normalmente entre 0,2 V – ar quente – e 4,5 V – ar frio) a cada ciclo de relógio interno (~20 ms).
3. Se em dois ou mais testes consecutivos a tensão cair abaixo de ~0,2 V por mais de 0,5 s e depois voltar ao valor normal, a ECU interpreta como curto intermitente à massa.
4. Após registrar dois eventos desse tipo em condições de temperatura do motor entre –10 °C e 120 °C, a luz de MIL é acionada e o DTC P1112 é gravado.
Condições para ativação:
– Tensão de referência presente e estável.
– Leituras de tensão do IAT fora da janela baixa (< 0,2 V) de forma intermitente.
– Número mínimo de eventos dentro de ciclos de ignição pré-definidos.
Reflexo dessa DTC no sistema:
– Circuito de IAT em constante verificação;
– Se o sinal oscila entre nível baixo anômalo e normal repetidamente, a ECU entende que há intermittência no aterramento do sensor;
– Enquanto a condição persistir, o DTC mantém a injeção e compensações de mistura em modo restrito, aguardando restabelecimento de sinal dentro dos parâmetros definidos.
Explicação técnica direta: a P1112 sinaliza que a ECU detectou um sinal intermitente de tensão muito abaixo do esperado no Sensor de Temperatura do Ar de Entrada (IAT), caracterizando um “curto intermitente com sinal baixo”.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
1. Com ignição ligada e motor em rotação acima de 300 rpm, a ECU aplica uma tensão de referência (cerca de 5 V) ao circuito do sensor.
2. Ela monitora a tensão de retorno (normalmente entre 0,2 V – ar quente – e 4,5 V – ar frio) a cada ciclo de relógio interno (~20 ms).
3. Se em dois ou mais testes consecutivos a tensão cair abaixo de ~0,2 V por mais de 0,5 s e depois voltar ao valor normal, a ECU interpreta como curto intermitente à massa.
4. Após registrar dois eventos desse tipo em condições de temperatura do motor entre –10 °C e 120 °C, a luz de MIL é acionada e o DTC P1112 é gravado.
Condições para ativação:
– Tensão de referência presente e estável.
– Leituras de tensão do IAT fora da janela baixa (< 0,2 V) de forma intermitente.
– Número mínimo de eventos dentro de ciclos de ignição pré-definidos.
Reflexo dessa DTC no sistema:
– Circuito de IAT em constante verificação;
– Se o sinal oscila entre nível baixo anômalo e normal repetidamente, a ECU entende que há intermittência no aterramento do sensor;
– Enquanto a condição persistir, o DTC mantém a injeção e compensações de mistura em modo restrito, aguardando restabelecimento de sinal dentro dos parâmetros definidos.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Marcha lenta irregular
– Dificuldade de partida
– Falhas de ignição
– Consumo de combustível elevado
– Perda de potência
– Engasgos ou hesitação
– Entrada em modo de segurança (limp)
– Marcha lenta irregular
– Dificuldade de partida
– Falhas de ignição
– Consumo de combustível elevado
– Perda de potência
– Engasgos ou hesitação
– Entrada em modo de segurança (limp)
Causas Possíveis
– Sensor de temperatura do ar de entrada com defeito
– Chicote elétrico do sensor danificado ou em curto
– Conector elétrico do sensor corroído ou solto
– Mau contato no terminal de aterramento do circuito
– Fusível da alimentação do sensor em mau estado
– Relé de alimentação do sensor intermitente
– ECM (módulo de controle do motor) com defeito
– Sobrecarga elétrica por acessório instalado no chicote
– Umidade ou água no duto de entrada afetando o sensor
– Contaminação por óleo ou sujeira no sensor
– Massa elétrica do motor corroída impactando o circuito
– Extensão de chicote mal feita em modificações
– Interferência eletromagnética de componente próximo
– Software do ECM com calibragem incorreta
– Picos de tensão causados por alternador com defeito
– Chicote elétrico do sensor danificado ou em curto
– Conector elétrico do sensor corroído ou solto
– Mau contato no terminal de aterramento do circuito
– Fusível da alimentação do sensor em mau estado
– Relé de alimentação do sensor intermitente
– ECM (módulo de controle do motor) com defeito
– Sobrecarga elétrica por acessório instalado no chicote
– Umidade ou água no duto de entrada afetando o sensor
– Contaminação por óleo ou sujeira no sensor
– Massa elétrica do motor corroída impactando o circuito
– Extensão de chicote mal feita em modificações
– Interferência eletromagnética de componente próximo
– Software do ECM com calibragem incorreta
– Picos de tensão causados por alternador com defeito
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