P1107 Volkswagen – Circuito do Sensor O2 – Voltagem Muito Baixa (Banco 2-Sensor 1)
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: O2 Sensor Circuit (Bank 2-Sensor 1) Voltage Too Low
Definição em Português: Circuito do Sensor O2 – Voltagem Muito Baixa (Banco 2-Sensor 1)
Definição em Português: Circuito do Sensor O2 – Voltagem Muito Baixa (Banco 2-Sensor 1)
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Sua explicação:
P1107 indica que a unidade de comando (ECU) está monitorando o sinal do sensor de oxigênio (sonda lambda) do Banco 2, posição Sensor 1, e detectou voltagem persistentemente muito baixa. Tecnicamente, o sensor envia ao módulo de injeção uma tensão que varia aproximadamente entre 0,1 V (gases magros) e 0,9 V (gases ricos). Quando o valor fica abaixo do patamar mínimo programado (geralmente em torno de 0,1 V) durante tempo e temperatura definidos, a ECU entende que o circuito de sinal não está operando dentro da janela esperada.
Condições para ativação da DTC P1107:
• Motor em funcionamento com temperatura de giramento de sonda atingida (tipo acima de 300 °C).
• Ciclo de aprendizado inicial da sonda encerrado (fase de aquecimento completada).
• Tensão de bateria dentro de parâmetros (aprox. 13 V a 14,8 V).
• Módulo de aquecimento da sonda acionado e estabilizado.
• Sinal do sensor mantido abaixo do limite mínimo por mais de alguns segundos (normalmente 2 ciclos de driving adaptativo).
Por que a ECU lança o código:
A ECU usa este monitor para garantir que o circuito de leitura da sonda não fique “invisível” (tensão zero ou próximo disso). Se a voltagem se mantém baixa, o sistema de controle de mistura ar-combustível e catalisador pode ficar sem referência confiável para fazer ajustes. Para evitar danos a emissões e desempenho, a ECU registra P1107.
Reflexo na DTC:
A presença contínua de tensão baixa no pino de sinal, apesar de todos os parâmetros de operação corretos (temperatura, tensão de alimentação, acionamento do aquecedor), faz com que a ECU reconheça o circuito como fora de faixa e acione o código.
Sua explicação:
P1107 indica que a unidade de comando (ECU) está monitorando o sinal do sensor de oxigênio (sonda lambda) do Banco 2, posição Sensor 1, e detectou voltagem persistentemente muito baixa. Tecnicamente, o sensor envia ao módulo de injeção uma tensão que varia aproximadamente entre 0,1 V (gases magros) e 0,9 V (gases ricos). Quando o valor fica abaixo do patamar mínimo programado (geralmente em torno de 0,1 V) durante tempo e temperatura definidos, a ECU entende que o circuito de sinal não está operando dentro da janela esperada.
Condições para ativação da DTC P1107:
• Motor em funcionamento com temperatura de giramento de sonda atingida (tipo acima de 300 °C).
• Ciclo de aprendizado inicial da sonda encerrado (fase de aquecimento completada).
• Tensão de bateria dentro de parâmetros (aprox. 13 V a 14,8 V).
• Módulo de aquecimento da sonda acionado e estabilizado.
• Sinal do sensor mantido abaixo do limite mínimo por mais de alguns segundos (normalmente 2 ciclos de driving adaptativo).
Por que a ECU lança o código:
A ECU usa este monitor para garantir que o circuito de leitura da sonda não fique “invisível” (tensão zero ou próximo disso). Se a voltagem se mantém baixa, o sistema de controle de mistura ar-combustível e catalisador pode ficar sem referência confiável para fazer ajustes. Para evitar danos a emissões e desempenho, a ECU registra P1107.
Reflexo na DTC:
A presença contínua de tensão baixa no pino de sinal, apesar de todos os parâmetros de operação corretos (temperatura, tensão de alimentação, acionamento do aquecedor), faz com que a ECU reconheça o circuito como fora de faixa e acione o código.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Marcha lenta irregular
– Consumo de combustível elevado
– Desempenho do motor reduzido
– Odor forte de combustível no escape
– Falhas de ignição
– Marcha lenta irregular
– Consumo de combustível elevado
– Desempenho do motor reduzido
– Odor forte de combustível no escape
– Falhas de ignição
Causas Possíveis
– Sonda lambda (Banco 2-Sensor 1) com defeito
– Chicote elétrico da sonda danificado ou em curto
– Conector elétrico da sonda oxidado ou mal encaixado
– Fusível do circuito da sonda aberto ou intermitente
– Módulo de controle do motor (PCM) com defeito
– Sensor de fluxo de ar (MAF) com defeito
– Sensor de pressão absoluta do coletor (MAP) com defeito
– Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento com defeito
– Válvula EGR com defeito provocando recirculação excessiva de gases
– Vazamento de vácuo no coletor de admissão
– Vazamento de escape antes da sonda lambda
– Catalisador entupido a ponto de afetar leitura da sonda
– Bomba de combustível com defeito causando baixa pressão
– Regulador de pressão de combustível com defeito
– Injetores de combustível com defeito (vazamento ou entupimento)
– Aterramento do motor com defeito gerando leituras instáveis
– Chicote elétrico da sonda danificado ou em curto
– Conector elétrico da sonda oxidado ou mal encaixado
– Fusível do circuito da sonda aberto ou intermitente
– Módulo de controle do motor (PCM) com defeito
– Sensor de fluxo de ar (MAF) com defeito
– Sensor de pressão absoluta do coletor (MAP) com defeito
– Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento com defeito
– Válvula EGR com defeito provocando recirculação excessiva de gases
– Vazamento de vácuo no coletor de admissão
– Vazamento de escape antes da sonda lambda
– Catalisador entupido a ponto de afetar leitura da sonda
– Bomba de combustível com defeito causando baixa pressão
– Regulador de pressão de combustível com defeito
– Injetores de combustível com defeito (vazamento ou entupimento)
– Aterramento do motor com defeito gerando leituras instáveis
By Madalozzo



