P1062 Jeep – Válvula solenóide de fornecimento de óleo do cilindro 2 – Travada
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Cylinder 2 Oil Supply Solenoid Valve Stuck
Definição em Português: Válvula solenóide de fornecimento de óleo do cilindro 2 – Travada
Definição em Português: Válvula solenóide de fornecimento de óleo do cilindro 2 – Travada
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora.
Sua explicação:
A DTC P1062 indica que a válvula solenóide de fornecimento de óleo do cilindro 2 permaneceu travada em uma posição e não seguiu o comando da ECU. No sistema VVT, esse solenóide controla o fluxo de óleo que ajusta o ângulo do eixo de comando do cilindro 2.
A ECU envia um sinal PWM ao driver do solenóide e, ao mesmo tempo, monitora a corrente ou tensão no circuito de alimentação. Para iniciar o diagnóstico, exige-se que o motor esteja acima de uma rotação mínima (geralmente > 800 rpm), com nível e temperatura de óleo adequados e tensão de bateria estável (aprox. 12–16 V).
Quando a ECU comanda abertura ou fechamento, ela aguarda variação de corrente/tensão conforme o duty-cycle programado. Se essa grandeza se mantiver fora da faixa permitida ou não variar por mais de um número pré-definido de ciclos ou por um tempo limite (por exemplo, > 500 ms ou 10 pulsos), o módulo identifica travamento e registra P1062.
Nesse monitoramento, tanto a ausência de alteração de resistência elétrica no circuito quanto a falta de resposta ao comando geram o mesmo reflexo de falha no diagnóstico.
Sua explicação:
A DTC P1062 indica que a válvula solenóide de fornecimento de óleo do cilindro 2 permaneceu travada em uma posição e não seguiu o comando da ECU. No sistema VVT, esse solenóide controla o fluxo de óleo que ajusta o ângulo do eixo de comando do cilindro 2.
A ECU envia um sinal PWM ao driver do solenóide e, ao mesmo tempo, monitora a corrente ou tensão no circuito de alimentação. Para iniciar o diagnóstico, exige-se que o motor esteja acima de uma rotação mínima (geralmente > 800 rpm), com nível e temperatura de óleo adequados e tensão de bateria estável (aprox. 12–16 V).
Quando a ECU comanda abertura ou fechamento, ela aguarda variação de corrente/tensão conforme o duty-cycle programado. Se essa grandeza se mantiver fora da faixa permitida ou não variar por mais de um número pré-definido de ciclos ou por um tempo limite (por exemplo, > 500 ms ou 10 pulsos), o módulo identifica travamento e registra P1062.
Nesse monitoramento, tanto a ausência de alteração de resistência elétrica no circuito quanto a falta de resposta ao comando geram o mesmo reflexo de falha no diagnóstico.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Funcionamento irregular em marcha lenta
– Falha de ignição no cilindro 2
– Perda de potência
– Aumento do consumo de combustível
– Dificuldade de partida
– Ruído anormal do motor
– Marcha lenta instável
– Funcionamento irregular em marcha lenta
– Falha de ignição no cilindro 2
– Perda de potência
– Aumento do consumo de combustível
– Dificuldade de partida
– Ruído anormal do motor
– Marcha lenta instável
Causas Possíveis
– Válvula solenóide de fornecimento de óleo do cilindro 2 travada mecanicamente
– Chicote elétrico da solenóide do cilindro 2 com curto ou ruptura
– Conector elétrico da solenóide do cilindro 2 oxidado ou mal encaixado
– Módulo de controle do motor (PCM) com saída da solenóide do cilindro 2 com defeito
– Bomba de óleo com defeito reduzindo pressão de alimentação da solenóide
– Galerias de óleo do comando variável entupidas por lodo ou detritos
– Nível de óleo baixo ou viscosidade incorreta impedindo ação da solenóide
– Sensor de pressão de óleo do VVT com defeito enviando sinal incorreto ao PCM
– Mola interna da solenóide quebrada mantendo a válvula fechada
– Sensor de temperatura do óleo com defeito alterando mal a atuação da solenóide
– Software do PCM desatualizado gerando falso travamento da solenóide
– Fusível ou relé com defeito na alimentação elétrica da solenóide
– Tensão de bateria instável causando operação irregular da solenóide
– Ruídos ou interferências no barramento CAN afetando comandos da válvula
– Chicote elétrico da solenóide do cilindro 2 com curto ou ruptura
– Conector elétrico da solenóide do cilindro 2 oxidado ou mal encaixado
– Módulo de controle do motor (PCM) com saída da solenóide do cilindro 2 com defeito
– Bomba de óleo com defeito reduzindo pressão de alimentação da solenóide
– Galerias de óleo do comando variável entupidas por lodo ou detritos
– Nível de óleo baixo ou viscosidade incorreta impedindo ação da solenóide
– Sensor de pressão de óleo do VVT com defeito enviando sinal incorreto ao PCM
– Mola interna da solenóide quebrada mantendo a válvula fechada
– Sensor de temperatura do óleo com defeito alterando mal a atuação da solenóide
– Software do PCM desatualizado gerando falso travamento da solenóide
– Fusível ou relé com defeito na alimentação elétrica da solenóide
– Tensão de bateria instável causando operação irregular da solenóide
– Ruídos ou interferências no barramento CAN afetando comandos da válvula
By Madalozzo



