P1022 Ford – Sensor de Temperatura da Cabeça do Cilindro 2 – Circuito Baixo
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Cylinder Head Temperature Sensor 2 Circuit Low
Definição em Português: Sensor de Temperatura da Cabeça do Cilindro 2 – Circuito Baixo
Definição em Português: Sensor de Temperatura da Cabeça do Cilindro 2 – Circuito Baixo
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora. Ela indica que a ECU detectou o sinal do sensor de temperatura da cabeça de cilindro 2 consistentemente abaixo do limite programado, caracterizando “circuito baixo”.
A ECU monitora o circuito de sinal desse sensor (normalmente um termistor NTC) e espera uma tensão que varia conforme a temperatura. Ao ligar a ignição e durante o funcionamento, a ECU faz leituras contínuas. Se a tensão de sinal ficar abaixo do limiar estabelecido pelo software (por exemplo, <0,2 V) por um tempo mínimo definido (X segundos), o módulo interpreta que há “circuito baixo” e prepara o código.
Para confirmar a falha, a ECU valida condições de referência: tensão de alimentação estável, temperatura do motor dentro da faixa de calibração e ausência de falhas de comunicação. Caso o valor continue abaixo do limite em ciclos de verificação suficientes, o código P1022 é gravado na memória de falhas.
O reflexo desse DTC ocorre sempre que o nível de tensão do sinal não alcança o valor mínimo esperado. As situações de sinal que levam ao “circuito baixo” incluem impedância do chicote elétrico fora da faixa de projeto, curto ao terra no chicote, pinos do conector elétrico com mau contato, falha no aterramento do sistema ou redução de tensão interna no módulo de controle, todos resultando em tensão de sinal insuficiente para a ECU.
A ECU monitora o circuito de sinal desse sensor (normalmente um termistor NTC) e espera uma tensão que varia conforme a temperatura. Ao ligar a ignição e durante o funcionamento, a ECU faz leituras contínuas. Se a tensão de sinal ficar abaixo do limiar estabelecido pelo software (por exemplo, <0,2 V) por um tempo mínimo definido (X segundos), o módulo interpreta que há “circuito baixo” e prepara o código.
Para confirmar a falha, a ECU valida condições de referência: tensão de alimentação estável, temperatura do motor dentro da faixa de calibração e ausência de falhas de comunicação. Caso o valor continue abaixo do limite em ciclos de verificação suficientes, o código P1022 é gravado na memória de falhas.
O reflexo desse DTC ocorre sempre que o nível de tensão do sinal não alcança o valor mínimo esperado. As situações de sinal que levam ao “circuito baixo” incluem impedância do chicote elétrico fora da faixa de projeto, curto ao terra no chicote, pinos do conector elétrico com mau contato, falha no aterramento do sistema ou redução de tensão interna no módulo de controle, todos resultando em tensão de sinal insuficiente para a ECU.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Leitura de temperatura do motor abaixo do normal no painel
– Funcionamento irregular em marcha lenta
– Perda de potência sob carga
– Consumo de combustível aumentado
– Acionamento do modo de emergência do motor
– Leitura de temperatura do motor abaixo do normal no painel
– Funcionamento irregular em marcha lenta
– Perda de potência sob carga
– Consumo de combustível aumentado
– Acionamento do modo de emergência do motor
Causas Possíveis
– Sensor de temperatura da cabeça do cilindro 2 com defeito
– Chicote elétrico do sensor rompido, curto ao terra ou ao positivo
– Conector elétrico do sensor com pinos corroídos, soltos ou mal encaixados
– Resistência interna elevada no chicote por cabo esmagado
– Módulo PCM com defeito na saída do circuito do sensor
– Alta resistência no terminal do PCM afetando a leitura
– Interferência eletromagnética de bobinas de ignição próximas
– Vazamento de líquido de arrefecimento envolvendo o sensor
– Sobretemperatura local da cabeça do cilindro por escape vazando
– Sensores de temperatura adjacentes com falha causando leitura incorreta
– Chicote elétrico do sensor rompido, curto ao terra ou ao positivo
– Conector elétrico do sensor com pinos corroídos, soltos ou mal encaixados
– Resistência interna elevada no chicote por cabo esmagado
– Módulo PCM com defeito na saída do circuito do sensor
– Alta resistência no terminal do PCM afetando a leitura
– Interferência eletromagnética de bobinas de ignição próximas
– Vazamento de líquido de arrefecimento envolvendo o sensor
– Sobretemperatura local da cabeça do cilindro por escape vazando
– Sensores de temperatura adjacentes com falha causando leitura incorreta
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