P0732 – “Marcha 2 – Relação Incorreta”
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
“Marcha 2 – Relação Incorreta”
O que significa?
Essa é uma DTC Universal controlada pelo ISO/SAE, isso significa que seu significado é praticamente igual para qualquer montadora. P0732 indica que a relação da 2ª marcha está fora dos limites pré-definidos pela ECU.
Significado técnico
A ECU compara a relação desejada para a 2ª marcha (baseada em curvas internas de rpm versus velocidade) com a relação real calculada a partir dos pulsos do sensor de velocidade de entrada (eixo de câmbio) e do sensor de velocidade de saída (conversor de torque ou eixo de saída). Se a diferença ultrapassar a tolerância programada por um tempo mínimo durante o período de regime estável da 2ª marcha, o DTC P0732 é acionado.
Quando e por que a ECU ativa
– Durante a troca para 2ª marcha, após o engate completo.
– Com motor em funcionamento e TCM em modo de monitoramento.
– Quando a rotação do motor e a velocidade do veículo atingem a faixa operacional de 2ª (ex.: 15–50 km/h e 1.500–3.500 rpm).
– Se, após o tempo de acomodação (normalmente alguns segundos), a relação real permanecer fora do limite de ±X% da desejada.
Condições de acionamento
– Ignition ligada, motor em marcha-lenta acima de rpm mínimo.
– Transmissão automática em modo D ou 2 (dependendo do projeto).
– Pressão hidráulica na linha de controle dentro da faixa operacional (monitorada internamente).
– Sinais válidos dos sensores de velocidade com amplitude de pulso esperada.
O que reflete nesta DTC
– Desvio entre pulsos dos sensores de entrada e saída.
– Comportamento da válvula solenóide que regula pressão de embreagem interna.
– Processamento interno da TCM/ECU sobre a relação calculada.
– Integridade do chicote elétrico e dos conectores elétricos que transmitem esses sinais.
DTCS que costumam aparecer junto
P0720, P0721, P0730, P0733.
Significado técnico
A ECU compara a relação desejada para a 2ª marcha (baseada em curvas internas de rpm versus velocidade) com a relação real calculada a partir dos pulsos do sensor de velocidade de entrada (eixo de câmbio) e do sensor de velocidade de saída (conversor de torque ou eixo de saída). Se a diferença ultrapassar a tolerância programada por um tempo mínimo durante o período de regime estável da 2ª marcha, o DTC P0732 é acionado.
Quando e por que a ECU ativa
– Durante a troca para 2ª marcha, após o engate completo.
– Com motor em funcionamento e TCM em modo de monitoramento.
– Quando a rotação do motor e a velocidade do veículo atingem a faixa operacional de 2ª (ex.: 15–50 km/h e 1.500–3.500 rpm).
– Se, após o tempo de acomodação (normalmente alguns segundos), a relação real permanecer fora do limite de ±X% da desejada.
Condições de acionamento
– Ignition ligada, motor em marcha-lenta acima de rpm mínimo.
– Transmissão automática em modo D ou 2 (dependendo do projeto).
– Pressão hidráulica na linha de controle dentro da faixa operacional (monitorada internamente).
– Sinais válidos dos sensores de velocidade com amplitude de pulso esperada.
O que reflete nesta DTC
– Desvio entre pulsos dos sensores de entrada e saída.
– Comportamento da válvula solenóide que regula pressão de embreagem interna.
– Processamento interno da TCM/ECU sobre a relação calculada.
– Integridade do chicote elétrico e dos conectores elétricos que transmitem esses sinais.
DTCS que costumam aparecer junto
P0720, P0721, P0730, P0733.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Giros altos sem aumento de velocidade em segunda marcha
– Trancos ou solavancos ao engatar a segunda marcha
– Escorregamento ao acelerar em segunda marcha
– Perda de desempenho em aceleração na segunda marcha
– Ruídos anormais na transmissão durante a segunda marcha
– Vibração ou tremor ao rodar na segunda marcha
– Trocas de marcha tardias ou prematuras envolvendo a segunda marcha
– Giros altos sem aumento de velocidade em segunda marcha
– Trancos ou solavancos ao engatar a segunda marcha
– Escorregamento ao acelerar em segunda marcha
– Perda de desempenho em aceleração na segunda marcha
– Ruídos anormais na transmissão durante a segunda marcha
– Vibração ou tremor ao rodar na segunda marcha
– Trocas de marcha tardias ou prematuras envolvendo a segunda marcha
Causas Possíveis
– Nível de óleo de transmissão baixo ou contaminado
– Solenóide de mudança de marcha com defeito
– Sensor de velocidade do eixo de saída com defeito
– Sensor de velocidade do eixo de entrada com defeito
– Chicote elétrico com curto ou interrompido nos circuitos da transmissão
– Conector elétrico corroído ou mal encaixado nos sensores/atuadores
– Módulo de controle da transmissão (TCM) com defeito
– Válvula de controle de pressão de óleo da transmissão com defeito
– Discos de embreagem da 2ª marcha desgastados
– Engrenagens ou componentes internos planetários com desgaste excessivo
– Conversor de torque com defeito afetando a pressão hidráulica
– Filtro de óleo da transmissão entupido
– Sensor de temperatura da transmissão com defeito alterando cálculos do TCM
– Software do TCM desatualizado ou corrompido
– Desalinhamento interno do eixo secundário ou de saída
– Sistema de arrefecimento ineficiente afetando a viscosidade do fluido
– Solenóide de mudança de marcha com defeito
– Sensor de velocidade do eixo de saída com defeito
– Sensor de velocidade do eixo de entrada com defeito
– Chicote elétrico com curto ou interrompido nos circuitos da transmissão
– Conector elétrico corroído ou mal encaixado nos sensores/atuadores
– Módulo de controle da transmissão (TCM) com defeito
– Válvula de controle de pressão de óleo da transmissão com defeito
– Discos de embreagem da 2ª marcha desgastados
– Engrenagens ou componentes internos planetários com desgaste excessivo
– Conversor de torque com defeito afetando a pressão hidráulica
– Filtro de óleo da transmissão entupido
– Sensor de temperatura da transmissão com defeito alterando cálculos do TCM
– Software do TCM desatualizado ou corrompido
– Desalinhamento interno do eixo secundário ou de saída
– Sistema de arrefecimento ineficiente afetando a viscosidade do fluido
By Madalozzo



