P0705 – “Sensor de Posição da Transmissão ‘A’ – Circuito com Mau Funcionamento (Entrada PRNDL)”
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
“Sensor de Posição da Transmissão ‘A’ – Circuito com Mau Funcionamento (Entrada PRNDL)”
O que significa?
Essa é uma DTC Universal controlada pelo ISO/SAE, isso significa que seu significado é praticamente igual para qualquer montadora. A P0705 indica que o circuito do sensor de posição da transmissão “A” (entrada PRNDL) não está gerando o sinal elétrico esperado ou apresenta variação fora da faixa definida pela ECU.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Em ignição ligada ou motor em funcionamento, a ECU aplica tensão de referência ao circuito PRNDL e lê o retorno de tensão.
– Se o valor lido ficar abaixo do limite mínimo (por exemplo ~0,2 V) ou acima do máximo (por exemplo ~4,8 V), ou apresentar flutuação rápida/incoerente, a ECU detecta mau funcionamento.
– Após duas detecções em sequência (ou conforme estratégia do fabricante), a DTC é armazenada e a luz de MIL pode acender.
Condições para ativação
– Tensão de retorno fora de faixa por tempo superior ao definido (normalmente alguns milissegundos).
– Sinal “travado” em uma mesma tensão, sem mudança ao alterar a posição de marcha.
– Sinal intermitente que não corresponda ao padrão de resistências internas ou valores de referência da ECU.
O que gera reflexo nessa DTC
– Circuito PRNDL aberto (sinal cai a zero).
– Curto interno no sensor levando tensão ao limite superior.
– Ruídos na leitura causados por falha no chicote elétrico ou mau contato no conector elétrico.
– Defasagem entre marcha selecionada e leitura de tensão.
DTCS que podem surgir simultaneamente
– P0700 (Sistema de Controle de Transmissão)
– P0706 (Desempenho do circuito PRNDL)
– P0707/P0708 (Circuito PRNDL baixo/alto)
Em resumo, P0705 reflete uma inconsistência elétrica no sensor de posição de marchas, detectada pela ECU quando o sinal sai da faixa definida ou não corresponde à marcha selecionada.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC
– Em ignição ligada ou motor em funcionamento, a ECU aplica tensão de referência ao circuito PRNDL e lê o retorno de tensão.
– Se o valor lido ficar abaixo do limite mínimo (por exemplo ~0,2 V) ou acima do máximo (por exemplo ~4,8 V), ou apresentar flutuação rápida/incoerente, a ECU detecta mau funcionamento.
– Após duas detecções em sequência (ou conforme estratégia do fabricante), a DTC é armazenada e a luz de MIL pode acender.
Condições para ativação
– Tensão de retorno fora de faixa por tempo superior ao definido (normalmente alguns milissegundos).
– Sinal “travado” em uma mesma tensão, sem mudança ao alterar a posição de marcha.
– Sinal intermitente que não corresponda ao padrão de resistências internas ou valores de referência da ECU.
O que gera reflexo nessa DTC
– Circuito PRNDL aberto (sinal cai a zero).
– Curto interno no sensor levando tensão ao limite superior.
– Ruídos na leitura causados por falha no chicote elétrico ou mau contato no conector elétrico.
– Defasagem entre marcha selecionada e leitura de tensão.
DTCS que podem surgir simultaneamente
– P0700 (Sistema de Controle de Transmissão)
– P0706 (Desempenho do circuito PRNDL)
– P0707/P0708 (Circuito PRNDL baixo/alto)
Em resumo, P0705 reflete uma inconsistência elétrica no sensor de posição de marchas, detectada pela ECU quando o sinal sai da faixa definida ou não corresponde à marcha selecionada.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Câmbio fica preso em uma marcha
– Trocas de marcha duras ou ásperas
– Engates erráticos ou aleatórios
– Painel indica marcha errada (PRNDL incorreto)
– Impossibilidade de engatar ré ou outras marchas
– Veículo entra em modo de segurança (limp home)
– Carro não se move ao engatar uma marcha
– Câmbio fica preso em uma marcha
– Trocas de marcha duras ou ásperas
– Engates erráticos ou aleatórios
– Painel indica marcha errada (PRNDL incorreto)
– Impossibilidade de engatar ré ou outras marchas
– Veículo entra em modo de segurança (limp home)
– Carro não se move ao engatar uma marcha
Causas Possíveis
– Sensor de Posição da Transmissão com defeito
– Chicote elétrico do sensor danificado ou curto
– Conector elétrico corroído, solto ou mal encaixado
– Falha no aterramento da transmissão
– Fusível de alimentação da TCM queimado
– Relé da TCM com defeito
– Unidade de Controle de Transmissão (TCM) com defeito
– Módulo de Controle do Motor (ECM) com defeito
– Interferência de alarme ou partida remota no chicote
– Cabo do seletor de marchas desajustado ou rompido
– Solenóide de mudança da transmissão travado
– Sensor de velocidade do veículo (VSS) com defeito
– Chicote elétrico do sensor danificado ou curto
– Conector elétrico corroído, solto ou mal encaixado
– Falha no aterramento da transmissão
– Fusível de alimentação da TCM queimado
– Relé da TCM com defeito
– Unidade de Controle de Transmissão (TCM) com defeito
– Módulo de Controle do Motor (ECM) com defeito
– Interferência de alarme ou partida remota no chicote
– Cabo do seletor de marchas desajustado ou rompido
– Solenóide de mudança da transmissão travado
– Sensor de velocidade do veículo (VSS) com defeito
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