P0385 BMW – Sensor de Posição do Virabrequim ‘B’ – Circuito
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
Definição em inglês: Crankshaft Position Sensor ‘B’ Circuit
Definição em Português: Sensor de Posição do Virabrequim ‘B’ – Circuito
Definição em Português: Sensor de Posição do Virabrequim ‘B’ – Circuito
O que significa?
Essa é uma DTC específica de montadora, portanto, ela não é universal e o significado dela pode variar de montadora para montadora. Sua explicação:
O código P0385 indica que a unidade de controle do motor (ECU) detectou anomalia no circuito do sensor de posição do virabrequim “B” (fase secundária). Esse sensor gera um sinal eletrônico sobre o giro do virabrequim, que a ECU usa para controlar ignição e injeção em fase fina. Quando o sinal está fora dos parâmetros esperados, a ECU entende que não tem informação confiável dessa fase e acende a DTC.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
– A ECU espera um pulso periódico de tensão no circuito do sensor “B” a cada rotação do virabrequim. Se, após determinado número de voltas (normalmente dois giros completos), não chega pulso ou o formato cai fora de janela de tempo, o DTC é armazenado.
– Se a amplitude do sinal está abaixo do nível mínimo de reconhecimento (por ex. <0,5 V) ou acima do máximo seguro (por ex. >5,5 V) por tempo contínuo, também ocorre a ativação.
– Se a sequência de pulsos do sensor “B” não sincroniza dentro da margem angular prevista em relação ao sensor “A” (fase primária), a ECU entende falha de consistência e dispara o código.
Condições para ativação:
1. Ausência de pulso no circuito dentro do período programado.
2. Pulso presente mas fora da forma de onda (sinal ruidoso, distorcido ou em nível indevido de tensão).
3. Desalinhamento de tempo entre pulsos “A” e “B” além do limite calibrado.
Reflexos dessa DTC na lógica da ECU:
– A gestão de injeção passa a usar somente os dados do sensor primário, ignorando o secundário para ajuste fino de fase.
– A ECU pode alterar o modo de sincronia interna, mantendo o motor funcionando em regime de segurança, mas sem otimizações de variação de fase que dependem do sensor “B”.
– Dados de diagnóstico ficam retidos na memória de falhas para leitura via scanner.
Esse código não indica diretamente problemas mecânicos ou elétricos específicos, apenas sinaliza que a ECU não recebe ou reconhece o sinal do sensor de virabrequim “B” dentro dos limites de projeto.
O código P0385 indica que a unidade de controle do motor (ECU) detectou anomalia no circuito do sensor de posição do virabrequim “B” (fase secundária). Esse sensor gera um sinal eletrônico sobre o giro do virabrequim, que a ECU usa para controlar ignição e injeção em fase fina. Quando o sinal está fora dos parâmetros esperados, a ECU entende que não tem informação confiável dessa fase e acende a DTC.
Quando e por que a ECU ativa essa DTC:
– A ECU espera um pulso periódico de tensão no circuito do sensor “B” a cada rotação do virabrequim. Se, após determinado número de voltas (normalmente dois giros completos), não chega pulso ou o formato cai fora de janela de tempo, o DTC é armazenado.
– Se a amplitude do sinal está abaixo do nível mínimo de reconhecimento (por ex. <0,5 V) ou acima do máximo seguro (por ex. >5,5 V) por tempo contínuo, também ocorre a ativação.
– Se a sequência de pulsos do sensor “B” não sincroniza dentro da margem angular prevista em relação ao sensor “A” (fase primária), a ECU entende falha de consistência e dispara o código.
Condições para ativação:
1. Ausência de pulso no circuito dentro do período programado.
2. Pulso presente mas fora da forma de onda (sinal ruidoso, distorcido ou em nível indevido de tensão).
3. Desalinhamento de tempo entre pulsos “A” e “B” além do limite calibrado.
Reflexos dessa DTC na lógica da ECU:
– A gestão de injeção passa a usar somente os dados do sensor primário, ignorando o secundário para ajuste fino de fase.
– A ECU pode alterar o modo de sincronia interna, mantendo o motor funcionando em regime de segurança, mas sem otimizações de variação de fase que dependem do sensor “B”.
– Dados de diagnóstico ficam retidos na memória de falhas para leitura via scanner.
Esse código não indica diretamente problemas mecânicos ou elétricos específicos, apenas sinaliza que a ECU não recebe ou reconhece o sinal do sensor de virabrequim “B” dentro dos limites de projeto.
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Motor demora a dar partida ou não pega
– Marcha lenta irregular
– Falhas de aceleração ou engasgos
– Perda de potência do motor
– Consumo de combustível elevado
– Vibração ou tremores no motor
– Motor demora a dar partida ou não pega
– Marcha lenta irregular
– Falhas de aceleração ou engasgos
– Perda de potência do motor
– Consumo de combustível elevado
– Vibração ou tremores no motor
Causas Possíveis
– Chicote elétrico do sensor de posição do virabrequim ‘B’ com curto-circuito ou ruptura
– Conector elétrico do sensor de posição do virabrequim ‘B’ oxidado, solto ou corroído
– Sensor de posição do virabrequim ‘B’ com defeito interno
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito na entrada do sinal do sensor ‘B’
– Aterramento do motor inadequado provocando ruído no sinal do sensor ‘B’
– Anel fônico (coroa do virabrequim) danificado, solto ou sujo
– Interferência eletromagnética gerada pela bobina de ignição ou cabos de alta tensão no chicote do sensor ‘B’
– Variação de tensão da bateria ou falha do alternador afetando alimentação do circuito do sensor ‘B’
– Sujeira, detritos ou resíduo de óleo acumulados no sensor de posição do virabrequim ‘B’
– Rotor do virabrequim com desgaste irregular ou marcações imprecisas
– Solenóide de controle de fase de comando de válvulas (VVT) com defeito, gerando pulsação elétrica espúria
– Sensor de posição da árvore de cames com defeito causando conflito de sinal e reflexo na DTC
– Conector elétrico do sensor de posição do virabrequim ‘B’ oxidado, solto ou corroído
– Sensor de posição do virabrequim ‘B’ com defeito interno
– Módulo de controle do motor (ECU) com defeito na entrada do sinal do sensor ‘B’
– Aterramento do motor inadequado provocando ruído no sinal do sensor ‘B’
– Anel fônico (coroa do virabrequim) danificado, solto ou sujo
– Interferência eletromagnética gerada pela bobina de ignição ou cabos de alta tensão no chicote do sensor ‘B’
– Variação de tensão da bateria ou falha do alternador afetando alimentação do circuito do sensor ‘B’
– Sujeira, detritos ou resíduo de óleo acumulados no sensor de posição do virabrequim ‘B’
– Rotor do virabrequim com desgaste irregular ou marcações imprecisas
– Solenóide de controle de fase de comando de válvulas (VVT) com defeito, gerando pulsação elétrica espúria
– Sensor de posição da árvore de cames com defeito causando conflito de sinal e reflexo na DTC
By Madalozzo



