P0376 – “Sinal de Alta Resolução de Referência de Tempo ‘B’ – Pulsos em Excesso”
por kmadalozzo ·
Descrição da falha
“Sinal de Alta Resolução de Referência de Tempo ‘B’ – Pulsos em Excesso”
O que significa?
Essa é uma DTC Universal controlada pelo ISO/SAE, isso significa que seu significado é praticamente igual para qualquer montadora.
Significado técnico direto
– Trata-se de um alerta da ECU indicando que, durante a leitura do sinal de alta resolução do sensor de referência de tempo “B”, foram contabilizados mais pulsos do que o esperado para aquele perfil de roda fônica. Em outras palavras, a ECU compara o número de pulsos recebidos num intervalo de rotação do virabrequim (ou comando de válvulas) com o valor pré-definido; se ultrapassar o limite, dispara P0376.
Quando e por que a ECU ativa P0376
1. Condição de partida do monitor: motor em funcionamento acima de rotações mínimas de diagnóstico (normalmente acima de 300–500 rpm).
2. A ECU inicia o acompanhamento do sinal de alta resolução (“time reference B”) logo após detectar condições estáveis de rotação e carga.
3. Caso em ciclos de verificação sucessivos (em geral duas passagens) a contagem de pulsos exceda o valor tabelado para o número de dentes/marcações, a DTC é gravada.
4. A falha permanece na memória até que o número de ciclos sem exceção volte ao padrão definido.
O que pode gerar reflexo nessa DTC (sem citar causas específicas)
– Ruído magnético ou elétrico induzido que conte pulsos extras
– Interferência no chicote elétrico entre sensor e módulo
– Defasagem ou leitura errônea da roda fônica (desalinhamento de marcações)
– Ajuste ou calibração de software incorreto para o perfil do disco de referência
– Sinais espúrios gerados por componentes próximos ao sensor
DTCs que costumam aparecer junto
P0016 (correlação comando/virabrequim), P0335 (circuito sensor de posição CKP), P0340 (circuito sensor CMP), P0385 (aquecedor sensor CKP).
Significado técnico direto
– Trata-se de um alerta da ECU indicando que, durante a leitura do sinal de alta resolução do sensor de referência de tempo “B”, foram contabilizados mais pulsos do que o esperado para aquele perfil de roda fônica. Em outras palavras, a ECU compara o número de pulsos recebidos num intervalo de rotação do virabrequim (ou comando de válvulas) com o valor pré-definido; se ultrapassar o limite, dispara P0376.
Quando e por que a ECU ativa P0376
1. Condição de partida do monitor: motor em funcionamento acima de rotações mínimas de diagnóstico (normalmente acima de 300–500 rpm).
2. A ECU inicia o acompanhamento do sinal de alta resolução (“time reference B”) logo após detectar condições estáveis de rotação e carga.
3. Caso em ciclos de verificação sucessivos (em geral duas passagens) a contagem de pulsos exceda o valor tabelado para o número de dentes/marcações, a DTC é gravada.
4. A falha permanece na memória até que o número de ciclos sem exceção volte ao padrão definido.
O que pode gerar reflexo nessa DTC (sem citar causas específicas)
– Ruído magnético ou elétrico induzido que conte pulsos extras
– Interferência no chicote elétrico entre sensor e módulo
– Defasagem ou leitura errônea da roda fônica (desalinhamento de marcações)
– Ajuste ou calibração de software incorreto para o perfil do disco de referência
– Sinais espúrios gerados por componentes próximos ao sensor
DTCs que costumam aparecer junto
P0016 (correlação comando/virabrequim), P0335 (circuito sensor de posição CKP), P0340 (circuito sensor CMP), P0385 (aquecedor sensor CKP).
Sintomas Possíveis
– Luz de injeção acesa
– Motor com dificuldade de partida ou não dá partida
– Ralenti instável
– Perda de potência
– Engasgos ou falhas de ignição
– Motor morrendo em baixa rotação
– Vibração excessiva do motor
– Giro irregular do motor
– Motor com dificuldade de partida ou não dá partida
– Ralenti instável
– Perda de potência
– Engasgos ou falhas de ignição
– Motor morrendo em baixa rotação
– Vibração excessiva do motor
– Giro irregular do motor
Causas Possíveis
– Sensor de posição do comando de válvulas B com defeito
– Chicote elétrico do sensor do comando de válvulas B danificado
– Conector elétrico do sensor do comando de válvulas B corroído ou mal encaixado
– Dentes faltando ou danificados na roda fônica do comando de válvulas B
– Tensão de alimentação instável no circuito do sensor de posição do comando B
– Mau aterramento do circuito do sensor de posição do comando B
– ECU com defeito no circuito de referência de tempo B
– Solenoide do VVT com defeito gerando pulsos irregulares
– Corrente de distribuição esticada ou com folga excessiva
– Polia do comando de válvulas B com folga ou desbalanceada
– Ruído eletromagnético de bobinas de ignição afetando o sinal do sensor
– Alternador com aterramento ruim introduzindo ruído no circuito do sensor
– Módulo de controle do VVT com defeito causando variação abrupta
– Sensor de rotação do virabrequim com defeito refletindo pulsos falsos
– Compartilhamento de aterramento entre sensor de comando B e motor de partida gerando interferência
– Chicote elétrico do sensor do comando de válvulas B danificado
– Conector elétrico do sensor do comando de válvulas B corroído ou mal encaixado
– Dentes faltando ou danificados na roda fônica do comando de válvulas B
– Tensão de alimentação instável no circuito do sensor de posição do comando B
– Mau aterramento do circuito do sensor de posição do comando B
– ECU com defeito no circuito de referência de tempo B
– Solenoide do VVT com defeito gerando pulsos irregulares
– Corrente de distribuição esticada ou com folga excessiva
– Polia do comando de válvulas B com folga ou desbalanceada
– Ruído eletromagnético de bobinas de ignição afetando o sinal do sensor
– Alternador com aterramento ruim introduzindo ruído no circuito do sensor
– Módulo de controle do VVT com defeito causando variação abrupta
– Sensor de rotação do virabrequim com defeito refletindo pulsos falsos
– Compartilhamento de aterramento entre sensor de comando B e motor de partida gerando interferência
By Madalozzo



